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Isto cheira cada vez pior

por Pedro Correia, em 30.05.19

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Esta minuciosa investigação do Luís Rosa e da Sara Antunes de Oliveira é um retrato perturbador mas fidedigno do país político e da tentacular administração pública portuguesa em descarado concubinato com redes de esquemas e negociatas. Tudo temperado com o nepotismo agora tão em voga, apesar dos platónicos alertas do Presidente da República. 

Em suma: um país em falência moral. Depois admirem-se que tantos portugueses virem costas às urnas e tanta gente esteja pronta a ovacionar o primeiro populista que irrompa ao virar da esquina. E desta vez nem precisa de vir montado num cavalo branco, como o Sidónio há cem anos: basta aparecer de vassoura em riste.


100 comentários

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De jo a 30.05.2019 às 10:40

Falência moral é exagerado.
Temos uma maior perceção da corrupção porque ela passou a ser notícia. E passou a ser notícia porque não é tolerada pelo cidadão comum. Isso é o oposto de falência moral.

Ainda me lembro de no tempo da "outra senhora", que todos clamam ter sido uma altura muito moral, ver pessoas a fazerem gala de como tinham enganado o Estado em seu benefício. Conhecendo as pessoas certas o risco era nulo.

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De Pedro Correia a 30.05.2019 às 10:58

Onde já lá vai, a "outra senhora"...
Estamos no século XXI, falemos destes tempos.
Ponto um: a "percepção da corrupção" é apenas a ponta do icebergue. A corrupção real tem uma dimensão muito superior à que surge esporadicamente em relatos da imprensa.
Ponto dois: a "não tolerância" a que alude é também muito mais aparente do que real. Se assim não fosse, Isaltino jamais seria hoje presidente da Câmara de Oeiras - só para citar um exemplo.
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De Vorph Valknut a 30.05.2019 às 13:56

Pedro, veja também Castelo Branco. Presidente da Câmara envolvido num sem número de esquemas manhosos, e voilà ganhou com quase 40%!!!!!!!!!!!!
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De Pedro Correia a 30.05.2019 às 21:36

Esse foi o que contratou o pai?
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De Carlos Gonçalves a 30.05.2019 às 21:47

Até agora - tirando o vara-, o único condenado. Porque se zangou com o partido...
Mas tem razão no que à "não tolerância" diz respeito. Se de outra maneira fosse, ninguém hoje votaria no partido do -"poucachinho", o nº 2 do 44. Que não vai à vinha (?... já não digo nada...) mas fica a ver.
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De jo a 31.05.2019 às 10:54

" E desta vez nem precisa de vir montado num cavalo branco, como o Sidónio há cem anos: basta aparecer de vassoura em riste."

Falemos então destes tempos. Deixemos o Sidónio de lado que 1917 já lá vai.

Os nossos males atuais parecem sempre os maiores possíveis e os maiores de sempre. Mas não vale a pena ser melodramático, não é assim que se resolvem problemas. Claro que é um modo de arranjar um messias, como o Sidónio, que esconda os problemas.
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De Pedro Correia a 31.05.2019 às 11:21

Não é preciso "arranjar" um messias. Ele aparece sempre: basta que as circunstâncias o propiciem.
Se alguma coisa a História nos ensina, é isto.
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De Anónimo a 30.05.2019 às 13:27

Exato. Era como a pedofilia,era tudo muito sério, só que não. O Ballet Rose,retratou muito bem a podridão do estado novo.
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De Pedro Correia a 30.05.2019 às 21:37

Outro que ainda não desembarcou no século XXI.
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De Carlos Gonçalves a 30.05.2019 às 21:49

é pena esta coisa dos blogs não ter likes como no face...
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De Anónimo a 31.05.2019 às 16:23

Os "Ballet Rose" que podiam acontecer em qualquer regimes, deram processos e condenações. Hoje dariam?
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De Vorph Valknut a 30.05.2019 às 13:35

E passou a ser noticia, porquê?
Decerto não foi pelos actores politicos terem mudado ( muitos destes processos estendem-se no tempo). Decerto, também, não foi pelos jornalistas terem mudado.

