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Grécia antiga (5)

por Pedro Correia, em 19.05.15

«Os gregos abrem uma porta para a transformação das políticas da União Europeia no que diz respeito à dívida e à sua bravura. Os gregos abrem uma porta para a transformação das políticas da União Europeia no que diz respeito à dívida e à sua reestruturação, ao combate ao desemprego e à reconquista de possibilidades de desenvolvimento para os nossos países. A conferência europeia de credores e devedores que Alexis Tsipras, futuro primeiro-ministro grego, tem preconizado deve ser defendida pelas outras capitais europeias - a começar pelos governos de Portugal e Espanha, que devem também mudar durante este ano.»

Rui Tavares, no Público (26 de Janeiro de 2015)


32 comentários

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De Livre/Tempo de por os calcantes no chão a 19.05.2015 às 16:16

A Comissão Europeia já terá feito a proposta de solução para o impasse na Grécia. De acordo com a imprensa grega, os parceiros europeus comprometem-se a desembolsar a tranche que está pendente de 1,8 mil milhões de euros de ajuda, mas pedem em troca medidas orçamentais de cinco mil milhões entre 2015 e 1016.

A proposta que está a ser divulgada pelo jornal grego VIMA, e citado pela Bloomberg, mas que ainda não é oficial, prevê que a União Europeia entregue à Grécia 1,8 mil milhões de euros respeitantes à tranche de apoio que está pendente e que depende das negociações a bom porto. Além disso, dá o pagamento de 1,9 mil milhões de euros respeitantes a lucros com o programa SMP – o programa de compra de dívida – a partir de julho.


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De JSP a 19.05.2015 às 17:26

Não pode ser negado que o tavares faz o possível, e o impossível, para conseguir um tachito num hipotético "governo "SUCIAlista..
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De Prof. Karambolas a 19.05.2015 às 18:13

O governo de Portugal a que iremos ter direito este ano será de certezinha absoluta uma grandiosa maioria pralamentar do Costa mais o Livre que mudou de nome mais o partido do Madaleno que sofreu uma OPA da Amaral Dias mais o resto do BE mais os outros estilhaços todos do BE, mais a arquitecta Roseta e o Zé Sá Fernandes, que a custo deixarão a autarquia onde tanta falta fazem, governo esse que irá sem dúvida nenhuma pôr em prática maravilhosas promessas copiadas da sebenta Tripas-Varoufacas.
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De Isto vai a 19.05.2015 às 18:57

A chanceler alemã e o presidente francês disseram esta terça-feira em Berlim que a Grécia tem até ao final do mês para chegar a um acordo. "O tempo urge", disse Nicolas Sarkozy, mil perdões, FRANÇOIS HOLLANDE, repito FRANÇOIS HOLLANDE por via das dúvidas.

(Notícia de hoje, 19/05/2015, à tarde)

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De Tiro ao Alvo a 19.05.2015 às 19:08

Está provado que o Tavares não dá para profeta. Nem para profeta, nem para profeta da desgraça.
O Tavares dá mal para historiador, por que gosta de historiar contra a corrente, de trás para a frente, muito para a frente, para lá da frente, para a frentex. E para a frentex está visto que ele é mau "estoriador".
Pode ser que com o tempo mude, pode ser que não. A ver vamos.
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De Vento a 19.05.2015 às 22:40

Pedro, há uns meses afirmei que ainda a procissão ia no adro. Agora afirmo que o esquife que tantos anunciavam afinal contém nada.
Sim, a Europa mudou e a Grécia ajudou bastante.
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De LOL a 19.05.2015 às 23:01

A isso chama-se, em bom português, Wishful Thinking.
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De Vento a 20.05.2015 às 11:39

Tal e qual. Aliás, o AO assim confirma.

Mas o meu comentário não é um wishful. É uma afirmação definitiva que encerra uma outra anterior. Fique atento.
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De William Wallace a 20.05.2015 às 01:32

Apesar do governo grego já ter cedido em quase tudo, a mão neoliberal que controla as politicas europeias e os políticos europeus como se viu com Hollande que anda num frenesim mercantilista é mais forte (muito mais forte).

O pessoal aqui na Europa que tem ideias diferentes das actuais, algumas bem válidas ainda não conseguiu reverter nada (a bazuca do Draghi é só mais uma forma de controlo) ainda está a lutar contra isto (politicas anti-cidadãos / países fracos) e no próximo ano vai levar com a bomba de fragmentação que dá pelo nome de TTIP e aí é que vai doer a sério.

Caro Vento a malta que não abra da pestana a sério e comece a mexer-se em todos os países para uma EFICAZ oposição que logo choram.

