Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Grande dúvida num dia muito frio

por Pedro Correia, em 09.01.20

5650278_2tELh[1].jpg

 

Um dia hei-de perguntar a alguém com muito mais experiência e muito mais memória do que eu - ao professor Galopim de Carvalho, por exemplo - se o fim da Idade do Gelo, há 12 mil anos, também se deveu às emissões de metano e dióxido de carbono.


110 comentários

Sem imagem de perfil

De Justiniano a 09.01.2020 às 08:51

Cuidado com a patrulha de controleiros ambientais, caro Pedro Correia (para além dos da metafísica da linguagem)! Além do mais, o Ministério da Verdade já disse tudo o que havia a dizer sobre isso, que não restem dúvidas!!
Sem imagem de perfil

De Justiniano a 09.01.2020 às 16:47

Não, costumo lá ir fazer a unhas!!
Sem imagem de perfil

De zazie a 09.01.2020 às 22:03

AHAHAHAHA
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 09.01.2020 às 18:11

Sim são. Eles que digam qual a cobertura de nuvens no ano 1500 comparado com hoje.

Eles que expliquem como já tivemos menores temperaturas com mais CO2 e maiores temperaturas com menos CO2.

E quando estou escrever menores e maiores não estão a a referir a décimas de grau impossíveis de determinar com confiança tal a quantidade de vezes que as estações mudaram de posição, instrumentos e a tecnologia como se mede e estações que simplesmente desapareceram e outras que apareceram.
Mas sim vários graus.

Há uma razão porque a Terra Verde se chama Terra Verde.

lucklucky
Imagem de perfil

De Vorph Valknut a 09.01.2020 às 12:17

... Controleiros, queria dizer
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 09.01.2020 às 08:57

E o que fazia com a resposta?
Se fosse por outra razão o aquecimento atual já não pode ser provocado ou potenciado pelo homem?
Segundo o mesmo raciocínio se o meu avô morreu de ataque cardíaco eu não tenho de olhar ao atravessar a rua porque não vou morrer atropelado.
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 09.01.2020 às 11:20

Melhor olhar quando atravessar a rua. Pode até encontrar o seu nome, que parece ter perdido algures no caminho.
Imagem de perfil

De Vorph Valknut a 09.01.2020 às 09:19

Pergunte - lhe também se é possível que para efeitos iguais hajam causas diferentes.

Segundo me lembro as Idades do Gelo duram, aproximadamente, 12.000 anos, sendo que, em teoria, deveríamos estar a entrar numa nova. O problema, segundo os especialistas, aqueles tipos que andaram na faculdade a estudar durante anos, estas "cenas" chatas, modelos estocásticos, de Fibonacci, ou como quer que se chamem, advogam que em virtude da emissão excessiva de gases com efeito de estufa não mais haverá novas idades do Gelo. Para quem gosta de aprofundar, mais do que chapinhar, fica aqui conteúdo :

https://www.eea.europa.eu/data-and-maps/indicators/global-and-european-temperature-9/assessment

Bem haja, aos Flatt landers.
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 09.01.2020 às 11:30

Pergunto só o que mencionei na frase publicada ali acima. Já dá pano para mangas.
Imagem de perfil

De Vorph Valknut a 09.01.2020 às 12:15

Por falar nisso. Aposto consigo um Pacheca tinto 2015 em como vamos chegar aos 50 comentários. Tem apartado?
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 09.01.2020 às 12:31

Não aposto. Mas terei gosto em partilhar uma garrafa dessas consigo em 2020.
Imagem de perfil

De Vorph Valknut a 09.01.2020 às 12:57

Claro. Tem é que me avisar com antecedência para preparar itinerário. Com jeito, e mexendo alguns cordelinhos, ainda arranjo uma Quinta no Douro, em Paços de Calheiros

Cuidado, algumas noites podem ficar deliciosamente perigosas. Fale com o amigo jpt.
Sem imagem de perfil