Foi o Sistema Judicial que mudou, nomeadamente a PGR e o DCIAP:

Cândida Almeida.
Estamos a falar de alguém que teve a distinta lata de dizer que "o nosso país não é um país corrupto, os nossos políticos não são políticos corruptos, os nossos dirigentes não são dirigentes corruptos. Portugal não é um país corrupto."

https://www.google.com/amp/s/www.publico.pt/2018/02/01/sociedade/noticia/periodo-socratespinto-monteiro-foi-o-mais-negro-da-justica-1801532/amp

https://www.google.com/amp/s/amp.expresso.pt/blogues/blogue_100_refens/vai-e-nao-voltes-candida-almeida=f788074

Parafraseando, um autor deste blogue:

"O PS é um Sindicato do Crime".

https://www.google.com/amp/s/observador.pt/2018/04/21/caso-pinho-ana-gomes-diz-que-ps-se-tornou-instrumento-de-corruptos-e-criminosos-e-quer-discutir-assunto-no-congresso/amp/
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De Carlos Gonçalves a 30.05.2019 às 21:50

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De Anónimo a 31.05.2019 às 16:20

Jo,
Dê lá uns exemplos de corrupção no tempo da outra senhora.
E já agora, algum magistrado depois do 25 de Abril veio queixar-se de pressões políticas antes daquela data?

Ah, a corrupção nunca foi tolerada pelo cidadão comum. O que acontece agora é que nada acontece.
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De Vorph Valknut a 31.05.2019 às 16:49

Meu caro, dê um exemplo de um magistrado do tempo da outra senhora que tenha sido julgado. Talvez aí a defesa se lembrasse das pressões
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De jo a 31.05.2019 às 18:36

Claro que nenhum magistrado se queixou de pressões políticas. Não havia necessidade de pressões, a justiça dependia do governo.

Nunca ouviu falar de Tribunais Plenários? E prisões sem julgamento? E tortura a presos? E censura?

Nesse tempo era mesmo muito perigoso falar da corrupção do poder, daí a sensação de que ela era menor. Se fosse mesmo pouca não havia necessidade de a esconder.
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De Vorph Valknut a 30.05.2019 às 10:54

Ao mesmo tempo fazem bloqueios de estrada, penhorando carrinhas de gente que mal tem sustento.

https://youtu.be/FUcsNFKWiiU

Forte com os Fracos. Fraco com os fortes. Eis o Estado.
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De Pedro Correia a 30.05.2019 às 11:00

Parecia o assalto às diligências no tempo do velho Oeste selvagem. Com o fisco a empunhar as pistolas.
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De Carlos Gonçalves a 30.05.2019 às 21:52

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De Luís Lavoura a 30.05.2019 às 11:17

carrinhas de gente que mal tem sustento

De verdade?

Uma carrinha precisa de muito sustento. O preço dela, o gasóleo, as revisões, as reparações, as inspeções... é um balúrdio. Gente que tem dinheiro para sustentar uma carrinha, dificilmente não terá dinheiro para se sustentar a si mesma. Penso eu de que. Ou então, é gente que não sabe fazer contas.
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De Pedro Correia a 30.05.2019 às 21:38

Fala-se em diligências no tempo do velho Oeste selvagem. Pensava que aparecia o LL (Lucky Luke), afinal aparece outro LL (Luís Lavoura).
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De Anónimo a 30.05.2019 às 11:28

Não bastasse a mão estendida nos semáforos de Nova Iorque, Frankfurt e agora Pequim, somos brindados com os assaltos do Centeno de não tinham não cativações suficientes.

E o povo aguenta? Ai aguenta, aguenta. O povo não é piegas!

Smoreira
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De Pedro Correia a 30.05.2019 às 11:48

Este faroeste da administração fiscal só não se adequa à narrativa do Governo, que se gaba de "devolver rendimentos".
A menos que a devolução seja em benefício da autoridade tributária, agora investida em polícia de giro.
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De Vorph Valknut a 30.05.2019 às 14:28

O mais espantoso é a crendice do eleitorado? Mas que fazer? Talvez, emigrar, ou devolver ao mundo não o silêncio, mas um manguito!

