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Grécia antiga (10)

por Pedro Correia, em 26.05.15

«A vitória do Syriza poderá ter consequências muito positivas para a Europa - sobretudo nos países do Sul da Europa submetidos aos ditames da Europa do Norte. Será uma viragem difícil mas indispensável para os povos reconquistarem a sua soberania democrática - e tomarem nas suas mãos o seu futuro e o seu destino, em liberdade.»

Alfredo Barroso, no i (23 de Janeiro de 2015)

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24 comentários

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De Há quanto tempo! a 26.05.2015 às 17:16

Isso foi antes de lhe ter caído o cabelo todo...
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De Mera Curiosidade a 26.05.2015 às 17:25

Esse tal sobrinho do que lançou a candidatura do barbichas, candidato esse que constantemente se vê acompanhado de António Costa, quem irá apoiar nas eleições presidenciais? Talvez João Araújo...
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De Isto é que é pugresso! a 26.05.2015 às 17:30

"O impasse na Grécia mantém-se há vários meses e as declarações contraditórias acumulam-se. Depois das perdas de segunda-feira, a bolsa grega somou mais de 1%, mas a indefinição leva os juros da dívida helénica a disparar mais de 200 pontos."

(Jornal Negócios, 26/05/2015)
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De Antonio Pereira a 26.05.2015 às 17:50

Ó pedro! Deves estar um bocado arrependido do teu comentário acerca da Libia em 2011 não? http://albergueespanhol.blogs.sapo.pt/905703.html
É que afinal nem tudo é o que parece e o ataque aéreo à LIbia foi o desastre que se viu e que se está a ver!

Lê outra vez o comentário do Joaquim Camacho, esse teve razão em bastante coisas, e disse-o na altura!

"O que se passa aqui é outra coisa, muito mais prosaica e lamentável: nem o império nem os seus cipaios europeus querem deixar fugir esta inesperada oportunidade de castigar um tipo que os gozou e lhes bateu o pé, mesmo que isso acabe por nos custar a todos os olhos da cara e permita o advento de filhos da puta muito piores e mais imprevisíveis! Não aprenderam nada com o Afeganistão, nem com o Iraque, nem com o Kosovo, nem com a pata que os pôs! Alegre e decididamente, lá vão dando esclarecidos passos em frente à beira do abismo! Mas que grande merda!"



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De William Wallace a 26.05.2015 às 22:25

O Pedro Correia e muitos mais, não se arrependem, evoluem !

Ontem foram os Iraquianos ou os Sérvios ou os Afegãos, amanhã os Yemenitas , hoje os Sirios e os Iranianos e de permeio uns desgraçados gregos e tugas.

O que interessa é surfar enquanto está a dar nem que para isso se omita factos e se faça o pino.

É obvio que os gregos vão CEDER e entretanto lá se criou mais um feudo de radicais (tudo o que seja contra a actual forma é radical).

Por aqui, em Portugal, tudo na mesma pois passados 4 anos baseados em mentiras, aparecem os mesmos personagens e todos os dias acenam com o lobo mau.

Em relação ás mentiras, para fazerem o que fizeram, até são desculpáveis, afinal não nos bombardearam no sentido literal como na Sérvia, Iraque ou Libia.

Já nem vergonha têm, ontem o cherne até falou em Governo Mundial para melhor "resolver" as pandemias, o terrorismo e outros assuntos.

O futuro tende a ser pior para a grande maioria, á excepção de alguns que fazem a propaganda do não existe alternativa e depois escudam-se com a democracia e eleições como se ela fosse o garante de uma legitimidade inabalável.

Sempre ouvi dizer que os comunistas aqui em Portugal anseiam todos os dias pelo quanto pior / melhor mas parece-me hoje em dia que já não é assim, quem manda actualmente serve-se dessa situação (quanto pior / melhor) para passar a sua mensagem e ditames e usa o MEDO como arma para CONTROLAR TUDO e TODOS.



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De Vento a 27.05.2015 às 04:14

William, vamos lá falar claramente.

O Syriza não cedeu em nada. Eles, a nomenclatura que age em cartel na política suja e filha da putice, pretenderam levá-los à parede colocando a lagardaire a armar em campeã dizendo que o FMI não aceitava soluções que não o pagamento do empréstimo que os gregos não podem cumprir.