E os gregos melhor (para a elite liderante) que saírem pelo seu próprio pé, vai ser serem empurrados para fora e depois convidados a voltarem a entrar, aí é que vai ser.

Se em Portugal houvesse um SNP , eu votava SNP , sendo a Europa equivalente ao UK.

O Pedro Correia com esta série tem dois méritos, mostra a falta de vontade de quem quer mudar para que tudo fique na mesma e a monstruosa encenação que é levada a cabo para dizer ás pessoas que não existem alternativas embora existam podem é ser um bocadinho mais custosas no curto prazo mas depois de 7 anos (7 ANOS) disto é só mesmo masoquismo não querer mudar e talvez seja importante alguém reflectir e expor alternativas sérias.

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De Vento a 20.05.2015 às 11:56

Já andamos a fazer isso, a mudar e a combater, caro William. A mudança do sistema só pode ser feita por nós. Temos de ser nós a mudá-los e fazer vê-los que já não gatinhamos.

Não podemos esperar que sejam os partidos per si a mudar, temos de ser nós a ir ao encontro deles para mudar. Temos de ser a força que lhes falta.

Já aqui afirmei em tempos que a internet transformou-se na arma dos pobres, dos que não têm vez nem voz. Se a soubermos usar com sabedoria, reflexão e razão verificará os bons resultados que podem ocorrer.
Mais ainda, os partidos são filhos do sistema. Vejo neles também a nossa culpa.

Repare que é mais fácil enganar que mostrar a alguém que está enganado. Significa isto que também devemos rever os nossos conceitos, objectivos e as nossas certezas; e compreender que uma Verdade inteira é a soma de várias parcelas verdadeiras.
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De rmg a 20.05.2015 às 13:51


Meu caro

Ainda há dias aqui escrevi que os que querem mudar para que tudo fique na mesma são precisamente aqueles que, instalados nas suas reformazinhas e comodidades - que rezam para que não lhes faltem nunca - acham que gritando aos 4 ventos a sua indignação vão limpando as suas consciências de não fazerem nem nunca terem feito nada para mudar as coisas, refiro-me a actos e sacrifícios pessoais e não aos que lhes são impostos.

Sei bem que não é o seu caso pois é comparativamente novo e para si é fulcral que muita coisa mude (penso que será da idade ou pouco mais novo que meus filhos) mas as caixas de comentários estão cheias de velhos, uns como eu que vou agora fazer 300 kms e continuarei acordado como sempre até às 3 da manhã e outros como A ou B que se calhar já nem ao café da esquina vão e às 10 da noite já dormitam no sofá, há de tudo como se imagina.

Você bem precisa que as coisas mudem pois presumo que já não tem idade para ser aceite em muito emprego e ainda não tem idade para se sentar de pantufas ao computador o dia todo.
Como lhe disse os meus filhos foram, vieram, se calhar algum volta a ír, não tarda põe-se o problema para os netos.

Hoje a emigração da malta nova é uma questão muito diferente e só quem tem filhos e netos que não protegeu demasiado o percebe: com viagens a pataco,télémóveis e skype, estar a 300 kms ou a 3000 kms não é assim tão diferente para eles (refiro-me aos jovens e até menos jovem que cresceram num mundo que deixou de ser só ali a "rua" deles).


Como tenho netos adolescentes preocupo-me com o futuro deles e tenho pouca paciência (como sabe) para os que prometem os "amanhãs que cantam" quando me parece evidente que por esse mundo mal globalizado de hoje "os amanhãs já nem conseguem assobiar".

Quanto aos seus 7 anos (ou 8, 9, 10, etc, sei lá).
Veja à sua volta quantas pessoas estão dispostas a isso, dispostas mesmo e não só concordantes para lhe agradar nem para parecerem bué da fixes.
E tente perceber bem o que é que a maioria da malta entre os 15 e os 25 anos quer da vida (a maioria!).

O que se passa na Grécia está a mudar a Europa, de facto, basta ver as sondagens e os resultados relativos aos partidos mais próximos, a começar por Espanha: agora já a UE começa a poder desbloquear as situações...

Um abraço



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De Tiro ao Alvo a 20.05.2015 às 22:19

O William e o Vento andam a sonhar acordados e não querem ver a realidade.
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De Vento a 21.05.2015 às 12:03

Felizmente que anda por aqui você, um grande iluminado, para me despertar.
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De William Wallace a 22.05.2015 às 00:56

Nota-se que o "tiro ao alvo" é fraco de pontaria!

Concordo com o Vento quando entendo que o devo fazer e discordo quando assim tem de ser !

Eu até me queixo que este governo não fez a austeridade que devia !

