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Ideias para aumentar as receitas do Estado

por Teresa Ribeiro, em 15.01.15

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Que tal aplicar umas multinhas aos queridos que tentam rebentar com os tímpanos a quem se desloca a uma sala de cinema para ver um filme? A lei estabelece limites higiénicos para a emissão de ruído, portanto há forma de evitar este flagelo. Sempre são à roda de dez minutos e ainda por cima a levar com publicidade.

Além do mais não se percebe para quê isto. Teme-se que, sentadas numa sala escura, as audiências se distraiam do que se passa no ecrã gigante que têm à frente se não elevarem o som dos spots e trailers para lá do suportável? Agora que a época dos oscares chegou e há mais gente a frequentar as salas, era bom que nos fizessem o obséquio. De caminho ainda ganham umas massas. Que tal?

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9 comentários

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De Luís Lavoura a 15.01.2015 às 16:34

É uma das razões pelas quais eu deixei totalmente de ir ao cinema.
Embora a razão principal tenha sido o ter deixado de haver intervalos no meio dos filmes.
Já não há qualidade nas salas de cinema. É tudo uma bosta feita à pressão e enfiada a martelo nos espetadores.
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De Costa a 15.01.2015 às 19:34

Mais me incomodam os hábitos inaceitáveis - mas dominantes e impunes - de quem (cada vez mais) vai ao cinema para revolver, mastigar e sorver sonoramente pipocas e refrigerantes, negando completamente o que foram há não demasiado tempo elementares regras de boa educação e deixando as salas repugnantemente sujas (o piso fica pegajoso, agarra-se aos sapatos, no final de uma sessão).

Isso e o brilho de tantos e tantos visores de telemóveis: o que terá o facebook de tão viciante que nem pelo tempo de uma sessão de cinema pode ser posto de lado?

Concordo consigo, o som de filmes publicitários, trailers " e aqueles patéticos pedidos para que se conserve a sala limpa e se desliguem os telemóveis (como se esta gente seguisse esses delicados apelos a um civismo perdido, e que devia ser desnecessário invocar, enfeitados de elaborados efeitos visuais e sonoros de ficção científica de pacotilha) é próprio de selvajaria. Bem podia ser taxado.

Mas umas multazitas aplicadas aos cavernícolas que por estes dias ditam a lei no interior das salas de cinema, também geraria boa receita.

Enfim, todos sabemos que nada disso vai acontecer.

Costa

Ps.: Os intervalos parece que voltaram. Compreende-se, o lastimável negócio das pipocas e da cola há-de gerar tanto ou mais dinheiro do que os bilhetes...
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De Zé a 15.01.2015 às 20:18


E que tal reduzirmos de facto a despesa do Estado?

Ou limitarmos a despesa do Estado a uma percentagem máxima do PIB?

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De Zé a 15.01.2015 às 20:30


E que tal reduzirmos de facto a despesa do Estado?

Ou limitarmos a despesa do Estado a uma percentagem máxima do PIB?

Ou introduzir de uma vez por todas os orçamentos de base zero?

Ou responsabilizar criminalmente os politicos eleitos e funcionários superiores não eleitos se o orçamento não fôr cumprido?

Eu por mim tou farto de dar dinheiro ao bandido, sem receber qualquer tipo de serviço que justifique o actual nível de contribuição e/ou de ser tratado como um criminoso por um manga de alpaca incompetente, que vive ás nossas custas e que por vezes se comporta como rei ou rainha da cocada preta!


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De Costa a 16.01.2015 às 10:25

Pois, possivelmente de tão brutalizados, fomos talvez aqui tomados por uma espécie de síndrome de Estocolmo fiscal e em vez de questionar firmemente o saque desapiedado, impune e malbaratado a que somos metodicamente sujeitos, até procuramos apontar novas fontes de roubo a quem nos esbulha.

Suponho que a intenção era a de um desabafo perante manifestações de decadência embrutecida (perdoe-me a autora pela intromissão). Eu pelo menos interpretei e comentei como tal.

Quanto ao que invoca, Zé, isso... neste país?

Costa
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De V. a 15.01.2015 às 20:53

As pessoas ainda vão ao cinema? Isso era no tempo do Tivoli.
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De Costa a 16.01.2015 às 10:15

Isso é certo. "Ir ao cinema", como ritual impondo boas maneiras, é coisa do passado, do tempo desse que cita e dos antigos Monumental, S. Jorge, Império e outros. Agora "vai-se ver um filme", coisa que ou se pertence ao bando da alegada geração mais bem preparada de sempre (e da que se lhe segue) ou significa frequentemente um exercício de tenacidade. Bom ou mau que seja o filme.

Costa
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De Zé a 17.01.2015 às 15:10


Que os países de religião Islâmica são um flop social, salvo raras exceções, isso é um fato, a Turquia a Jordânia, Marrocos e as Republicas Árabes Unidas, que me lembre assim de repente, parecem sobressair do rebanho pela positiva, o resto é a desgraça que se sabe de ditadura, tirania pessoal e despotismo religioso; se não fossem os rendimentos do petróleo, em muitos deles a qualidade e nível de vida seria mesmo muito desagradável, para largas camadas da população.

Que o simples controlo de armas seja suficiente para o controlo da violência, isso já é outra conversa; as torres gémeas são disso o exemplo típico.

Todo o tipo de defesa estática, está por princípio condenada a ser ultrapassada pelo espirito inventivo da mente humana, que infelizmente não é utilizado exclusivamente para criar, mas também para destruir, o Hamas por exemplo, construiu no início dos seus ataques de retribuição de boa vizinhança a Israel, misseis utilizando mangas de aço ou bilhas de gás de 50Kg soldadas; apesar de ser tudo muito básico e da precisão não ser o seu forte, o fato é que funciona e destrói do mesmo modo.

Que o atual atrito e o modo como é praticado, tem por objetivo levar o Ocidente Cristão, Liberal e Democrático a combater o Islão, ou pelo menos aquilo que alguns Islâmicos acham que deve ser o Islão, a mim não me oferece muita dúvida.

Que a procissão ainda vai no adro e que o nível de atrito vai ainda crescer bastante no futuro próximo, também não.

Que no meio desta guerra de baixa intensidade (até ver), serão as populações civis de um modo geral e as Islâmicas de modo acentuado a absorver o maior choque, também me parece óbvio.

O maior risco da Europa relativamente a este tipo de atentados, será o de poder atirar para o poder partidos políticos notoriamente xenófobos ou até neonazis; se tal vier a acontecer, o confronto armado será, na minha opinião, quase certo e todos iremos perder, mas o Islão e os Islâmicos mais do que os outros.
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De Gustavo a 22.01.2015 às 17:20

Continuo a ir ao cinema mas, de facto (devia ser fato, mas podia gerar confusão, que eu não uso fatos para ir ao cinema), hoje em dia não dispenso levar tampões para os ouvidos...

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