Os rapazes do Syriza, que são vivos e inteligentes - em tudo diferentes dos almofadinhas em Portugal a armar ao pingardelho ao seviço dos alemães -, que contribuíram para as mudanças que estão a ocorrer em Espanha (e que eu avisei antes de elas ocorrerem), em França, em Inglaterra e noutros mais, agarraram os alemães pelos tomates e deixaram o clã, em conjunto, sem fôlego.

E como foi que fizeram? Colocaram o ministro do interior grego a dizer que não há pão para malucos e que não há dinheiro para pagar ao FMI (os gregos assim não fecharam a porta e podiam sempre dizer que as declarações do ministro do interior não era a deles: Tsipras e Varoufakis). Como a dívida hoje se encontra nas mãos de Fundos, do BCE, de países e dispersa por outro tipo de instituições, onde os alemães e outros mais estão entalados, os gajos tremeram todos como virgens ao perceber que os gregos têm alternativas se os continuarem a encostar e que estes estão determinados em não recuar nas linhas vermelhas (ao contrário do nosso Paulo, e os demais, que quando falava em linhas vermelhas referia-se a linhas cor de rosa para bordar a manta).

A nomenclatura referida ainda ensaiou umas notícias a fingir que pediam desculpa por terem insultado e acusado de jogador o ministro Varoufakis, em Riga, - isto só para mostrarem à opinião pública que são gajos duros a negociar com os gregos -. Acontece que Varoufakis tem vindo a gravar as negociações e desmontou-lhes o jogo dizendo que as gravações existem e que não havia desculpas a pedir, PORQUE NADA DISSO TINHA ACONTECIDO.

Entretanto, em Portugal, o Cherne que refere anda feito ao entendido nestas matérias e lá vai debitando uns bitaites para fingir que sim, que percebe. Dizendo que a Europa está preparada para uma saída da Grécia. Eu não acredito nele, nem nunca acreditei, e não estou esquecido do episódio com os russos, que o colocaram na linha quando ele andou a armar a gente importante lá por Bruxelas, e até disseram que lançavam as gravações da conversa telefónica para fora se ele não se retractasse.
Ponto final

Mudando de assunto. Os aprendizes do clube Bilderberg, isto é, os tipos que iam tomar um cafezito a algumas reuniões para que os fizessem sentir importantes, ainda não perceberam que essa Nova Ordem Mundial, que foi ratificada através da terceira via também por Portugal, condu-los a três saídas (assim como a terceira via) diante dos povos:
O mar alto, e podem afogar-se por lá;
Uma gravata, e podem ficar com falta de ar;
A verdadeira conversão, antes que os povos lhes lancem a mão ao papo.
Eu recomendo-lhes a última saída. E recomendo-lhes porque pode haver um estouro de forma imprevisível; e as nações hoje não vão em conversas sobre terrorismos para desviar as atenções do problema fundamental.
Ou fazem um writte-off a uma grandíssima parcela das dívidas das nações e começa-se tudo limpo, incluindo limpeza ética e moral, ou fica tudo muito borrado.

Tudo isto para dizer-lhe, William, que os avanços e as mudanças não têm de ocorrer de uma forma brusca. Mas através de passos sólidos e moderados com pensamento no futuro. E não como em Portugal que cada solução conduz a novos buracos e a novos e contínuos cortes destruindo tudo. Depois dizem que a Segurança Social está em risco. Pois está, se as políticas e os tipos que por lá andam se mantiverem.
Nota: Há outras coisas que falaremos em tempo próprio.

Receba um abraço

Nota: Repare bem que vem aí o comentador que se cola sempre a mim para mandar uns bitaites. Eu exerço este tipo de atracção. Já estou acostumado, com as mulheres. O que ocorre tem sido uma novidade, para mim.
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De És um cromo! a 27.05.2015 às 10:32

Os teus amigos trabalhistas do Reino Unido é que tiveram uma grande vitória.

Já abriste a garrafa de champagne francês marca Carlos Santos Silva?
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De William Wallace a 27.05.2015 às 17:39

Vento, sinceramente gostaria de partilhar desse seu optimismo acerca de eventuais progressos / mudanças na situação da Europa e de Portugal em particular mas obviamente não partilho, não porque seja pessimista mas porque sou realista, qualidades / defeitos muitas vezes confundidas.