De Justiniano a 10.01.2020 às 14:50

Caro Vorph, o branco reserva é dos melhores brancos do mundo (estou a falar de vinho). Aliás, os brancos dali de Lamego até Taroura são os melhores brancos do mundo, autenticas pomadas medicinais, e com todo o respeito pelo Pera Manca!! E quem tiver dúvidas é um flatt lander!! O tinto é jeitoso, mas em matéria de tintos há todo um universo, ou multiverso. Estamos a falar de coisas ainda mais complexas, do ponto de vista ético, estético e físico-químico, do que as alterações climáticas antropogénicas!
Imagem de perfil

De Vorph Valknut a 10.01.2020 às 15:08

Por mim está convidado
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 09.01.2020 às 17:07

Os estudiosos apontam como poderia ter ocorrido uma terceira idade do gelo com o grande de duradouro fogo nas florestas dos Apeninos que provocou as fracas culturas agrícolas na Europa, que inclusive deu azo à Revolução Francesa.
Com toda a certeza que o Dr. Galopim vai afirmar que deveria ter havido um grande surto da actividade vulcânica ao logo de vários anos e assim provocaram as grandes épocas de idades do gelo.
Estamos cá para 'apreciar' o fenómeno das queimadas na Amazónia e agora estes grandes fogos na Austrália.
Imagem de perfil

De Vorph Valknut a 09.01.2020 às 09:24

Seguindo lógica semelhante :

O presunto faz-nos beber água . A água tira a sede. Portanto o presunto tira a sede.

Isto é mesmo giro
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 09.01.2020 às 11:31

Experimente acompanhar o presunto com vinho. E algum pão, já agora.
Imagem de perfil

De João André a 09.01.2020 às 09:28

1. Pergunto-me se fizeste a mesma pergunta na semana de Natal, quando estiveram para cima de 20 graus em Dezembro.

1.1. Folgo ver que pareces não contestar que existe aquecimento global, ao contrário do que me pareceu em posts teus anteriores.

2. O texto citado é uma bela descrição de períodos glaciares. Nela falta o comentário (que alguns especialistas subscrevem) que ainda estamos numa idade do Gelo, dado que temos gelo permanente nos pólos e acima de determinadas altitudes.

3. A descrição é bonita, mas falta num aspecto: ele "acredita" que o aumento das temperaturas não é deviso ao aumento das emissões de gases com efeito de estufa de origem antropogénica. Não adianta razões para isso, senão o facto de no passado ter havido variação climática.

4. Os estudos paleoclimáticos demonstram que o planeta já aqueceu e arrefeceu muitas vezes. Para lá das temperaturas actuais, até. Só que também demonstram que tais mudanças são sempre muitíssimo mais lentas do que aquilo que estamos a testemunhar actualmente.

5. Que pena o texto não referir os ciclos de Milanković. Assim parece que as mudanças climáticas foram obra de Deus, ou Zeus, ou talvez The Great Pie in the Sky.

O Prof. Galopim de Carvalho não é o único cientista a discordar do consenso científico. E, quem sabe, estará correcto. Mas a ciência é feita de estudos múltiplos, de hipóteses que são testadas e retestadas e verificadas e confirmadas ou não, por muitos cientistas e ao longo de muitos anos de trabalho. Nao é resultado de crenças.

Já agora: é estranho que, sabendo bem que a emissão de gases com efeito de estufa é responsável pelo, bom, efeito de estufa (sem eles, este planeta seria uma bola de gelo), Galopim de Carvalho não conclua que um aumento dos que têm origem humana contribuiriam sem dúvida para o aumento da temperatura.
Imagem de perfil

De Vorph Valknut a 09.01.2020 às 11:24

João, nada de stresses. O Pedro faz isto só mesmo para provocar. Aposto que gargalhava, enquanto matutava
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 09.01.2020 às 11:26

Só li até ao teu ponto 1.1. quando escreves: «Folgo ver que pareces não contestar que existe aquecimento global, ao contrário do que me pareceu em posts teus anteriores.»

