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Já li o livro e vi o filme (22)

por Pedro Correia, em 07.01.16

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POR FAVOR NÃO MATEM A COTOVIA (1960)

Autora: Harper Lee  (Prémio Pulitzer, 1961)

Realizador: Robert Mulligan (1962)

O filme valeu um Óscar ao protagonista, Gregory Peck. Mas o originalíssimo romance de Harper Lee sobre a idade da inocência numa sociedade racista é superior. Lamento apenas ser conhecido em Portugal por três títulos diferentes. Prefiro este.


14 comentários

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De Inês a 07.01.2016 às 15:31

Eu estou a ler agora este livro!
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De Pedro Correia a 07.01.2016 às 17:30

Aposto que vai gostar muito, Inês.
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De Anónimo a 07.01.2016 às 16:15

Vi o filme e li o livro, por esta ordem e com um intervalo de mais de 30 anos, pelo que me sinto incapaz de dizer de qual gostei mais.
Apetecia-me rever o filme (alô RTP-2!), até porque o Robert Mulligan também realizou um outro filme de que gosto particularmente: 'Summer of 42'.
:-) Antonieta
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De Pedro Correia a 07.01.2016 às 17:30

Fica a sugestão, Antonieta. Aposto que será lida por quem decide a programação.
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De Maria Dulce Fernandes a 07.01.2016 às 16:26

Curiosamente, estou a reler o livro. Capa diferente, da Relógio d'Agua que foi presente de Natal :)
É um dos MEUS livros.
E o filme é um senhor filme, com o Óscar muito bem entregue.
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De Anónimo a 07.01.2016 às 16:45

Olá Dulce,
Só que nesse ano o Óscar deveria ter ido para o Peter O'Toole e o seu inesquecível Lawrence da Arábia.
Beijinho.
Antonieta
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De Maria Dulce Fernandes a 07.01.2016 às 19:24

Como outros filmes do David Lean, vejo Lawrence of Arábia como um todo magnífico, onde nenhuma interpretação se destaca isolada no contexto global da grandiosidade da obra.
O Peter O' Toole foi brilhante. O Gregory Peck, noutro registo claro, quanto a mim superou-o. Mantenho que o Óscar foi bem entregue ... Pena não haver ex aequos , Antonieta. Beijinho :)
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De Anónimo a 07.01.2016 às 22:20

Ao que parece, na noite dos prémios, Peck estaria totalmente convencido de que o Óscar iria para Jack Lemmon.
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De Pedro Correia a 07.01.2016 às 22:35

E presumia bem. Lemmon teve uma interpretação extraordinária como protagonista do filme 'Escravos do Vício' ('Days of Wine and Roses'), de Blake Edwards. Um dos melhores filmes feitos até hoje sobre o drama do alcoolismo.
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De José7 a 07.01.2016 às 16:33

O nível deste livro é de tal forma extraordinário que à partida torna quase impossível realizar um filme de qualidade semelhante...
O Erskine Caldwell sobre o mesmo tema também tem vários romances, muito bem escritos... e outros tantos sobre a condição feminina. Para mal dos leitores (ou pelo menos para este leitor) a Harper Lee não foi tão prolífera.
Curiosamente o «Não matem a cotovia» estava proibido de ser vendido nas colónias, não obstante o penúltimo Presidente do Conselho não ser racista, como decorria do seu apelo ao casamento entre os portugueses da metrópole e os nativos das colónias.
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De Pedro Correia a 07.01.2016 às 17:35

A grande literatura do sul dos Estados Unidos inclui Mark Twain, Faulkner, Carson McCullers, Tennessee Williams - entre muitos outros autores. Harper Lee está incluída nesse lote - e é das melhores. Só foi pena que tenha parado aqui. Aparentemente ficou em pânico depois deste sucesso literário instantâneo e sentiu-se incapaz de voltar a escrever, pelo menos para efeitos de publicação.
Haverá obras inéditas, a editar após a morte dela?
O romance que foram desenterrar-lhe numa gaveta há um ano é anterior. E, aparentemente, tem uma qualidade claramente inferior ao deste 'To Kill a Mockingbird'.
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De sampy a 07.01.2016 às 17:11

Mas para os apaixonados do livro e/ou do filme, aqui fica a questão: é de se ler ou não o "Vai e Põe uma Sentinela"? O murro no estômago aguenta-se?...
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De Pedro Correia a 07.01.2016 às 17:35

É de ler, sim. Mas sem grandes expectativas. Porque a obra-prima é o romance de 1960.
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De sampy a 07.01.2016 às 18:02

Não me referia à qualidade, mas ao facto de as personagens principais serem as mesmas nos dois livros. E afinal serem tão diferentes: o que uma obra tem de luz, o outra tem de negrume.

O livro agora publicado foi escrito antes, mas a narrativa passa-se num tempo futuro em relação à do "Não matem a cotovia", fazendo deste uma prequela.

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