Os gregos já cederam em quase tudo, nos entretantos quem ainda lá tinha algum dinheiro já o pôs ao fresco, os resgastes efectuados á Grécia e aos outros Países (incluindo a ajuda á Banca Espanhola), já serviram para limpar os balanços da banca internacional com a transferências dos respectivos custos para os orçamentos dos estados que depois são obrigam os respectivos cidadãos a pagar esses custos seja através de impostos ou cortes nos rendimentos / serviços universais.

Quando me dizem que temos de renegociar a divida ou que a divida é sustentável eu fico na minha, que é todas as dividas são pagáveis!
No caso de Portugal muita dela resulta de crimes de colarinho branco (BPN, BES, BPP) ou corrupção e gestão danosa (PPP e afins), retirando essas parcelas por recuperação de activos ou renegociação a sério e obviamente classificando parte dela como crime e não sujeita a reembolso fica-se com a verdadeira divida que existe e tem de ser combatida nomeadamente através da racionalização de serviços do Estado, transferência / requalificação (a sério) de trabalhadores da Administração Publica, eliminação da mais recente criação deste governo que é o estado paralelo, etc.

Outra das reformas seria de imediato re-nacionalizar todas as empresas monopolistas ou de bens de 1ª necessidade existentes em Portugal (EDP, GALP, PT, REN, CTT, ANA) e acordar com os anteriores donos formas justas de compensação.
Teria em seguida o estado livrar-se de cancros como a RTP, mantendo a LUSA (só) e afins, coisa que neste caso não acontece, não porque ninguém queira a RTP mas porque não interessa aos outros (SIC / TVI) mais um player a sério no mercado, exemplo este máximo do tal neocomunismo de que venho falando.

Depois haveria que reformar novamente as leis do trabalho reequilibrando novamente a balança e conferindo alguma estabilidade ás leis laborais de modo que o cidadão comum que vive do seu trabalho pudesse planear á médio prazo e assim sedimentar a sociedade novamente.

Mas acho que já deu para entender, quanto aos gregos, vão ser postos fora no Verão (que vai toda a gente de férias) e voltam em Setembro depois de amargarem 2/3 mesitos e assim o plano concretiza-se sem muitos tumultos.

Só mais uma nota Vento :

"A verdadeira conversão, antes que os povos lhes lancem a mão ao papo"

Isso nunca acontecerá Vento, pois mesmo os que têm pouco a perder não o querem perder e estarão sempre á espera que seja o outro a dar a cara pois as pessoas já se acostumaram e não são altruístas vivendo numa sociedade cada vez mais hedonista, individualista e desestruturada.

"Hoje quem luta e quem reivindica está sempre sozinho. Pode contar consigo ou com os seus e nada mais. Os mecanismos clássicos que geravam solidariedade foram erodidos na sociedade durante várias décadas e praticamente destruídos pela crise do "ajustamento". Há excepções, mas esta é a regra.


Isto significa que todas as lutas parecem ser corporativas, mesmo quando não o são. Esta "corporativização" dos conflitos sociais enfraquece o seu impacto, dá-lhes uma dimensão que parece, vista de fora, egoísta, e dificulta, quando não impossibilita, qualquer solidariedade activa. Cada um, a seu tempo, quando precisa de lutar, protestar, pura e simplesmente levantar-se e dizer que "não", vai pagar na sua solidão a indiferença que teve pelos outros."

In Abrupto
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De Vento a 27.05.2015 às 22:32

Eu não lhe disse, William? O comentador que se cola a mim parece que também é coleccionador de cromos. Já vi que gosta de jogadores.

Vamos agora a coisas sérias. Antes de mais permita-me abreviar qualquer consideração em torno da questão grega remetendo-o para o post de Luís Naves onde deixei um link e ainda um outro comentário. Este último há pouco mais de 15 minutos.

