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Frases de 2019 (4)

por Pedro Correia, em 30.01.19

«O diabo não veio, mas isto está por arames.»

Daniel Bessa, ex-ministro da Economia com António Guterres

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45 comentários

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De Luís Lavoura a 30.01.2019 às 18:02

Este Daniel Bessa é uma nova versão daquele também antigo ministro das Finanças, já falecido, Henrique qualquer-coisa, que passava a vida a dizer mal.
Todas as semanas sem cessar, Daniel Bessa diz que está mal, vai para pior, e que o Diabo está já mesmo a chegar.
Não há paciência para estas aves agoirentas!
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De Anónimo a 30.01.2019 às 23:29

Henrique Medina Carreira. O pior que alguma vez disse foi que quando se gasta mais do que o que se tem acaba-se com dívidas. Sr. Luís qualquer-coisa, discorda?
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De Vorph Valknut a 31.01.2019 às 08:52

Eu, sim. Todas as empresas contraem dividas para fazerem mais dinheiro - ex: a famigerada EDP
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De Vorph Valknut a 31.01.2019 às 08:55

E também disse aquela coisa dos portugueses viveram acima das blablabla...vê-se no caso da Caixa e das PPP,s. A culpa é das férias em Varadero ou da TV 5 k....não há pachorra...
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De Anónimo a 31.01.2019 às 11:29

Pois não há não. Conheço quem tenha feito crédito pessoal para tatuagens. É um investimento tão bom como outro.
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De Vorph Valknut a 31.01.2019 às 12:02

Também conheço um empresário madeirense e outro ex- deputado do PSD que conseguiram crédito oferecendo como garantia bancária,apenas, aquilo que pretendiam comprar. Um umas acções de um Banco Privado, o outro uns terrenos para os lados de Oeiras. O Banco ficou a ver navios. O seu amigo pagou o crédito? A culpa desta desestabilização nacional filha da mãe é culpa das tatuagens.
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De Anónimo a 31.01.2019 às 15:18

Não, não pagou. Como muitos não pagaram outras coisas. O que não seria da minha conta. Torna-se da minha conta quando a banca pede ao Estado para tapar essas cretinices e o Estado me tira a mim para pagar férias que não tive, tatuagens que não fiz e carros que não posso ter. Os bancos ainda estão cheios de crédito malparado. O que não seria da minha conta se o assunto ficasse entre os bancos e os devedores. Enquanto os bancos distribuírem os lucros pelos donos e os prejuízos pelos contribuintes é problema meu. Pelos vistos não é seu, o que diz muito sobre si - faz parte dos que recebem.
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De Vorph Valknut a 31.01.2019 às 17:39

Meu caro, acredite que a fatia maior do crédito mal parado se relaciona com investimentos feitos por outros que não gostam de tatuagens, chamados Fundos Imobiliários

https://www.youtube.com/watch?v=akGpi3cx2_4
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De Luís Lavoura a 31.01.2019 às 15:51

A maior parte dos portugueses já gastou mais do que o que tinha e está com dívidas. (Porque compraram a casa a crédito.) Essa frase de Medina Carreira é, portanto, uma trivialidade corriqueira para a maior parte dos portugueses.
O meu problema com Medina Carreira não era ele dizer essas trivialidades. Era ele passar a vida a dizer mal do país e da sua governação e a prever desastres futuros.
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De Vorph Valknut a 31.01.2019 às 17:38

Ó meu caro, com a merda de salários que se pagam em Portugal quem é que compra uma casa a pronto?

Os grandes devedores à banca no que ao investimento imobiliário diz respeito são os Fundos e não são particulares

https://www.youtube.com/watch?v=akGpi3cx2_4
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De António a 02.02.2019 às 14:00

E em que país é que se compram casas a pronto com o salário médio?
Alguns dos maiores Fundos são Fundos de Pensões. Deles dependem milhões de reformas. Há países onde as reformas não dependem de fundos sem fundo estatais.
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De Vorph Valknut a 02.02.2019 às 17:34

