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Delito de Opinião

Hoje é dia de

Maria Dulce Fernandes, 14.08.22

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No dia 14 de Agosto celebra-se O Dia Internacional do Vinho Rosé

"Falar de rosé falar de França. A produção mundial de vinho rosé ronda os dez por cento, mais de 22 milhões de hectolitros. Deste total, a França corresponde a 28%, seguida da Itália (20%), Estados Unidos (com 15%) e Espanha (10%). 

Em épocas remotas a técnica de vinificação era rudimentar. Com macerações relativamente curtas, os vinhos eram consumidos ainda jovens. E era muito comum fermentarem juntas, uvas brancas e tintas. Não havia o conceito de envelhecimento do vinho, sobretudo antes da existência da garrafa e da rolha. 

Em vários quadros da Idade Média surge o vinho com uma cor que nos lembra os rosés. Também chamado clarete.

Só em 1642 no vinhedo de Argenteuil, perto de Paris, aparece pela primeira vez a palavra “rosé” aplicada a vinhos. 

À mesa, os rosés são muito versáteis combinando com pratos de difícil harmonização. É o vinho ideal para acompanhar alimentos muito variados, sobretudo nos meses mais quentes."

Na primeira vez que bebi vinho rosé, fiquei encantada. Fui sair com uma amiga e decidimo-nos por um estupendo arroz de marisco com todos. Para beber, decidimos experimentar o vinho cor-de-rosa da garrafinha abaulada, que tinha no rótulo o palácio de Mateus. Bem fresquinho. Uma delícia, naquela tarde quente e pachorrenta de Agosto. A primeira garrafa foi num ápice. A segunda também não durou muito. A terceira, não me recordo se a chegámos a terminar. Aliás, pouco me recordo do resto da tarde, mas deve ter corrido na perfeição. Prefiro um bom tinto, mas na Holanda, por exemplo, é muito mais fácil encontrar rosé português do que maduro tinto, e numa Páscoa distante acompanhámos o cabrito com Lancers e um verde branco que tinha rolha de plástico. O cabrito estava uma delícia. 

(Imagem Google)

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