Fico a partir de agora à espera que concretizes essa insinuação. Podes demorar: sou paciente.
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 09.01.2020 às 14:10

Eu sei Pedro. Estou habituado que não leias os meus comentários a estes teus posts. Caso contrário talvez não os escrevesses tão frequentemente.

Mas inclino-me para a opinião do Vorph.
Sem imagem de perfil

De Miguel a 09.01.2020 às 09:38

Por que não tenta esclarecer as suas dúvidas com o Professor Milankovitch? Caso não o consiga contactar, poderá sempre visitar o Professor Laskar no Observatório de Paris. Fica entre o Lion de Belfort e o Jardin du Luxembourg, é um bonito passeio. E a seguir, tem um ripo cardápio de personalidades literárias a visitar mesmo ali ao lado em Montparnasse.
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 09.01.2020 às 11:24

Simplesmente indecoroso, o modo como procura gozar com o Professor Galopim de Carvalho. Ainda por cima sem deixar apelido.
Há gente que se define por completo nas coisas mais simples. É o caso.
Sem imagem de perfil

De Miguel a 09.01.2020 às 12:05

Não, desculpe mas parece-me que você está a ver mosquitos na outra banda. Eu estava apenas a brincar consigo, Pedro, e sem qualquer má intenção (indecorosa, ainda por cima!), ao mesmo tempo que apontava para um dos factores físicos (os ciclos de Milankovitch) do problema. Mas visto que fui mal interpretado, e feri a susceptibilidade do Professor Galopim Carvalho, de quem nem sequer conheço os trabalhos (nunca encontrei citações ao seu trabalho), eu corrijo já o tiro e respondo-lhe "comme il faut":

http://vo.imcce.fr/insola/earth/online/earth/earth.html

Tem aqui alguns artigos (mais códigos e ficheiros de dados, abrigados pelo Observatório de Paris), publicados por Jacques Laskar e colaboradores relativos à calibração astronómica (evolução da órbita e eixo da Terra) da paleoclimatologia terrestre.

Passo a passo, estudando a ciência relevante, poderemos melhorar a nossa compreensão.




Imagem de perfil

De Pedro Correia a 09.01.2020 às 12:30

Peço-lhe eu desculpa, Miguel. Fui eu que entendi mal. Nestas comunicações instantâneas, com um ecrã de permeio, a ironia é com frequência mal compreendida.
Sei bem do que falo, pois exercito-a bastante sem ser compreendido por quem me vai lendo.

Quanto ao professor Galopim, sem a menor sombra de ironia, tenho o maior respeito e consideração por ele, pelo seu contínuo trabalho de divulgação científica e pelas 88 primaveras que ostenta no bilhete de identidade.
Sem imagem de perfil

De Miguel a 09.01.2020 às 12:49

Pas de problème ! Ossos do ofício, e culpa minha também pelos comentários "escritos a correr". Corrijo um outro aspecto, pois o Pedro falou de divulgação e fez-se luz no meu espírito: afinal tenho em casa um belo livro do Galopim de Carvalho "Conversas com os Reis de Portugal" que aliás tenciono começar a ler em breve com o meu filho.
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 09.01.2020 às 20:47

Gosto desse livro. Faz muito bem em lê-lo com o seu filho.
Imagem de perfil

De Isabel Paulos a 09.01.2020 às 09:44

No 'A propósito do aquecimento global' o meu palpite é que a onda do amor à natureza só terá tempo e espaço cerebral para reter o segundo e o último parágrafo. Isto na impossibilidade de zurzir a acusação de negacionismo.
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 09.01.2020 às 11:36

Sobre as alterações climáticas - tema preocupante e fundamental da nossa época - devíamos escutar os cientistas. Infelizmente, no espaço mediático comum, a voz da ciência quase não se escuta. E acabamos quase sempre por ouvir as estrelas de Hollywood a pronunciarem-se sobre tudo, como se possuíssem credenciais científicas.
É o equivalente a ouvirmos cientistas pronunciarem-se sobre a indústria cinematográfica.
Imagem de perfil