E aquela do ninguém sabia!!!....pelos vistos já tinha havido cinco daquele género. Pelos vistos foi também Gaspar que pôs na lei tal possibilidade....pelos vistos ninguém foi demitido. Aguarda-se o inquérito.
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De Anónimo a 30.05.2019 às 14:40

"xerife Centeno de não tinham não" para a cacofonia funcionar.
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De Pedro Correia a 30.05.2019 às 21:39

Os Dalton fazem parte da Autoridade Tributária?
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De Anónimo a 30.05.2019 às 13:32

A sério que aquelas pessoas não têm sustento? Eu não concordo com os métodos, mas aquele dos cavalos que deve 200mil euros às SCUT,coitadinho deve ser muito pobre. E a da multa do carro muito chocada porque podiam ter enviado para casa,então quando recebeu,porque não pagou? Estava à espera do Papa? Isso já foi.Falam dos políticos, mas há muita gente caloteira. Devem ser os que ficam em casa nos dias das eleições.
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De Corvo a 30.05.2019 às 16:02

Muito bem visto, anónimo das 13:32.
Bem visto e ainda melhor descrito.
Como se neste país onde o desenrascanço faz lei não houvesse caloteiros para tudo.
E o mais incongruente, ou talvez não, os maiores caloteiros são aqueles que melhores carros conduzem, melhor vestem, férias de sonho tiram e melhores restaurantes conhecem.
O pobre, aquele que verdadeiramente dobra a espinha por este país, esse pouco ou nada deve.
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De Vorph Valknut a 30.05.2019 às 17:11

Meu caro, por lei é o penhorado que decide o que quer penhorar. Por lei o contribuinte tem o Direito de impugnar, legalmente, a divida ( parece que o fisco anda a fazer ouvidos moucos às decisões dos tribunais, quando estes dão provimento a alguns processos contra aquele).

https://www.google.com/amp/s/www.publico.pt/2019/04/22/sociedade/noticia/financas-obrigadas-rever-processos-tribunal-desistir-1869949/amp

Por bom senso ninguém deveria ser humilhado, na via pública, em frente a televisões, alguns expondo os filhos....

Já agora o que impede ao Fisco de fazer uma espera à porta de um prédio, ou de um restaurante?

Por lei os contribuintes devem ter o Direito à Defesa, à informação, a contactar um advogado, o que no meio da estrada decerto não será o melhor local.

Por lei tive de pagar 300€ à SS de uma divida com 9 anos e 6 meses, não sabendo eu porquê (sei lá o que fiz à 10 anos, com quem falei....etc). Foi- me recomendado, por um advogado , pagar, pois a abertura de um processo no Tribunal Administrativo são 300 e picos euros, além do advogado....é assim que o Estado funciona....o mais admirável é haver atrasados mentais cheios de fel que salivam com a desgraça e humilhação alheia.

Queria era ver o Fisco apreender os Quadros, mais a Quinta daqueles que neste país foram responsáveis pelo desvio de milhares de milhões de euros. Mas aí o fisco não entra - têm contratos blindados e bons advogados, que fazem as leis para a República e assistem aos poderosos prevaricadores.

https://www.publico.pt/2018/01/24/economia/noticia/papel-do-fisco-no-apagao-dos-offshores-continua-por-apurar-1800516

Só gostava de saber o que é que o Fisco vai fazer com uma sucata de camião, que nem 8000€ deve valer?

https://observador.pt/especiais/legal-ou-ilegal-5-respostas-sobre-a-operacao-stop-do-fisco/

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De Corvo a 30.05.2019 às 21:52

É o que eu digo. O Vorph é um abençoado.
Por lei tive de pagar não uma mas várias dívidas pela utilização de 180 metros de via com portagem, que eu estava muito longe de saber que numa via normal de 4880 metros havia 180 metros tributados.
Mudei de poiso e seis anos depois paguei 6372 euros e 17 cêntimos.
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De Vorph Valknut a 30.05.2019 às 22:03

paguei 6372 euros e 17 cêntimos????!!!!

Está a brincar!!!! Não sei como não há massacres neste país....era entrar pela AT adentro com ums caçadeira....ou melhor, no Parlamento....vive-se melhor atrás das grades do que fora delas....e depois é ver uns dandys a gozarem com o pessoal ah,ah,ah
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De Corvo a 31.05.2019 às 00:11

Não estou a brincar não.
E muita sorte porque fui sim a AT saber o que se passava porque ao ritmo de quatro avisos por semana de cobrança imediata que recebia das Finanças, fui lá saber se aquilo era para se perpetuar enquanto vivesse, e a funcionária, muito bonita e bem penteadinha, com toda a simpatia e primando por uma cuidada e elegante educação, foi ver ao computador dela e disse-me:
- O senhor Corvo tem aqui mais quatro mil e tal euros que vamos enviar para as finanças, mas se quiser pagar agora são só 600 e tal euros.
Fiquei radiante e só não a beijei porque era capaz de parecer mal, mas abençoei-a e desejei-lhe todas as maiores felicidades para a vida dela. Passei logo um cheque e vim feliz para casa
Portanto esses 600 euros e mais o que já pagara deram a bonita soma de 6372 euros s 17 cêntimos porque senão tinha ultrapassado os 10000 euros.
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De Carlos Gonçalves a 30.05.2019 às 21:58

