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Isto está a animar

por Sérgio de Almeida Correia, em 22.02.17

Divida_Publica_bruta_em_percentagem_do_PIB_entre_1

 

Pois é, contra factos não há argumentos, diz ele. 

Então e a dívida, que Passos Coelho, Gaspar e Maria Luís Albuquerque andaram durante quatro longos anos a fazer que encolhiam, e que António Costa está aflito para conseguir controlar, isso não interessa?

Já nem falo dos 10 mil milhões que entre 2011 e 2014, a Autoridade Tributária, na altura sujeita aos olhinhos da coligação PSD/CDS-PP, deixou sair de Portugal para paraísos fiscais, porque lá virá o tempo em que também mais essa roupa se lavará. Temo é que haja nódoas e odores que já não saiam e que também não possam ser imputadas aos antecessores.

O melhor mesmo, enquanto não sair o segundo volume da nova edição da sebenta do Prof. Cavaco, é aguardar pelas explicações do Prof. Bambo, personalidade de reconhecido mérito junto dos meios judiciais. Ele deverá ser, neste momento, o único capaz de se pronunciar sobre o que está a acontecer, e sobre o que mais irá acontecer aos portugueses, sem correr o risco de lhe serem chamados nomes feios. Por exemplo, como "burlão". 


1 comentário

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De Fernando S a 22.02.2017 às 12:12

Não percebo porque lançam os foguetes !!...
Por causa da "geringonça" o pais já perdeu pelo menos 2 anos : o ritmo de crescimento da economia, do investimento, do emprego, etc baixou em vez de aumentar, o estado das finanças públicas piorou (divida, taxas de juro, déficit excessivo, etc), as necessárias reformas estruturais de modernização do Estado e da economia foram revertidas ou adiadas,...
Mesmo os resultados menos negativos (déficit orçamental, desemprego, exportações) dependem mais do que foi feito anteriormente pelo governo anterior (consolidação das contas públicas, reformas estruturais com destaque para a flexibilização do mercado de trabalho, etc) e de factores externos favoráveis (politica monetária do BCE, preço do petróleo baixo, crescimento das economias dos parceiros económicos, aumento do turismo na Europa do Sul em resultado da insegurança ligada ao terrorismo, etc) do que da acção do governo actual.
Podemos mesmo dizer que estes resultados aconteceram apesar dos erros de politica e da inacção reformista do governo actual.
O pais está hoje pior do que estava em 2015 e muito pior do que poderia estar se não tivesse tido a "geringonça" : os portugueses vão pagar por isso mais cedo ou mais tarde !!

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