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Já li o livro e vi o filme (231)

por Pedro Correia, em 26.04.18

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      CHACAL (1971)

Autor: Frederick Forsyth

Realizador: Michael Caton-Jones (1997)

Um dos melhores thrillers políticos das últimas décadas, centrado num atentado real ao Presidente francês Charles de Gaulle em Agosto de 1963, serviu de base ao fraco "filme de acção" protagonizado por Bruce Willis e Richard Gere. Com a França transposta para os EUA. O livro é incomparavelmente superior.


28 comentários

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De Anónimo a 26.04.2018 às 16:57

Muito antes deste fraco filme norte-americano, em 1973, sob a direcção de Fred Zinnemann, foi exibido um filme franco/britânico, 'O Dia do Chacal, seguindo o guião aproximado do livro, esse um excelente livro.
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De Pedro Correia a 26.04.2018 às 22:37

Sim, mas esse filme eu nunca vi. Só vi este, que é de facto muito fraco.
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De Anónimo a 26.04.2018 às 17:28

Gostei do filme, mas como diz, o livro é supeior, o que neste tipo de acção acontece frequentemente.
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De Pedro Correia a 26.04.2018 às 22:38

Muito superior. É aliás um dos melhores livros no seu género. E tem sido muito imitado desde então, como se compreende.
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De Maria Dulce Fernandes a 27.04.2018 às 18:28

Ena, deixei uma data de anonimidades por aí, caramba !
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De Alexandre Policarpo a 26.04.2018 às 17:57

Sobre o mesmo livro existe também um filme de 1973, de Fred Zinnemann, com Edward Fox no papel do Chacal e um excelente Michael Lonsdale no papel do comissário da policia.

https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Day_of_the_Jackal

Nostalgia à parte, gosto mais da versão do Zinnemann, que revi há poucos meses num canal de tv.
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De Pedro Correia a 26.04.2018 às 22:39

Acredito, mas esse filme nunca vi. E gosto muito do realizador Fred Zinnemann, autor - entre outros - de 'Até à Eternidade' e 'Um Homem Para a Eternidade'.
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De Anónimo a 26.04.2018 às 19:25

Caro Pedro Correia existe uma versão creio que francesa muito mais fiel ao livro.

WW
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De Pedro Correia a 26.04.2018 às 22:39

Sim, uma versão já referida por outros leitores.
Infelizmente, nunca a vi.
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De José António Abreu a 26.04.2018 às 20:52

O filme de 1973, realizado por Fred Zinnemann, é bastante melhor do que a versão com o Richard Gere. E talvez ainda melhor do que o livro (apesar de eu ter adorado o livro, quando o li na adolescência).
https://www.imdb.com/title/tt0069947/?ref_=nv_sr_1
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De Pedro Correia a 26.04.2018 às 22:42

É possível, José António. Eu li o livro bastante depois da adolescência e vibrei com ele.
Inspirado no atentado a De Gaulle, concebido e concretizado por membros da OAS.
O filme de 1997 descola quase por completo do livro. De tal maneira que Forsyth recusou ver o seu nome reproduzido na ficha técnica como autor da obra original.
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De Von Calhau a 26.04.2018 às 21:11

O livro que deu o cognome a Ilich Ramírez Sánchez
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De Pedro Correia a 26.04.2018 às 22:42

É verdade. Esse grande democrata, defensor da classe operária e dos oprimidos em geral.
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De Anónimo a 27.04.2018 às 00:20

Sobretudo defendeu de futuras infelicidades os que morreram em Paris em consequência da bomba que esse grande democrata, com lhe chama, lá lançou.
Não sei se já viveu em cidades onde o terrorismo usa o ataque a inocentes para chantagear os poderes instituídos. Eu já tive uma bomba no prédio onde trabalhava, já fugi do metropolitano onde havia ameaça de bomba, entre outras situações menos traumatisantes, apesar de tudo. E isto em cidades diferentes onde eu trabalhava sem nada ter a ver com política.
Não seja tão ligeiro a falar de terroristas porque nunca sabe quando uma dessas situações lhe vai cair em cima ou de alguém que lhe é próximo.
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De Pedro Correia a 27.04.2018 às 00:24

A incapacidade para entender uma expressão irónica é um traço marcante dos nossos dias, potenciado pelas chamadas redes sociais.
Fernando Pessoa chamava-lhe "provincianismo mental". Presto aqui homenagem à douta definição do poeta.
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De Anónimo a 27.04.2018 às 19:00

Aí que culto e que ironia tão erudita! Vê-se que já viajou até Badajoz.
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De Pedro Correia a 27.04.2018 às 22:25

Alguns anónimos devem pensar que um comentário duplicado equivale a uma assinatura.
Mas não vale. Nem aqui nem em Badajoz.
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De Anónimo a 27.04.2018 às 19:10

Aí que culto e que ironia tão erudita! Vê-se que já viajou até Badajoz
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De Pedro Correia a 27.04.2018 às 22:23

Já vi que gagueja, repetindo o que escreve. Mas olhe que isso tem cura.
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De Isabel a 27.04.2018 às 21:24

Já que a minha primeira resposta- verdadeiramente irónica- não foi publicada, vamos a ver o que acontece com a segunda. Ei-la:
Fernando Pessoa chamava “provincianismo mental” ao “traço marcante dos nossos dias, etc etc”? Tem a certeza? E como chamaria ele ao pretensiosismo de ser irónico em quem não sabe ter ironia?
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De Pedro Correia a 27.04.2018 às 22:23

Se "viu" que teve alguma resposta não publicada, aconselho uma deslocação célere à multiópticas.
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De Isabel a 28.04.2018 às 02:13

Que cultura, que ironia erudita!
E já estou farta desta desconversa. Bom fim de semana.
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De Pedro Correia a 28.04.2018 às 09:47

Bom fim de semana para si também.
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De Anónimo a 26.04.2018 às 22:27

Esta versão do filme nada tem a ver com o livro. O livro conta a tentativa assassinato de Charles deGaulle o presidente francês, por um assassino contratado pelos antigos combatentes franceses da Argélia. Existe um filme mais antigo dos anos 70 salvo erro ( do qual não me recordo do nome ) esse sim original ao livro
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De Pedro Correia a 26.04.2018 às 22:43

O filme intitula-se 'O Dia do Chacal'. Calculo que seja bem superior. E gostava de o ver um dia. Até hoje não calhou.
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De Anónimo a 29.04.2018 às 00:24

E este é o problema da moderação de comentários: 127 repetições de resposta! :)



Mas o Chacal do Bruce é mesmo muito, muito mau.

Forsyth é muito, muito bom.
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De Sarin a 29.04.2018 às 00:27

E para o caso de ter saído anónima, anónima me mantenho mas assino Sarin - neste e no anterior.
Terá sido um dos tais "happenings" - e este é um "just in case".

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