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De Vorph Valknut a 30.05.2019 às 17:57

200.000€ às SCUTS!!! Acho isso muito estranho? Mas é possivel!!

https://portaldaqueixa.com/brands/ascendi/complaints/ascendi-recebi-72-000-euros-de-multas-de-portagens-1438014

SCUTS: como pagar 147 euros por causa de 70 cêntimos...e não bufar:

http://portadaloja.blogspot.com/2014/03/scuts-como-pagar-147-euros-por-causa-de.html?m=1


"O INIR tem a tarefa de notificar o transgressor coimado na bonita soma de 25 euros porque é o mínimo para quem não pagou os 70 cêntimos devidos, segundo o critério do artº7º daquela inefável lei. O máximo seria o quíntuplo do valor mínimo da coima, ou seja, 125 euros.

O Inir é generoso com os infractores e coima-os pelo valor mínimo. Mas...atenção! O valor dos custos administrativos ( processamento da contra-ordenação, expedição de carta registada primeiro e depois simples e expedição para as Finanças, posteriormente) disparam com esta actuação do bravo instituto público: primeiro 46 euros; depois, se ainda assim não houver pagamento, os custos duplicam: 92 euros. Se isto não é uma segunda coima, não sei o que seja. Se isto não é um abuso de posição dominante e um castigo suplementar não compreendo o que seja, porque custos assim, não me parece que sejam.
Evidentemente, estes "custos administrativos" estão devidamente suportados numa Portaria fantástica também: 75 euros, mínimo de custos para recalcitrantes que não sabem que o são. Como o não sabem, não podem usufruir da generosa redução do montante desses "custos", para metade (!) pagando logo que notificados da decisão, no prazo generosamente concedido para tal. Como o recalcitrante não sabe sequer que foi coimado, pimba! Castigo, pagando o dobro dos custos, naquele "montante mínimo". Grande Portaria assinada pelo ministro Mendonça, em 2010.

Portanto, o recalcitrante que nem sabe que foi coimado, tem já às costas virtuais um procedimento contra-ordenacional que passou de 70 cêntimos para qualquer coisa como 120 euros, somando, mais coisa menos coisa, a taxa, os custos administrativos ( sim, mas não os do Inir...pelo que devem ser os da Ascendi em enviar a comunicação para o Inir) que importam em quase 4 euros e a que se somam 92 euros dos tais custos administrativos do Inir, agora sim que custa muito ser funcionário administrativo nesse instituto."
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De Pedro Correia a 30.05.2019 às 21:40

O que vale aos Rambos da AT é haver sempre uns totós que dizem amén a tudo.
Como esta caixa de comentários bem demonstra.
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De Vorph Valknut a 30.05.2019 às 21:49

Não são Rambos, Pedro. É malta do mesmo calibre daquela que abranda para ver os acidentes, ou vai de casa, para a estrada, ver mortos. As suas vidas são tão insuportáveis que precisam de ver desastres piores, que os trastes que são, para se convencerem que têm uma santa vida.
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De Carlos Gonçalves a 30.05.2019 às 22:02

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De Luís Lavoura a 30.05.2019 às 11:19

Este país sempre foi farto em cunhas, favores, e trocas de influências. Não é de agora.
Ainda bem que estes foram apanhados, mas não tenhamos ilusões, muitos outros fazem o mesmo e no passado sempre se fez também. A "falência moral" é um estado contínuo e ininterrupto de Portugal.
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De Pedro Correia a 30.05.2019 às 11:49

Esse detergente que hoje está a usar branqueia pouco. Tem de usar um mais eficaz.
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De Carlos Gonçalves a 30.05.2019 às 22:14

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De Anonimus a 30.05.2019 às 11:23

A propósito da "corrupção", da abstenção e do cantar vitória de quem tem 10% de eleitores do seu lado.
Chegará o dia em que apareça um, vamos dizer populista, agregador, carismático e inteligente, que arrebanha boa parte dos abstracionistas. Aí quero ver as cambalhotas que darão os homens do sistema. Mas será tarde de mais.
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De Anonimus a 30.05.2019 às 13:23

Abstencionistas

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De Anónimo a 30.05.2019 às 17:16

