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Hergé já o tinha previsto.

por Luís Menezes Leitão, em 01.05.19

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15 comentários

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De Bea a 01.05.2019 às 08:27

Hergé conhecia era profundo conhecedor da espécie e do género.
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De Vorph Valknut a 01.05.2019 às 08:56

“CIA operations follow the same recurring script. First, American business interests abroad are threatened by a popular or democratically elected leader. The people support their leader because he intends to conduct land reform, strengthen unions, redistribute wealth, nationalize foreign-owned industry, and regulate business to protect workers, consumers and the environment. So, on behalf of American business, and often with their help, the CIA mobilizes the opposition. First it identifies right-wing groups within the country (usually the military), and offers them a deal: “We’ll put you in power if you maintain a favorable business climate for us.” The Agency then hires, trains and works with them to overthrow the existing government (usually a democracy). It uses every trick in the book: propaganda, stuffed ballot boxes, purchased elections, extortion, blackmail, sexual intrigue, false stories about opponents in the local media, infiltration and disruption of opposing political parties, kidnapping, beating, torture, intimidation, economic sabotage, death squads and even assassination. These efforts culminate in a military coup, which installs a right-wing dictator. The CIA trains the dictator’s security apparatus to crack down on the traditional enemies of big business, using interrogation, torture and murder. The victims are said to be “communists,” but almost always they are just peasants, liberals, moderates, labor union leaders, political opponents and advocates of free speech and democracy. Widespread human rights abuses follow.”

Steve Kangas (Steven Robert Esh, May 11, 1961 – February 8, 1999) was a journalist, political activist and chess teacher known for his website Liberalism Resurgent and highly political usenet postings. Until 1986 he allegedly worked for the U.S. military. His stay in Berlin turned him from a conservative into an outspoken liberal. His writings were sharply critical of the business propaganda of the overclass and the CIA.

On February 8, 1999, Kangas was found dead.

Outras das particularidades destes wisterblowers é que mais tarde ou mais cedo suicidam-se, ou são considerados loucos pela comunicação social (a destruição de carácter daqueles que se opõem).


https://www.google.com/amp/s/amp.theguardian.com/world/2002/apr/21/usa.venezuela

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De Vorph Valknut a 01.05.2019 às 09:13

AO SUL DA FRONTEIRA, DE OLIVER STONE

https://youtu.be/dlidWZoy9ag

Lista de intervenções americanas para derrubar governos eleitos, ou fragilizar lideres politicos ao imperialismo americano na América Latina:


Guatemala, onde foram cumplices de uma limpeza étnica, República Dominicana, Brasil (Operação Brother Sam), Bolivia, Chile, Venezuela, El Salvador, Nicarágua, Grenada (The United Nations General Assembly called the U.S. invasion "a flagrant violation of international law").....etc.....nem um pio no Ocidente.

Sugestão literária:


America's Backyard: The United States and Latin America from the Monroe Doctrine to the War on Terror

The United States has shaped Latin American history, condemning it to poverty and inequality by intervening to protect the rich and powerful. America’s Backyard tells the story of that intervention.

Using newly declassified documents, Grace Livingstone reveals the US role in the darkest periods of Latin American history, including Pinochet’s coup in Chile, the Contra War in Nicaragua and the death squads in El Salvador. She shows how George W Bush’s administration used the War on Terror as a new pretext for intervention; how it tried to destabilise leftwing governments and push back the ‘pink tide’ washing across the Americas. America’s Backyard also includes chapters on drugs, economy and culture. It explains why US drug policy has caused widespread environmental damage yet failed to reduce the supply of cocaine, and it looks at the US economic stake in Latin America and the strategies of the big corporations.

Today Latin Americans are demanding respect and an end to the Washington Consensus. Will the White House listen?



https://www.amazon.com/Americas-Backyard-United-America-Doctrine/dp/184813214X


Quem me garante que a miséria na Venezuela não se deve em parte a uma sabotagem económica feita pelo "Ocidente", como reiteradamente tem sucedido? ( ex: Iraque, Ilhas Chagos, Irão, Rússia, Equador, etc).