Na realidade parece-me que há alguns membros que começam a entender a verdadeira dimensão do problema, mas lá vão colocando sempre a falácia de que não podem ceder aos Gregos:
http://expresso.sapo.pt/politica/2015-05-27-Ministro-alemao.-Havera-um-choque-politico-a-atravessar-a-Europa-se-a-Grecia-sair-do-euro

Não obstante, o Bruno Lopes toca aqui em questões que devem ser lidas:
http://economico.sapo.pt/noticias/a-leveza-com-que-falamos-da-grecia_219439.html

Não acredite que eles vão colocar os gregos fora. Não veja a questão com tanta ingenuidade. Serene e aguarde para ver quem dá o pontapé de saída ou entrada.

Ainda em sequência à parte segunda de seu comentário, permita dizer: A Nova Ordem Mundial pretendia isso mesmo, transferir para organizações supranacionais, e estas sempre debaixo de um cartel que já referi, a organização mental, social, militar, económica e financeira das nações e do mundo (recomendo-lhe o autor, investigador e orador, Daniel Estulin. Nota: há livros que só através do Brasil e américa latina conseguirá aceder. Este homem é especialista na temática sobre o Bilderberg).

Acontece que a contrariar estes planos surge um Putin na Rússia que, pese embora não estar de acordo com ele em todas as suas políticas, não só contraria essa tentativa como revela que está disposto a ir até onde for necessário, isto é, o limite impensável e inimaginável para o cidadão comum. E olhe que ele tem razão nas reacções que teve na Crimeia e nas posições que tem vindo a levar a efeito quer na região do báltico quer no mediterrâneo, juntamente com a China, e noutras partes.
Vejo nesta sua posição, a de Putin, o tempo que é dado aos povos do ocidente para que se mobilizem e contrariem todo esse cenário que o William revela de forma dolorosa.
Os gregos já começaram a fazer. Está nas nossas mãos, e à nossa maneira, contrariar a mão negra em forma de nuvem que pesa sobre nós e o mundo.

Receba um abraço

PS: as outras questões que aborda no início de seu comentário já tivemos oportunidade de as discutir.
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De William Wallace a 28.05.2015 às 00:08

Claramente concordo consigo em relação a Putin, o seu (de Putin) "bloqueio" deu-nos algum tempo (precioso) mas creio que não será suficiente pois sabendo da oposição existente á expansão da UE (e metodologias supra nacionais que usa) os eurocratas não tiveram problema em criar mais um estado fantasma (a actual Ucrânia) a juntar ao Iraque, Libia e Siria o que parecendo pouco desequilibrou bastante as relações de respeito entre Nações viáveis, inclusivamente na Siria, o "ocidente" armou milícias de jhiadistas e permitiu / encorajou que muitos dos seus nacionais para lá fossem lutar e agora aprova leis tipo "patriot act" para lidar com a cada vez maior oposição que existe nos respectivos países a politicas adoptadas contra a sua própria população e serve-se do medo instalado e difundido pelos media para apelidar qualquer outra opção de radical.

Pessoalmente penso que vão levar a deles avante, é só isso !

Quem já está de saída é o UK, mas a bem dizer também nunca esteve dentro, mesmo quando o projecto europeu assentava em PRINCIPIOS SÉRIOS, estes ingleses não são nada burros e topam (na maior parte das vezes) o fumo que precede o incêndio.

Claro que espero estar enganado e que tudo se resolva pelo melhor, que os gregos e NÓS consigamos meios de pagarmos o que devemos sem definharmos ainda mais pois aí não pagamos mesmo nada, mas talvez seja esse o objectivo final.

Um abraço

P.S. - Quanto aos cromos como diria o outro - It comes with the territory.
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De Vento a 28.05.2015 às 01:15

Como dizem os nossos manos e manas brasileiras, sobre a questão da Ucrânia, também eu digo: s´apoquente não, William. A Ucrânia não é um estado fantasma, e a Letónia e Estónia também não. Estes estados só são autónomos enquanto Putin assim o entender.
Quanto a essa dita expansão, repare que na Hungria, não obstante pertencer à UE, toda a sua política começa a ser pró-leste, incluindo a relação económica que mantém com a Rússia. A Polónia, nas recentes eleições, voltou a virar à esquerda.
Repare que a extensão e/ou integração é uma questão psicológica e não ideológica. O que hoje se faz amanhã desfaz-se. Quero com isto dizer que por muito que idealizem só existe coesão com satisfação do povão, de todos nós.