"Abstencionistas" Não, não, abstracionistas é que estava certo.
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De Carlos Gonçalves a 30.05.2019 às 22:05

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De Robinson Kanes a 30.05.2019 às 11:24

Alguém disse que isto não estava pior e não andava tudo à "batatada", passo a expressão, porque maior parte dos portugueses tinham o seu esquema...
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De Pedro Correia a 30.05.2019 às 11:54

Se for preciso manda-se já a autoridade tributária para a estrada em novas operações Stop de carácter permanente. Montada a cavalo, como a GNR.
Para pôr fim a todos os esquemas.
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De Robinson Kanes a 30.05.2019 às 14:13

Acho que em algumas situações é mais um caso de PJ... :-)
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De Pedro Correia a 30.05.2019 às 21:42

Mas se for preciso chama-se a Polícia Montada.
(Quando era pequenino queria ser da Polícia Montada...)
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De Robinson Kanes a 31.05.2019 às 08:54

Eu queria ser devedor da Caixa :-)

P.S.: desculpe, não resisti :-)
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De Pedro Correia a 31.05.2019 às 20:23

Meu caro, ponha-se na fila. Que é gigantesca.
Ou ponha-se na bicha. Que também é enorme.
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De Corvo a 30.05.2019 às 12:36

Tinham esquemas e continuam a ter, caro Kanes.
Somos uns sobreviventes natos.
E o nosso instinto de sobrevivência é a nossa maior fonte de inspiração.
Daí até nem estar muito em desacordo com o comentador Luís Lavoura.
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De Robinson Kanes a 30.05.2019 às 14:14

Meu caro, seja bem aparecido :-)

Não se confunda sobrevivência com "manhosice" :-))))
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De Vorph Valknut a 30.05.2019 às 20:58

Kanes, com o assalto fiscal que são os impostos que nos cobram, mais os salários que nos pagam, como sobreviver sem manha?
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De Carlos Gonçalves a 30.05.2019 às 22:09

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(porque tento, mas não julgo...)
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De Robinson Kanes a 31.05.2019 às 08:56

Isso é a velha história, se nos tramam, toca a tramar essa malta... O problema é que nem é sempre o assalto fiscal, é a vontade em querer fugir mesmo ou ter outro tipo de esquemas que não são só os impostos. Eu, ao invés da manha, optava pela cidadania... A verdade é que o país seria um local bem melhor! :-)
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De jpt a 30.05.2019 às 11:45

Engraçada a relação que a administração pública tem com o sistema eleitoral. Eleições cumpridas, o fisco a emboscar a populaça. E a PJ a prender os autarcas. Está a ficar um bocado esquizofrénico o ambiente
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De Pedro Correia a 30.05.2019 às 11:54

Não há coincidências. Como dizia a outra, que ainda não venceu o Prémio Camões.
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De jpt a 30.05.2019 às 12:35

Não há coincidências, como bem citas. Mas é interessante perceber dinâmicas diversas na administração pública, que a conjugação destes dois casos mostra. Temos sectores diversos, com âmbitos de actuação diversos, a actuarem em sentidos opostos (metaforicamente: uns mais papistas do que o Papa, outros cismáticos): mas ambos a marcarem as suas agendas operacionais segundo os ritmos da política partidária.
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De Pedro Correia a 30.05.2019 às 21:43

Chiça. E ainda ninguém do PAN veio protestar por aquele caso do senhor com os cavalos?
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De jpt a 30.05.2019 às 22:49

O PAN não diz nada nem dirá, desde que o Costa lhe sussurrou que trocaria o BE et al por ele. Depois das eleições vão ver o conto do vigário - e a tipa da saúde ainda lhes manda fazer uma sindicância, vais ver, que eles agora são também "Pessoas etc"
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De Pedro Correia a 31.05.2019 às 20:39

O PAN é o partido mais pleonástico da cena política portuguesa.
Pessoas - Animais - Natureza.
Como se pessoas e animais fossem parcelas dissociadas da natureza.
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De Carlos Gonçalves a 30.05.2019 às 22:12

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:D
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De a 30.05.2019 às 12:26

Vamos de mal a pior. Que podridão!
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De Pedro Correia a 31.05.2019 às 20:41

A questão é que não se vislumbra inversão de marcha. A corrupção alastra como gigantesca nódoa, conspurcando as instituições democráticas e a cidadania republicana.
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De a 01.06.2019 às 10:47

