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Grécia antiga (46)

por Pedro Correia, em 21.07.15

«A eleição do Syriza na Grécia e o consequente processo negocial iniciado pelo governo grego com as instituições europeias deita por terra o mito do aluno disciplinado. Afinal, a Grécia, país periférico do sul da Europa, resgata para si o direito à sua cátedra, cuja origem da palavra significa cadeira, assento. Face a isto, o governo português reage como o aluno que faz queixinhas ao professor.»

Renato Miguel do Carmo, no Diário Económico (5 de Março de 2015)

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10 comentários

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De Cadeirão a 21.07.2015 às 14:46

O Tsipras arranjou uma cadeirinha muito cómoda. Segundo a sua progenitora, agora come e dorme muito malzinho e 32 deputados sirizos já o mandaram dar uma volta ao bilhar grande por ter aceitado fazer uma austeridade porreira demais para o gosto deles...

http://observador.pt/2015/07/18/mae-de-tsipras-alexis-come-mal-e-dorme-mal/
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De Pedro Correia a 21.07.2015 às 22:46

Esta parece-me ainda mais interessante, vinda de alguém oriunda da ala ultra-esquerdista do Syriza:
http://www.tvi24.iol.pt/internacional/aliki-valavani/grecia-mae-de-ex-ministra-levantou-200-mil-euros-antes-de-bancos-encerrarem
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De Anónimo a 21.07.2015 às 23:00

Ele foi obrigado a aceitar. Há una diferença entre aceitar e ser obrigado a fazê-lo. Uma coisa ele já conseguiu que foi a reestruturação da dívida e nós, como bons alunos com uma dívida, também ela impagável, nada de reestruturação da dívida. Assim é que é, somos ricos, não precisamos de reestruturação, nem aliviar, só precisamos de fazer sacrifícios.
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De Pedro Correia a 21.07.2015 às 23:05

Ele "conseguiu a reestruturação da dívida"?!
Boa tentativa de fazer uma piada, mas mal sucedida.
O que ele "conseguiu" foi somar mais 85 mil milhões à dívida grega. A alternativa era mergulhar num buraco muito fundo de onde nunca conseguiria sair.
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De Anónimo a 22.07.2015 às 00:00

Não, não foi ele, mas todo o ambiente criado. Já todos sabem que a dívida deles é impagável, assim como a nossa, já não é tabu, é a realidade. Os iluminados, viram que não dava continuar no mais do mesmo que isso, só levava ao massacre. Agora, a reestruturação já tem de ser, coisa impossível até há pouco.
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De Pedro Correia a 22.07.2015 às 15:06

Os gregos, que já receberam 200 mil milhões em assistência financeira externa, preparam-se para receber agora mais 86 mil milhões. Não terão de fazer qualquer amortização destes empréstimos nos próximos 20 anos. Só terão de devolver tudo daqui a muitas décadas, algures entre 2075 e 2095. A juros irrisórios.
E ainda chamam "terroristas" e "assassinos" a quem lhes confia estas quantias milionárias. Resta ver durante quanto tempo os contribuintes europeus acharão bem continuarem a pagar as dívidas de quem os insulta com o dinheiro dos seus (nossos) impostos.
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De Anónimo a 22.07.2015 às 21:29

É assim porque a reestruturação não foi feita, logo, a economia não cresceu ou desapareceu e assim sendo, só vai com empréstimos. Hoje, Junkcker disse, sem problemas que Portugal não quis ajudar a Grécia, o que revela, o calibre da personalidade dos nossos políticos. Sinto vergonha, de ter governantes que não querem ajudar os outros e como consequência não querem ajudar, o seu povo. Que nome se dá a alguém que vê o outro a morrer, deixa-o morrer e ainda assiste impávido e diz: não te ajudo. Certamente não será um nome bonito, além de ser crime.
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De Pedro Correia a 27.07.2015 às 12:41

Sente vergonha por cada contribuinte português já ter contribuído com 253 euros para os fundos de resgate da Grécia? Eu não. Sinto orgulho. Mas não me apetece rebentar de orgulho: já chega de mandarmos para lá dinheiro que muita falta nos faz cá.
Ainda por cima - não esqueçamos - os gregos vetaram durante quatro anos, na década de 80, a entrada de Portugal na Comunidade Europeia. Por mero egoísmo: queriam os fundos estruturais só para eles. Fundos estruturais que não tardaram a desbaratar.
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De Porreiro, pá a 22.07.2015 às 09:05

A situação já era o que era, o Syriza veio com a bravata de que mudava tudo mas afinal, coitadinho do Tsipras, foi obrigado - OBRIGADO - a aceitar algo muito pior. Bater com a porta no Euro é que não foi com ele, que isso mete um medo dos diabos.
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De Anónimo a 22.07.2015 às 13:53

Entre a morrer e ser suicidado, qual a escolha? Foi isto que lhe foi imposto e para mão morrer ou não haver suicídio optou por um tratamento altamente doloroso porque não lhe deram hipótese dum tratamento mais suave. São os factos nus e crus. Afinal temos governos para quê? Para imporem ordens da UE? Então é melhor não haver governos, são dinheiros poupados.

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