"Estamos disponíveis para soluções positivas, não para penhorar futuro
tapando com impostos o que não se corta na despesa."

OU


"Nas despesas correntes do Estado, há 10% a 15% de despesas que podem ser
reduzidas."

Como já aqui escrevi o que o PS propõe não é exequível, trata-se de antecipar (possíveis) receitas futuras das pessoas / trabalhadores e distribui-las já para ver se isto "melhora".

Este PS de AC é o mesmo de há 4 anos (nem recauchutado foi), são as mesmas caras, as "mesmas" politicas.

Os caciques socialistas obrigaram AC a agir porque aí não tinham mesmo hipótese nenhuma de chegar á vitória tal era a falta de atitude de AJS.

Não é por discordar do actual governo, a quem só reconheço competência ao Ministro da Saúde que irei votar PS, há mais alternativas, nem que seja a abstenção, essa grande vencedora de eleições.
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De Vento a 22.05.2015 às 13:14

William,

não dê muitas explicações e não se sinta na obrigação de justificar-se só porque discordam de si.

Permita um pequeno conselho: quando lhe perguntarem as horas não dê também a marca do relógio. Diga as horas e siga em frente.

Não se importe com o facto de ser ou não aceite. Isso é para quem vive ansioso e quem quer insinuar-se aos outros. Isso é para "rapariguinhas" afogueadas em suas pseudo-lides domésticas.
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De William Wallace a 22.05.2015 às 15:59

O Vento terá pois alguma razão no que diz, tentarei levar esse conselho a peito, afinal nos tempos que correm essa é uma forma de quem quer sobreviver entre os inúmeros exemplos de desonestidade intelectual.

Não será fácil, mas posso tentar.

Obrigado Vento, é bom aprender com quem sabe mais do que nós.
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De Vento a 22.05.2015 às 21:26

Eu podia dar-lhe uma resposta certeira e com a mesma intensidade com que você busca chamar a si o nirvana da honestidade. Mas não vou por aí pelo apreço que ainda sinto por si.

Mas posso responder assim:
Lá vai o William pelos caminhos do que é honesto ou não é. Há uma economia de tempo e de ideias que necessita ser gerida.

O meu caro deve expôr mas não se deve expor; e quando digo não se deve expor simplesmente afirmo que a honestidade não se vê pelo número de caracteres que se debita e/ou pela condição em que alguém se encontra. Marque posições com factos e não com palavras demasiado redondas.
A própria exposição que faz já é uma forma de distinguir-se e/ou de aproximar-se perante os outros. E cada um vive honestamente com seus ideais. Essa do intelectualmente honesto e/ou desonesto é argumento de lana caprina.

A honestidade não se compra nem se vende nem tampouco se afirma, vive-se. Não creio que a típica conversa de aldeia produza quaisquer resultados. É o que pretendi dizer.

Não tem que agradecer o que já tinha sido dado de graça.
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De William Wallace a 23.05.2015 às 02:31

Na resposta que dei anteriormente não havia qualquer ironia Vento !

A desonestidade intelectual a que me referia dirigia-se não a si, mas ao geral das pessoas que atiram para o ar a ver se acertam.

O seu conselho é deveras pertinente e de facto ninguém deve ser obrigado a mostrar a cor da camisola quando os argumentos em baseia o seu raciocínio são suficientes para tornar o seu raciocínio quase á prova de bala.

Acontece que por defeito ex-profissional muitas vezes tinha de actuar dessa forma de forma a fechar a venda ou não perder o cliente mostrando-lhe que eu próprio usaria esse produto porque já o tive / testei ou as fontes de informação sobre o mesmo eram muito credíveis.

Mas adiante, eu não guardo os comentários que faço por aqui nem tenho pachorra para linkar conteúdos até porque este blogue (plataforma) não permite uma rápida visualização mas compreendo pois poderia tornar-se fastidioso.

A maior das pessoas que aqui deixa umas larachas contra ou a favor muitas vezes não o faz de forma honesta (argumentos sólidos/defensáveis) recorrendo á propaganda para fazer passar a sua mensagem e é essa banalização do comentário que lhe destrói a força.

Infelizmente é assim cada vez mais em todo o lado e nem se pára para pensar nas parvoíces que se debitam como se fossem pipocas a saltar, o que não contribui nada para reflexões sérias sobre assuntos importantes, mas é que há embora eu não concorde e lute contra isso, ora argumentando, ora não passando cartão.

Espero Vento que agora tenha entendido o que quis dizer no comentário anterior e volto a dizer, o seu conselho é pertinente.
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De Vento a 23.05.2015 às 12:15

Peço desculpa ter interpretado mal. São as vírgulas ou ausências dela que geram estas coisas.