A questão no médio oriente, em particular a Síria, foi mais uma tentativa do ocidente para manter uma certa hegemonia, em particular EUA, França e RU. Só que o tiro está a sair-lhes pela culatra. Obama tem gerido o melhor possível a situação. Ele recebeu uma terrível herança de Bush. Os russos e os chineses não deixam cair em terra alheia o que lhes pertence também por direito: http://expresso.sapo.pt/internacional/2015-05-16-Mediterraneo.-Os-russos-estao-ai-e-os-chineses-vieram-com-eles

E Israel, que pensava poder levar os EUA a intervir naquela região, já se capacitou que o Irão é um player bem mais forte que eles e que deve ser respeitado.
Os EUA, UE e Israel têm de se capacitar que as suas aventuras de adolescentes acabaram. A partir de agora vão ter de se portar como gente crescida.
Não pensemos em coisas negativas. Pensemos antes que somos capaz de transformar toda a realidade.

O UK sempre foi pragmático. Mas não se precipite em análises. Nada está decidido.
Nunca teremos meios para pagar o que devemos. E o Japão também não; e os EUA também não e outros mais também não. Um dia isto fica resolvido. A Grécia já começou a ajudar a resolver.

Abraço
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De Pedro Correia a 29.05.2015 às 21:44

Quis responder a alguém que me fez uma pergunta lá mais para cima mas meteu-se tanta gente pelo meio que já não vale a pena.
Fica para a próxima.
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De Bora Nessa! a 26.05.2015 às 19:04

Bora nessa, camaradagem, todos a contribuir com um dia de trabalho para livrar o Syriza das tenebrosas garras da troika (actualmente instituições).

Bem, o sr. Alfredo Barroso só pode contribuir com um dia de pensão, pois já fez 70. E o sr. Mário Soares pode perfeitamente contribuir com o que gastou a fazer desaparecer o livro "Contos Proibidos - Memórias de um PS desconhecido", só lhe ficava bem.

A propósito, leitura muito recomendável:

http://www.cmjornal.xl.pt/domingo/detalhe/mimado-mulherengo-e-socialista.html
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De Enginginhado a 26.05.2015 às 20:21

Saída do Euro, perdão de 50% da dívida pública portuguesa, nacionalização da TAP e aumento do salário mínimo para 600 euros. Serão estes alguns dos eixos principais do programa eleitoral comunista.

Eu voto nestes.
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De Vento a 26.05.2015 às 21:18

Esta posta é a mais certeira. Mas eles já começaram também a influenciar o Reino Unido.
A mudança já está em curso. Ninguém pára o destino.
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De Põetapau a 27.05.2015 às 08:09

o Syriza a influenciar o UK? Eheheh. Não tomes a medicação, não.
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De Vento a 26.05.2015 às 21:50

Esta é fresquinha, saiu às 20H08m de hoje:

http://expresso.sapo.pt/internacional/2015-05-26-Depois-das-hesitacoes---paga-nao-paga---e-tempo-de-acelerar-o-progresso

Já todos estão de acordo que é tempo de acelerar o processo.

Eu continuo a sorrir aos doutos e sabedores pensadores desta pátria lusa, tão amarfanhada por uma pequenez de ideias e horizontes quanto à dimensão do problema grego - e não só - no mundo e no quadro das nações. A começar pelos que nos dizem governar actualmente.

Eta porreta!, que mentes tão pequeninas! E a avaliar por vários comentários,...
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De Ensaiemos, camarada! a 27.05.2015 às 10:34

Para logo sair afinadinho.

https://www.youtube.com/watch?v=2xVqZdw5w1o
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De Enxerga-te! a 27.05.2015 às 10:38

António Costa: «Syriza tem combatido a Europa “de forma tonta”».

Podia (e devia) ter acrescentado: "e eu próprio festejei a vitória do Syriza de forma tonta".
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De am a 26.05.2015 às 21:55

Barroso há só um.... o do Sporting e mais nenhum!
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De V. a 27.05.2015 às 03:41

Outra espiclondrífica criatura socialista com o mesmo bestunto tardo-maçónico que inventa coisas progressistas como o fumegante cagalhão do AO.

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