De Isabel Paulos a 09.01.2020 às 12:18

Não percebo de ciência, mas por sensibilidade ao que vou lendo e ouvindo, ao que diz acresce o facto de vivermos tempos em não há o hábito de compreender a realidade como é, mas sim como deveria ser. No afã de mudar o mundo para melhor, fabricam-se conclusões viciadas, sem procurar afastar todas as evidências de se estar errado e testar todas as evidências de estar certo.
Imagem de perfil

De Vorph Valknut a 09.01.2020 às 13:13

Isabel, o Homem tenta compreender para mudar a natureza da realidade. O Homem, através da ciência, da ideologia política, lato sensu, usa o conhecimento para mudar a natureza da Natureza. O problema surge quando acreditamos ser a nossa natureza inatural. Quando acreditamos, figuradamente, sermos filhos das Estrelas.
Imagem de perfil

De Vorph Valknut a 09.01.2020 às 12:12

Bom, sendo panteista, devoto de Marco Aurélio, tenho em certo sentido amor à Natureza, mas não às naturezas. O meu palpite é que isto da Natureza incomoda, porque implica mudanças em hábitos balofos.

É pá, ele é a Agência Europeia do Ambiente, ele é a NASA, ele é o MIT, Stanford, Royal College, Cambridge....

É como diz o ditado. Ser ignorante não é vergonha nenhuma, vergonha é não querer aprender.

Imagem de perfil

De Isabel Paulos a 09.01.2020 às 16:41

Entre ser ignorante/não querer aprender e não alinhar em devoções e excitações vai uma grande distância. E como em matéria de religião cada um tem a sua, esgota-se a matéria discussão.
Imagem de perfil

De Isabel Paulos a 09.01.2020 às 17:11

Não fique preocupado. 'O povo é sereno, é só fumaça.'
Imagem de perfil

De Vorph Valknut a 09.01.2020 às 12:13

O meu palpite é que a Isabel cura uma dor de costas alinhando os chakras.
Imagem de perfil

De Isabel Paulos a 09.01.2020 às 16:50

Claro, alinho chakras e acuso a humanidade por não ter evoluído ao ponto de vida ser indolor. Como é sabido, foi o homem (esse bandalho) que introduziu a dor no universo.
Imagem de perfil

De Vorph Valknut a 09.01.2020 às 17:27

"Como é sabido, foi o homem (esse bandalho) que introduziu a dor no universo."

Eu sabia que chegava lá

O Homem inventou a dor quando, ao sofrimento, deitou a razão, na ânsia de dar um sentido a algo, sem sentido algum. Mais tarde vieram as Utopias, os seus Profetas. Os seus Mártires.

Adenda :
Falácia naturalista - O que é, naturalmente, não implica que deva continuar a sê-lo.

Peace
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 10.01.2020 às 16:34

Vendo bem o 'valha-me Deus' só apareceu com os grandes desastres /fenómenos ambientais.
Se nunca tivesse havido vulcanismo, terramotos, grandes tempestades ou secas prolongadas, nunca teria havido necessidade de Deuses.
Imagem de perfil

De Isabel Paulos a 09.01.2020 às 17:05

Caro Vorph, eu não disse que não se deve mudar o mundo para melhor, nem que a ciência não ajuda a fazê-lo. Disse que não se pode confundir aquilo que é com aquilo que se deseja que seja. Que não se pode partir para a discussão com ideias feitas, falseando as conclusões, preconcebendo-as.
Imagem de perfil

De Vorph Valknut a 09.01.2020 às 17:29

"Disse que não se pode confundir aquilo que é com aquilo que se deseja que seja"

Para o bem e para o mal somos esse animal

Adenda :