É isso mesmo William. Quando há uma mensagem e uma ideia para construir valores e situações temos de nos negar, de evitar o eu. A não ser em situações específicas.
Quem anda por aí com exemplos pessoais e ataca outros só revela falta de auto-estima. A falta de auto-estima vê-se naqueles que pensam que dizendo mal dos outros se elevam. São falsos, vivem convencidos que o Sol gira em torno de seu umbigo. E quando fazem algum bem não é porque o queiram fazer, mas porque querem elevar-se ainda mais diante dos outros.

Outros fazem o que o William refere, propaganda sem solidez. Convencidos que fazem um grande serviço à nação. Não tenho pachorra para gente assim, mas não lhes dou abébias.

Com as renovadas desculpas, receba um abraço
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De Anónimo a 19.05.2015 às 22:58

Deveriam, mas foram os primeiros a dizer não e a porem-se ao lado daqueles que se borrifam para a nossa dignidade enquanto humanos. Louvo, o ministro das finanças grego que diz: primeiro que o pagamento ao FMI estão os gregos, principalmente os pensionistas. A isto chama-se seriedade, de quem prometeu e mesmo perante a adversidade, dos seus semelhantes, eles tudo fazem para honrar a sua palavra e a darem alguma dignidade ao seu povo que está farto de ser martirizado.
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De Bem Visto! a 20.05.2015 às 14:04

Pois claro, e quanto se acabar o dinheiro de vez, paga-lhes com cachecóis da Burberry. Depois manda cortar o cabelo a toda a gente e vende no mercado, conseguindo assim uma pipa de massa para ordenados e pensões. Assim mesmo é que é.
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De Anónimo a 20.05.2015 às 15:30

Onde estão assegurados os direitos humanos?
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De Raio de pergunta... a 20.05.2015 às 18:02

Na Declaração Universal dos Direitos do Homem.

E se não há taxation without representation, representation without taxation só na cabeça rapada do Varoufucker.
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De Anónimo a 20.05.2015 às 22:48

Então porque existe a Declaração dos Direitos do Homem se na hora do cumprimento dos mesmos, esquecem-se e é o que vê! Deixemo-nos de cinismos e sejamos mais humanos que é coisa que anda longe, bem longe.

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De Então conte lá a 21.05.2015 às 17:06

A quantos imigrantes sem-abrigo dá comida e alojamento?
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De Anónimo a 21.05.2015 às 21:07

Não lhe vou dizer o que faço porque quem faz, não o diz, mas faço e sempre fiz o bem ao longo da minha vida. Não me compete a mim nem a si nem aos outros, mas ao Governo. É para isso que temos Governos, senão deixa de ter sentido haver os ditos se somos nós, a zelar uns pelos outros.
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De Receita para aviar com urgência a 21.05.2015 às 22:44

“Ask not what your country can do for you – ask what you can do for your country,” (John Fitzgerald Kennedy)
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De Incumprir é que é bom! a 20.05.2015 às 10:40

A Grécia incumprirá com os 300 milhões de euros em dívida que tem de reembolsar ao Fundo Monetário Internacional (FMI) a 5 de junho caso não haja um acordo com os credores internacionais. A garantia é do líder da bancada parlamentar do Syriza, Nikos Filis, que diz que “este é o momento em que as negociações estão a atingir o clímax. Esse será o momento da verdade, o dia 5 de junho”.

(notícia de 20/05/2015)
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De Anónimo a 20.05.2015 às 13:38

Eles não têm como pagar porque os seus antecessores espatifaram tudo que os outros lhes deram, sem lhes perguntarem se um dia teriam ou não capacidades de pagar e não foram castigados pela má gestão do que fizeram. Agora como querem que paguem se não têm como? Para pagarem, vão matar à fome e condenar à desgraça aqueles que confiaram neles? Isto é maldade pura e barbárie.
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De Juizinho faz muita falta a 20.05.2015 às 15:01

Maldade pura e desvergonha é serem absolutamente incapazes e não terem o mínimo de vontade de pôr uma máquina fiscal a funcionar e de fazer com que o pessoal que foge aos impostos passe a pagá-los. Isso sim.
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De Que mundo é este a 21.05.2015 às 01:59

Só a máquina fiscal não dá. Todos sabemos disso. Diga como vão eles e nós vamos pagar, sem matarem à fome e à miséria. Este planeta, chamado terra é para todos, mas parece que só uns têm o que querem, enquanto outros morrem à fome e à escravidão para esses mesmos.
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De Bom remédio a 21.05.2015 às 17:08

Pesquise a história as piscinas lá na Grécia e depois jure que são mentiras da reacção.

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