Sumariamente; vale tudo!
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De Cristina Filipe Nogueira a 30.05.2019 às 12:39

Concordo em absoluto com a “falência moral” do país, e que, como qualquer processo de falência que se preze, já se arrasta há uns anos.
Contudo, discordo frontalmente, que isso seja justificação para a abstenção, muito pelo contrário. Se os cidadãos estão descontentes com os seus representantes políticos, a única forma não inócua de agir é, precisamente, através do seu voto. Se os quase 70% de eleitores que não votaram tivessem, p. ex. votado em branco, hoje ninguém “cantaria vitória” e muito provavelmente muita coisa teria de ser repensada.
Assim, a maioria continua a assobiar para o lado e as notícias que vão surgindo dão origem a uma indignação estéril.
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De António a 30.05.2019 às 20:51

As pessoas que se deram ao trabalho de votar branco / nulo são mais do que as que votaram na CDU. Se os abstencionistas são descartáveis como a maior força política, estes seriam a quarta.
A CDU tem deputados, bancada parlamentar. Qual é exactamente a atenção ou representatividade conferidas a uma votação consciente e cívica expressa em branco? Essa gente foi até às mesas de voto. Não tem direito a ver lugares vazios?
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De Maria Dulce Fernandes a 30.05.2019 às 13:57

A falência moral não é coisa desta administração, caramba! Estamos todos equivocados e muito cegos! Foi apontada sem perdão a todos ou quase todos os governos anteriores !
Pode lá ser os arautos do socialimo e da democracia compactuarem descaradamente com tudo aquilo que criticaram e que são contrários até às doutrinas que apregoam.
A corcunda do tolo é o poleiro do esperto. Que tolos, meus senhores, que tolos.
Bom texto, Pedro. Excelente.
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De Pedro Correia a 30.05.2019 às 21:50

Obrigado, Dulce. Entretanto nunca falta quem esteja disponível para defender o indefensável. Como esta caixa de comentários bem demonstra.
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De José Carlos Menezes a 30.05.2019 às 15:00

Populistas são os do contra, os do "rebiralho". Até porque chamar "populista" é já um sinal claro de populismo mas, do "sistema"…

Isto cheira a podre. Claro que não são as ideologias, poderia dizer que os partidos também não, são as pessoas que comandam os partidos.

Mas pensemos que uma quadrilha de bandidos resolve dar o golpe de mestre: inscrevem-se nos partidos do poder, chegam às Direcções e a Secretários Gerais. E depois é todo nosso (deles).
Assim, ganhe quem ganhar, eles ganham sempre.
Os honestos ou são afastados ou afastam-se eles. Vêem que não têm hipótese de mostrar a diferença e são ridicularizados pelo main stream.

Neste caso os partidos também cheiram a podre.

E agora nós, pobres eleitores, num dia de praia e sem futebol?
Como podemos votar para mandar tudo isto à merda?

Em Portugal falta um partido de descontentes, os tais a quem a EU apelida de "Populistas" e até de "Extrema-Direita".
Extrema direita é melhor, é mais arrepiante. A neo-ortodoxia beata quase desmaia e vai a correr às novas Igrejas, aos neo-templos, …benzer-se com água neo-benta. Que gozo!

Depois lá vêem os ortodoxos dos mídia, beatos escandalizados, mais os Xicos-Espertos que anseiam pelo poder e, por isso, estudam o que a ortodoxia quer ouvir para ganhar as eleições, dizer que os "Neo-Nazis" avançam na Europa, qual exército hitlariano em marcha ordenada.

Isso, chamem-lhes "Extrema-Direita" e eles aparecem!
Nunca ouviram dizer que se chamar pelo Diabo ele aparece? Aparece pois! Suásticas e tudo!
Mas a culpa é dos neo-beatos, não do Diabo. Ele apareceu porque chamaram por ele. Gradessíssimos idiotas.

Em Portugal a abstenção chegou aos 70% porque não há em quem votar. Nos países em que há partidos do "rebiralho", a abstenção desceu.

Não perceberam ainda?
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De Pedro Correia a 30.05.2019 às 21:52

Não houve 70% de abstenção. Esses números divulgados pelo estado são mentirosos.
A abstenção não terá sequer ultrapassado 60%.
Obviamente, os mortos não podem votar. Nem as pessoas mentalmente incapacitadas.E os cadernos eleitorais portugueses contêm mais de um milhão de mortos e de incapacitados.
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De Carlos Gonçalves a 30.05.2019 às 22:26

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