Sim, bem sei...aliás a nossa SS também tem investido em Fundos, e Obrigações. Contudo não percebi a pertinência do seu apontamento...eu apenas digo que essa, da culpa da crise ser da responsabilidade do comum dos portugueses é tanga…

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De António a 02.02.2019 às 22:03

Em 2017 o crédito pessoal, excluindo habitação, foi de 6192 milhões de euros. De 2018 ainda não há dados oficiais, mas sabe-se que aumentou. Entre 2007 e 2017, com a crise pelo meio, o total de crédito ao consumo foi de 73964 milhões. Mais ou menos 21 vezes a capitalização bolsista do BCP. O malparado ronda os 5% para o período, ou seja, 3698 milhões, o que não é mau, embora seja um BCP inteiro - digamos que os portugueses até são cumpridores. Os números são de molde a criar problemas se acontecer uma situação adversa. O crédito pessoal, crédito ao consumo, é quase irrecuperável, só com penhora de salários, o que implica defaults no crédito à habitação. Há outros números difíceis de contabilizar, porque para os bancos é preferível refinanciar do que reconhecer o malparado, e esses dados não são fáceis de encontrar. O malparado real é decerto muito superior aos 5%. Em 2007 a taxa de esforço das famílias era superior a 100%. Não sei como está hoje. Se os bancos estiverem a fazer o que sempre fizeram, a empurrar potenciais defaults para o futuro, e se criar uma conjuntura adversa, então sim, o crédito para tvs, smartphones, nintendos, e afins, só por si é suficiente para despoletar uma crise, pois arrasta o crédito à habitação e o contraír da economia arrasta o crédito às empresas. A economia normalmente quebra no elo mais fraco, que são os consumidores. Se a culpa é deles ou dos bancos é um tema a debater. Pessoalmente, vi uma pessoa fazer um crédito para compra de um perfume, e digo-lhe que isso mina a minha confiança no juízo dos meus compatriotas.
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De Vorph Valknut a 03.02.2019 às 01:36

"Pessoalmente, vi uma pessoa fazer um crédito para compra de um perfume, e digo-lhe que isso mina a minha confiança no juízo dos meus compatriotas."

Os Bancos devem avaliar as condições de risco dos clientes que pedem crédito. A responsabilidade da atribuição de crédito é de quem o concede (banco)e não de quem o pede (cliente).
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De António a 03.02.2019 às 09:33

Portanto você, se o deixarem, compra um frasco de perfume a prestações e acha que a sua responsabilidade não é nenhuma?
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De Vorph Valknut a 03.02.2019 às 10:23

António já respondi. Acho que a responsabilidade na atribuição é do Banco e não de quem a ele recorre. É o banco que tem de avaliar as condições do contraente
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De António a 03.02.2019 às 23:47

Não respondeu.
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De Manuel Gonçalves Pereira Barros a 30.01.2019 às 19:05

Daniel Bessa foi ministro duas ou três semanas.
O sr.Bessa é conhecido por se demitir de todos os cargos para que é nomeado-
Uma grande cabeça,como o Pacheco do Eça de Queiroz...
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De Anónimo a 30.01.2019 às 19:19

Pedro Correia:
Eu rezo consigo para que o diabo venha. Mas a coisa está má para nós.
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De Pedro Correia a 30.01.2019 às 20:04

Que ideia: isto está uma maravilha.
O ex-ministro socialista está a ver mal o filme.
E os sindicatos também:
https://sol.sapo.pt/artigo/644202/2018-registou-o-maior-n-mero-de-pre-avisos-de-greve-dos-ltimos-tr-s-anos

Por que raio haverá esta gente de protestar tanto?
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De Vorph Valknut a 31.01.2019 às 08:51

Por causa das eleições que se aproximam, querendo o PCP mostrar aos parceiros da gerigonça que ainda vive.
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De Anónimo a 30.01.2019 às 20:10

Arames = juros ridiculamente baixos?
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De Anónimo a 30.01.2019 às 20:41

Isto sempre esteve por arames , ou melhor andamos na corda bamba há 44 anos.

WW
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De Sarin a 30.01.2019 às 21:34

O diabo não veio mas mandou marionetas no seu lugar? Foi isso que quis dizer?


