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Frases de 2019 (9)

por Pedro Correia, em 29.03.19

«A Catarina, que é a minha mulher e a mãe do meu filho Sebastião, é também a Catarina Gamboa: excelente profissional, pessoa de enorme competência e confiança - e hoje chefe do gabinete de Duarte Cordeiro [secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares].»

Pedro Nuno Santos, ministro das Infraestruturas e Habitação, num longo texto confessionalista publicado na sua conta do Facebook

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18 comentários

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De Tudo Mesmo a 29.03.2019 às 19:02

Portugal tem muitas pessoas profissionais, competentes e de confiança. Calhou logo à esposa do Senhor Ministro! Coincidências, nada mais!
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De Rão Arques a 29.03.2019 às 19:23

Fica por decifrar um enigma que fica ainda mais sombrio quando omite o facto de ter dito que a senhora não pode prejudicar a carreira profissional por ser quem é.
Quando tantos governantes se tem queixado que a devoção ao exercício de um cargo publico resulta não só em prejuízo dos respetivos percursos profissionais como em palpáveis perdas remuneratórias algo não faz sentido no seu discurso.
Afinal em que ficamos senhor ministro, a sra. D. Catarina está em atividade profissional ou a desempenhar um cargo publico e politico?
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De Anónimo a 29.03.2019 às 19:40

Se o gabinete é de Duarte Cordeiro, não deveria ter sido ele a justificar a nomeação?
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De Anónimo a 30.03.2019 às 08:28

Ora.

O esforço laudatório esponsal acaba por ser um tiro no pé.
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De António a 29.03.2019 às 20:56

É daquelas coisas, numa escola o filho da professora nunca tem aulas com a mãe, por muitas e boas razões. Mesmo que o miúdo seja excelente aluno será sempre suspeito de ser favorecido. Não impede que seja favorecido por um colega da mãe numa política de reciprocidade, mas é melhor que esteja noutra turma e mesmo noutra escola.
Numa PME - Costa & Filhos, Galamba & Irmãos, César & Cia. - ainda se tolera que se empreguem familiares, o risco é do patrão.
Portugal ser gerido como uma padaria é que não pode ser. Acho que nem os Reis tinham tanta família no poder ou perto dele.
O PS tem tradição de pendências neo-monárquicas. O “para os amigos tudo, para os inimigos nada, para os outros aplique-se a lei” de Almeida Santos, o “estou-me cagando para o segredo de justiça” de António Ferro, o “ó Sr. Guarda, desapareça” de Mário Soares, etc.
Acontece que este caso já é motivo de gozo na imprensa internacional e isso é muito mau para o país. Para o ano o índice de corrupção da OCDE dá-nos honras de capa. Mas não é preciso estar fora para ver o que se passa. Como foi possível chegar aqui sem o PS ter perto de 0% de intenções de voto? Quem são os 30% de idiotas que acham isto normal?
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De alexandra g. a 29.03.2019 às 21:50

Que está a (ou sempre esteve?) acontecer um exagero, está, mas volto à minha adorada forma de ver a vida & suas cousas: sempre, mas sempre, forçar o neurónio que nos reste a ver as situações num mínimo de duas perspectivas.

Muitos casais partilham locais de trabalho.

Aconteceu com pessoa muito próxima de mim, há mais de uma década, num jornal de enorme tiragem, uma denúncia de página inteira por ter sido seleccionada, a pessoa, para o local onde cônjuge trabalhava; esqueceram-se de investigar, primeiro, que quem procedeu à selecção o fazia de forma totalmente distante de cônjuge, com competências distintas, sendo que a selecção, rigorosa, se deveu a um conjunto que incluia cv, experiência de trabalho, muitos etc., no cômputo geral. A repercussão mediática foi fraca, mas causou danos emocionais nestas duas pessoas, extraordinariamente empenhadas no seu trabalho, e o tempo se encarregou de provar a verdade dos factos e a competência de ambos (UI!!!, e mais não acrescento :)
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De Rão Arques a 30.03.2019 às 08:17

"Muitos casais partilham locais de trabalho."
E nomeações politicas entram na caldeirada?
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De Anónimo a 30.03.2019 às 08:24

Terá de conseguir entender os fundamentos do famoso provérbio: "À mulher de César não basta ser séria..."

Para mais: um caso é um caso; dois casos são dois casos; quarenta casos são puro abuso.
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De Anónimo a 29.03.2019 às 22:00

Ricardo Araújo Pereira já disse o que há a dizer. E com humor. Acrescentar só estraga.
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De Anónimo a 29.03.2019 às 22:28

Marrocos de Cima.
O que vale é a vigorosa reacção do justamente indignado ( e de grande exigência ética...) povo português .
Mormente dos seus insuspeitíssimos "órgãos de comunicação social"...


JSP
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De Cristina M. a 29.03.2019 às 22:43

se existe competência de facto, separar as águas nem é opção, é óbvio.
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De sampy a 30.03.2019 às 08:40

O facto de algumas pessoas, por aqui e noutras partes, serem (parecerem?) inconscientes da força da lealdade que subjaz aos laços familiares mostra bem a fragmentação da sociedade actual e a dissolução das instituições que lhe serviam de alicerce.
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De Corvo a 30.03.2019 às 10:00

Então se bem compreendi, é assim.
Discriminação profissional entre géneros é, de todo, estupidez a excluir o mais rapidamente possível para uma sã convivência que se quer socialmente evolutiva, logo, conducente à radiosa e feliz harmonia planetária.
No caso em questão tudo muda de sentido e a dita discriminação evaporou-se, eclipsou-se e passa à denominação de favorecimento, cunha, tacho.
Enfim; é mundo, siga a saga.

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