Os estudos estão feitos. O consenso também
Sem imagem de perfil

De Justiniano a 10.01.2020 às 14:54

Bem me parecia que estavam todos feitos!!
Imagem de perfil

De Don Bibas a 09.01.2020 às 09:48

O programa da BBC dá o que pensar: se o CO2 é o vilão, como explicar as baixas temperaturas na Europa em meados dos anos 1700 e a sua elevação na Idade Média ou em 1940, o ano mais quente do século 20? Para Syun Iche Akasofu, diretor da International Artic Resersch Centre, mudanças climáticas e derretimento do gelo nos polos são fenômenos cíclicos.
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 10.01.2020 às 11:49

1940 foi o ano mais quente do século XX? Não creio.
Sem imagem de perfil

De sampy a 09.01.2020 às 09:55

Uma pergunta inocente: alguém presenciou algum dos nossos "especialistas" em ecologia e florestas em algum dos nossos media a atribuir a culpa dos incêndios na Austrália aos eucaliptos?
Imagem de perfil

De Pedro Correia a 09.01.2020 às 11:45

Os eucaliptos, como é sabido, só provocam incêndios em Portugal.
Sem imagem de perfil

De Luís Lavoura a 09.01.2020 às 12:01

É realmente curioso: na Austrália, a culpa dos incêndios parece ser toda do tempo anormalmente quente, e da seca prolongada, mas não dos eucaliptos; em Portugal, a culpa dos incêndios é atribuída aos eucaliptos, raramente ao tempo muito quente ou à seca prolongada...

Se calhar o pessoal português não sabe que 80% da floresta australiana é composta de eucaliptos...
Imagem de perfil

De Vorph Valknut a 09.01.2020 às 18:29

Só um apontamento:

Existem Koalas na Austrália.
Sem imagem de perfil

De sampy a 09.01.2020 às 23:32

É, consta que são também altamente combustíveis...
Sem imagem de perfil

De Anónimo a 09.01.2020 às 18:42

Tempo "anormalmente" quente? não será melhor adicionar "recorrente"

https://en.wikipedia.org/wiki/Black_Friday_bushfires

Citação:
Internationally, south-eastern Australia is considered one of the three most fire-prone landscapes on Earth, along with southern California and the southern Mediterranean.[11] Major Victorian bushfires occurred on Black Thursday in 1851, where an estimated 5 million hectares were burnt, followed by another blaze on Red Tuesday in February 1891 in South Gippsland when about 260,000 hectares were burnt, 12 people died and more than 2,000 buildings were destroyed. The deadly pattern continued with more major fires on Black Sunday on 14 February 1926 sees the tally rise to sixty lives being lost and widespread damage to farms, homes and forests.

Considered in terms of both loss of property and loss of life the 1939 fires were one of the worst disasters, and certainly the worst bushfire event, to have occurred in Australia up to that time. Only the subsequent Ash Wednesday bushfires in 1983 and the Black Saturday bushfires in 2009 have resulted in more deaths.[citation needed] In terms of the total area burnt the Black Friday fires are the second largest, burning 2 million hectares, with the Black Thursday fires of 1851 having burnt an estimated 5 million hectares.

----
Hà 15 anos Australia seria um deserto segundo os "especialistas" do clima. Estranho como haja tanto para arder.


lucklucky
Sem imagem de perfil

De Luís Lavoura a 09.01.2020 às 10:02

A minha dúvida relativa a este post é, a que "dia muito frio" se refere o Pedro Correia no título? É que, até agora, neste inverno ainda não houve dias especialmente frios, bem pelo contrário!

Comentar post


Pág. 1/3



O nosso livro



Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.




Links

Blogue da Semana

  •  
  • Afinidades

  •  
  • Lá fora cá dentro

  •  
  • Mais ligações

  •  
  • Informações úteis


    Arquivo

    1. 2020
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2019
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2018
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2017
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2016
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2015
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2014
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2013
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2012
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2011
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D
    131. 2010
    132. J
    133. F
    134. M
    135. A
    136. M
    137. J
    138. J
    139. A
    140. S
    141. O
    142. N
    143. D
    144. 2009
    145. J
    146. F
    147. M
    148. A
    149. M
    150. J
    151. J
    152. A
    153. S
    154. O
    155. N
    156. D