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His master's voice de Setembro

por Pedro Correia, em 30.09.19

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«Ontem, no debate a seis, houve tudo menos um arrufo. Não foi bonito de se ver a interpelação de Catarina Martins a Costa. E ele respondeu-lhe à letra. António Costa foi obrigado a descer a terreiro pq [porque] eram seis contra um. Já chega de debates.»

Luísa Meireles, directora de Informação da Lusa, comentando o debate na RTP entre os líderes dos seis principais partidos

Twitter, 24 de Setembro


24 comentários

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De V. a 30.09.2019 às 09:09

Para que serve a Lusa — tirando os tachos para os socialistas?

Foi a Lusa que matou o jornalismo, os erros de ortografia aguentam-se bem. O que não se aguenta é isto.
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De Anónimo a 30.09.2019 às 22:12

A Lusa existe para fazer a propaganda do regime.
Note-se ainda como inúmeros jornais, rádios, TVs fazem simplesmente copy paste do que Lusa diz.

lucklucky
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De V. a 01.10.2019 às 01:25

Eu sei, eu sei — era uma rhetorical question..
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De Anónimo a 30.09.2019 às 09:15

O sexto elemento era o Zé Vítor, o tipo da sonoplastia.
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De JPT a 30.09.2019 às 10:07

E durante toda esta semana (coincidência, certamente), por volta das 08h45, teremos o Sr. Presidente do CA da Lusa a fazer o comentário de Economia na Antena 1. Hoje, segunda-feira, ficámos a saber (surpresa!) que Portugal nunca esteve melhor, presumo que, amanhã, terça, estaremos ainda melhor e que, ma sexta-feira, esse grande divulgador da obra de Baptista da Silva, anuncie que o Dr. Costa colocará um português em Marte, sem aumentar os impostos, nem fazer aumentar o deficit, e sempre crescendo acima da média da UE.
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De V. a 30.09.2019 às 12:25

Ah, esse cavalheiro é o sr. "Valor mensal ilíquido de 4.578,20€ pago 14 vezes por ano, acrescido de 40% a título de abono mensal para despesas de representação, no montante de 1.831,28€, pago 12 vezes por ano"

Não admira que não defenda o liberalismo porque em regimes protegidos os capatazes são mais bem recompensados.
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De Anónimo a 30.09.2019 às 18:19

Chapeau.
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De Anónimo a 30.09.2019 às 10:40

Este post é o exemplo acabado da sem vergonhice!!!
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De V. a 30.09.2019 às 12:44

Seria se tivesse sido inventado, mas eu também a ouvi dizer o mesmo ou parecido numa mesa redonda miserável depois do debate. Não foi um lapso ou uma irritação, é uma postura que nasce da impunidade. Bem pagos, protegidos, burgueses — a pança cheia...

Meu Deus, estou a ficar trotskista...
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De Anónimo a 30.09.2019 às 17:30

Aristocratas. Os protegidos são aristocratas , não são burgueses.

Antigamente a aristocracia nascia do campo de batalha , hoje nasce do socialismo.

Um dos grandes avanços do socialismo após o fim da guerra fria foi aliás quando a burguesia percebeu que se podia tornar aristocracia votando nos privilégios do estado que o socialismo dá.

lucklucky
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De V. a 30.09.2019 às 20:29

Bem observado.
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De Luís Lavoura a 30.09.2019 às 10:54

A Luísa Meireles meteu a pata na poça.
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De Anónimo a 30.09.2019 às 11:32

"A Luísa Meireles meteu a pata na poça." Pode explicar melhor?
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De PNFerreira a 30.09.2019 às 12:01

Gostaria de escrever que fiquei surpreendido ao ler as palavras da senhora directora de informação da Lusa, mas não seria verdade. Não que ela não tenha direito à sua opinião, é evidente que tem, aliás, não sei se é pior essa escancarada militância na causa governativa ou a hipocrisia de outros jornalistas / comentadores que, em contorções dignas do Circo de Monte Carlo, dizem tudo o seu contrário em acalorados considerandos até chegarem à invariável conclusão de que a razão / verdade está do lado do _________________ (a preencher conforme a cor das lentes).
Esta senhora é comentadora no Contraditório da Antena 1. Em tempos foi um programa interessantíssimo, com participantes defendendo pontos de vista diversos, muitas vezes antagónicos, evidenciando enquadramentos ideológicos pessoais, se assim posso dizer, mas quase sempre usando argumentos inteligentes, bem pensados, cultos e sobretudo críticos. Actualmente, quem ainda tem coragem para sintonizar aquilo, leva com Luísa Meireles e Raul Vaz, vozes dos donos versão PS e PSD. O facho que a senhora agora carrega, iluminando a escura mina da indigente justificação de tudo e um par de botas, foi durante o governo anterior corajosamente empunhado pelo cavalheiro. Deve ser isto a chamada alternância democrática...