Sãos os Donos disto Tudo. Os paladinos dos Direitos Humanos



https://en.m.wikipedia.org/wiki/United_States_embargoes



https://en.m.wikipedia.org/wiki/United_States_involvement_in_regime_change
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De Anónimo a 02.05.2019 às 01:31

Um Marxista odeia sempre o Povo. Quando muito usa-o quando conveniente, mas quando sai à rua contra um regime defendido aí já são os "americanos".

O Marxista não quer que as pessoas possam escolher como viver, pois precisa desse Poder.

lucklucky
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De Anónimo a 02.05.2019 às 19:15

Ó lucklucky, ainda não tratou da sua paranóia com o marxismo?
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De Vorph Valknut a 01.05.2019 às 09:16

Para quem quiser ver acima da superficie. Está aqui tudo:


War by other means - IMF _ World Bank are weapons of war , by John Pilger.

Um documentário profético realizado em 1992.

https://youtu.be/79bZ71fUZRU

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De Vento a 01.05.2019 às 10:38

A situação na Venezuela permite-nos conclusões que importa reflectir. Os russos têm a perspectiva que o Ocidente é sociologicamente fraco. Deixou de ter firmeza e convicções e suas prioridades giram em torno de fracas ideias civilizacionais.
O golpe revelou-nos que o que está em causa não é a situação interna da Venezuela, mas sim a própria Venezuela e o que ela representa estrategicamente para o mundo.
O grupo de Lima limitou-se à leitura de uma cartita de intenções ainda durante a ocorrência do golpe e a UE, entalada que está entre a Rússia e os USA, continua a revelar que a Venezuela importa na medida em que esta é importante para os americanos.
A terceira e última conclusão centra-se no facto da Rússia ter emergido como superpotência com nova e eficaz estratégia para determinar os acontecimentos no mundo. Aconteceu ontem e durante a madrugada de hoje na Venezuela, como já tinha acontecido na Síria, no Cazaquistão, na Crimeia e na Ucrânia. A Venezuela do golpe não foi somente população na rua e alguns militares, foi fundamentalmente um ninho de espiões que demonstrou o quanto a inteligência secreta russa foi determinante ao evitar um confronto entre militares e a população Venezuelana. Maduro saiu mais reforçado desta intentona e indica-nos que o próximo golpe na Venezuela, a existir, terá de ser sangrento.

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De Maria Dulce Fernandes a 01.05.2019 às 11:07

Ramon Zarate laçava facas nas horas vagas, entre um e outro coup d'Etat.
Visionário como ele só, Hergé definiu o político moderno e as suas caras de ocasião, contando claro com a Peggy na equação.
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De Anónimo a 01.05.2019 às 16:00

Topou a coisa. Mais uns anos e acrescentaria uns cavalheiros bem comportados,ora do sol levante ora do sol poente,segredando prendas e desejos ou a Tapioca ou a Alcazar.
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De Anónimo a 01.05.2019 às 20:11

Excelente.

lucklucky
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De Anónimo a 01.05.2019 às 21:42

Nunca consegui perceber porque é que Tintin apoiava o general Alcazar.
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De João Pedro Pimenta a 01.05.2019 às 22:30

Espero que na Venezuela não estejam uns pobres diabos prestes a ser fuzilados dependentes de eventual mudança de regime. Se assim for, espero que o comandante do pelotão de fuzilamento seja como o de S. Theodoros e os leve ao comando beber uma aguardente.
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De Luís Menezes Leitão a 02.05.2019 às 11:11

Bem visto! E que entretanto a revolução triunfe e os tire do pelotão de fuzilamento.
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De Vorph Valknut a 02.05.2019 às 22:15

Luís, como explica que Gaidó ainda não esteja preso e circulem pelas ruas de Caracas jornalistas estrangeiros? Que ditadura estranha.
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De Anónimo a 03.05.2019 às 19:53

Ao menos o Luís reconhece que em Espanha há presos políticos e como tal está a ser coerente.
Já outros bloggers do Delito de Opinião (não vou dizer nomes) acham que Espanha é uma "democracia" enquanto a Venezuela por muito menos é uma "ditadura".

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