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Grécia antiga (50)

por Pedro Correia, em 30.07.15

«Eles [governo grego] recuaram muito, mas a Alemanha recuou muito mais. (...) Conseguiu dobrar a Alemanha, que não queria nenhum acordo e foi forçada a engolir. (...) Terminou a austeridade pura e dura [na Grécia].»

Freitas do Amaral, na RTP informação (25 de Fevereiro de 2015)

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24 comentários

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De amendes a 30.07.2015 às 22:05

Este é outro infeliz que não acerta uma! Só não se engana no envio da conta dos pareceres!
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De Anónimo a 30.07.2015 às 22:08

E?... É de ficarmos felizes ou contentes com o autoritarismo da Alemanha? Será que a Alemanha não aprende a viver em comunidade nem depois do já fizeram à Europa e que todos lhe perdoaram? Não sabem, a prova está à vista. Eles querem dominar tudo e todos.
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De lucklucky a 31.07.2015 às 00:22

Autoritarismo?!

Se um produto que você comprou falhar você é autoritário se for à empresa dizer para devolver o dinheiro ou a reparação?
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De Anónimo a 31.07.2015 às 11:29

Se comprar um produto e ele falhar, se ele, estiver dentro da validade, de certeza que é trocado. Isto não é autoritarismo, são as regras, a funcionar como devem ser. A Alemanha é autoritária e dominadora e não aprendeu nada, com os erros que praticou.
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De lucklucky a 31.07.2015 às 20:50

Qual diferença para as dívidas? A Grécia não vendeu dívida prometendo que o seu produto cumpria determinadas garantias?
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De Anónimo a 01.08.2015 às 02:16

A Grécia são os gregos. Os gregos não fizeram dívidas, nem fizeram trafulhices. Quem fez que pague pelos erros que praticou. A UE, BCE, Eurogrupo e FMI que foram mandando dinheiro, sem se preocuparem se tinham ou não como pagar, também foram responsáveis. Paguem pelo desleixo e por alinharem na bandalheira. Para a UE, BCE, Eurogrupo e FMI apenas lhes interessa que se massacrem os gregos e assim sendo, vão continuando a emprestar dinheiro. Mas que loucura é esta? Por onde anda o bom senso? Estamos rodeados de tecnocratas loucos que em vez de construir destroem.
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De Coitadinho enganou-se a 31.07.2015 às 02:17

Não,os pobres gregos estão pior,Vexa é que está melhor(pelo menos não se tem queixado).
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De JG a 31.07.2015 às 09:46

Quem lê estes posts pensa que se enganou e foi parar ao Insurgente, ao Blasfémias ou ao Observador... Sim, há muita gente que tem de engolir o entusiasmo pueril com que saudou a chegada ao poder do Syriza. Sim, o Tsipras e companhia fizeram entrada de leão e saída de sendeiro. E daí? Qual é o ponto a provar? Alguém pode honestamente dizer "Eu é que tinha razão"?
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De Pedro Correia a 31.07.2015 às 14:00

Quem leia os pensamentos do Professor Freitas do Amaral pensa estar no Observador? Não fazia ideia que o ex-MNE de Sócrates traçava a linha editorial do Observador.
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De JG a 31.07.2015 às 17:25

Refiro-me aos posts da série "Grécia Antiga".
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De Pedro Correia a 31.07.2015 às 18:47

Estes 'posts' são citações. Só. Não sei se já tinha percebido isso.
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De JG a 02.08.2015 às 01:40

Já tinha percebido que são citações, sim. Imagino que não tenham sido escolhidas ao acaso nem inocentemente, até porque têm um denominador comum, o "gregos-malandros-que-queriam-fugir-às-suas-obrigações". E essa é a cartilha seguida por blogs e sites como o Insurgente, o Blasfémias ou o Observador.

Só me falta perceber o prazer que tanta gente aparenta ter na derrota dos gregos.
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De Pedro Correia a 02.08.2015 às 17:27

Parabéns. A sua argúcia intelectual pede meças à do Professor Freitas do Amaral.
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De JG a 03.08.2015 às 16:56

Posso discordar de si sem que insulte o meu intelecto?
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De Pedro Correia a 06.08.2015 às 12:50

Compará-lo ao Professor Freitas do Amaral é insultar o seu intelecto?
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De Anónimo a 31.07.2015 às 13:18

«Eles [governo grego] recuaram muito, mas a Alemanha recuou muito mais. (...) Conseguiu dobrar a Alemanha, que não queria nenhum acordo e foi forçada a engolir. (...) Terminou a austeridade pura e dura [na Grécia].»

Freitas do Amaral, na RTP informação (25 de Fevereiro de 2015


Lamento, mas o Prof. Freitas do Amaral está carreagdo de razão. Vê-se bem que foi MNE.
Esta foi a maior negociação de que há memória na UE: a Gr falida contra quase 30 países, a COM, o BCE, O FMI, que preferiam não ter de lhe voltar a emprestar dinheiro.
Mas vão emprestar. Com condições é certo, mas o dinheiro vai entrar.
E antes do fecho das negociações, o que existia era uma mesma exigência de austeridade, sem este "bolo" de dinheiro associado.
E vai pagar menos do que aquilo que pediu. Parte da dívida ser-lhe-á perdoada.
Mais tarde, mas sê-lo-á.

Como diriam no Brasil "baita negociação, Tsipras".
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De Pedro Correia a 31.07.2015 às 14:00

Mas afinal houve "negociações" ou houve 'diktat'?
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De Costa a 31.07.2015 às 19:03

Deve depender do local, do interlocutor, do blogue em que se comenta. Heróicos resistentes, uns; facínoras irredimíveis , outros. Por dogma, sempre os mesmos de um lado e do outro.

"Baita negociação" (suponho que isso seja elogio), sem dúvida, aquilo que leva aos gregos redobrada austeridade em resultado da "baita actuação"(suponho que se possa usar esta fórmula) dos seus governantes do Syriza ao longo dos últimos meses.

Costa
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De Pedro Correia a 02.08.2015 às 17:29

"Terminou a austeridade pura e dura", concluiu o ex-candidato presidencial da direita portuguesa. Tem razão. Resta agora apenas a austeridade dura, passe o professoral pleonasmo.
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De cristof a 31.07.2015 às 16:05

São uma delícia estes seus posts; que os dedos nuca lhe doam, para nos trazer mais
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De Pedro Correia a 31.07.2015 às 18:48

Em princípio ficam por aqui. Julgo que já basta.
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De William Wallace a 31.07.2015 às 21:18

Não se acanhe, ponha mais alguns, que os Portugueses têm a memória curta e a carcaça (a Grécia) ainda dá mais uns bifes tenrinhos além de que infelizmente para nós Portugueses existem alguns entre nós que "pensam" que a Grécia teve uma grande vitória em face do diktat do eurogrupo.

A Grécia com o seu destino presente e no futuro próximo é a prova inequívoca que a UE NÃO SERVE os seus POVOS.



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De francisco cruz a 31.07.2015 às 18:31

Permita, por favor, que lhe apresente uma sugestão, qual seria a de reunir num só trabalho toda a série de "frases proféticas" que tem sido apresentada com admirável e valiosa utilidade.
E parabéns de um leitor diário!
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De Pedro Correia a 31.07.2015 às 18:48

Hei-de trazer aqui um remate a esta série. Sem numeração. Numa espécie de síntese final.

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