Jornalismo livre é um direito democrático, insubstituível numa sociedade saudável e que se respeite a si própria. Não me verão a dar para o peditório da crucificação do jornalismo e dos jornalistas. Até porque sei muito bem qual é o verso dessa medalha e prefiro mil vezes jornalismo independente medíocre e cheio de vícios, a jornalismo "de referência" amordaçado. Se escrevo assim é porque me preocupa o estado da comunicação social em Portugal, ou seja, o meu direito a estar informado, e o modo como pessoas com responsabilidades na comunicação social se sentem no direito de dar tão maus exemplos. Parece-me impossível que não impere um certo sentido de decoro ou de missão em quem tão levianamente assim se alivia em público das suas opiniões. Que diabo, nem que fosse um mesquinho sentido de defesa da corporação que levasse esta gente a ser menos opinativa e mais... jornalista!
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De V. a 30.09.2019 às 12:35

Acho que é esse equívoco de haver um "direito a estar informado" que cria o embuste da utilidade pública de uma central de notícias controlada pelo governo.
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De PNFerreira a 30.09.2019 às 13:32

O embuste que refere e com o qual concordo não coloca em causa o que defino como direito à informação. Talvez seja a palavra, rompida de tanto uso, que esteja desvalorizada nestes tempos...

Em tese posso admitir a existência de comunicação social pública em países com baixa literacia, muita pobreza, onde o acesso à informação seja "um luxo" ao alcance de uma minoria, mas num país como o nosso é um mero instrumento ao serviço do poder político. Este é um triste exemplo, embora não seja o único. Repare como até primeiros-ministros que tentaram cultivar uma certa aura liberal (assim de repente penso em Passos e antes Durão Barroso) nunca tocaram na Lusa ou na RTP.
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De V. a 30.09.2019 às 16:47

Sem dúvida, quem quer estar informado e ler jornais — deve comprá-los.
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De JPT a 30.09.2019 às 15:14

O Raul Vaz é certamente próximo do PSD, mas do PSD da Ferreira Leite, do Pacheco Pereira, do Capucho e daquele careca do programa seboso da SIC (o careca que não é o Daniel Oliveira). Portanto, parece-me evidente, que não foi frete nenhum ao anterior governo, metê-lo a falar na Antena 1.
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De PNFerreira a 30.09.2019 às 16:14

É a sua opinião e respeito-a. Porém não concordo com o que diz. Lembro muito a defesa emcarniçada do governo de Passos Coelho. E, já agora, a pouca satisfação com a vitória de Rio contra Santana. Vejo-o muito mais na linha da "direita Observador" do que propriamente do Pacheco ou do careca.
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De PNFerreira a 30.09.2019 às 16:53

Lembro muito "bem" e "encarniçada". Por telemóvel é mais difícil...
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De Anónimo a 30.09.2019 às 18:13

Parabéns, pensar e escrever bem, algo cada vez mais raro.
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De Anónimo a 30.09.2019 às 18:00

Culambismo, como diria MEC.


http://www.citador.pt/textos/o-engraxanco-e-o-culambismo-portugues-miguel-esteves-cardoso


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De Carlos Gonçalves a 30.09.2019 às 18:57

Outro dia, a propósito do desabafo de que quase já só procurava informar-me com o "Russia Today" perguntaram-me:
-E o contraditório?
O contraditório? O contraditório sou eu que o faço. Quem espera que lho façam são as crianças. É por isso que não têm direito a voto.
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De Anónimo a 30.09.2019 às 22:05

Entre um governo que faz o mal e o povo que o consente, há uma certa cumplicidade vergonhosa." - Victor Hugo

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