Ah, também não me interessa, durante umas horas estou fora da política - só quero exibir a minha nova fatiota!
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De alex.soares a 31.01.2019 às 00:06

Ai que coisa bonita, e de costas a fazer de conta que está a entrar.
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De Vorph Valknut a 31.01.2019 às 09:00

A saia podia ser mais curta
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De Sarin a 31.01.2019 às 10:36

Andei tantos anos só de laço, custa a habituar :)
Mas sou eu!
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De alex.soares a 31.01.2019 às 13:22

Eu também (me too ?) sou ...
...
...
...
...
Mentiroso.
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De Sarin a 31.01.2019 às 14:22

O senhor ou senhora será o que conseguir; se não consegue melhor do que isso, o problema é seu. Adeus
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De João Sousa a 31.01.2019 às 08:51

Pois eu acho Daniel Bessa um optimista. Olhando para os serviços estatais (saúde, segurança, ensino, transportes, infraestruturas), acho que o Diabo já aí está - simplesmente vai-se escondendo atrás dos detalhes. Mas quando vier um suspiro que seja lá de fora, receio que se vá perceber muito rapidamente - e dolorosamente para alguns - como este "sucesso" tão propagandeado pelo poder em exercício não passou de um castelo de cartas em equilíbrio instável.
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De Vorph Valknut a 31.01.2019 às 08:59

Este deve ter ficado com algum trauma. Tendo aceitado um convite do PS só lhe casca em cima....um velho do restelo....eu também daqui a uns dias hei-de ficar constipado, mais o caixa do Continente que não conheço. É este o tipo de previsão que este zandinga faz
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De Anónimo a 31.01.2019 às 12:36

Há comentários que mostram bem do que vive o comentador...
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De Vorph Valknut a 31.01.2019 às 14:38

Quem és? Sou veterinário...usa o email pedro_mao @sapo.pt e envio-te o curriculo, meu grande amigalhaço
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De Sarin a 31.01.2019 às 15:27

Para que perdes tempo? Deixa-os perderem-se nas suas provocações, argumento básico de quem assim.


... e o enlevo continua
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De Anónimo a 31.01.2019 às 21:11

É da mais bela poesia de tasca que já li. Já vi que tem um blogue, fui espreitar. Abri um post ao acaso e cavei logo minhoca - Sócrates foi um político com uma grande visão de Estado? Ahhh...
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De Sarin a 31.01.2019 às 22:35

Talvez o anónimo perca os contextos tal como perdeu nome ou alcunha; eu não os perco, tal como não perco o fio dos meus pensamentos, mantendo o que por lá disse tal como mantenho o que por aqui ou noutros lados digo: no devido contexto.

Uma vez que o senhor ou a senhora não consegue perceber o que é isso, contexto, tal como não consegue argumentar nem tampouco assumir o que diz, pode procurar outro alguém para brincar - manter conversa com quem nada acrescenta e apenas tenta provocar não é passatempo que aprecie, muito menos quando se trata de idiotas não identificados.
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De Anónimo a 01.02.2019 às 00:20

Sabe o que lhe diz o idiota não identificado? Se aleatoriamente lesse num blogue que o Hitler tinha uma grande visão de estado saía dali mais depressa do que entrara. Não faz o meu género. O Sócrates também não. Em nenhum contexto. Compreendo que haja quem goste, mas para estes lados não.
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De Sarin a 01.02.2019 às 01:18

Vê a idiotia? O senhor foi ao meu blogue por alta recreação. E veio para aqui comentar um bocadinho de um meu postal - o que teria alguma lógica se lhe tivesse, aqui, deixado alguma ligação ou convite. Mas não o fiz.
Se o senhor ou senhora pretende apenas evidenciar que me lê como apoiante de Sócrates - o que apenas vinca a sua idiotia - esteja à vontade. Boa noite.
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De Anónimo a 31.01.2019 às 15:41

Portanto você trabalha e acha que está tudo bem? Certo.
Não sei se foi boa ideia dar o email. Não por mim, garanto-lhe, mas mesmo assim.
Eu trabalho por conta duma empresa. Não paga muito, mas paga. Tenho que fazer uns malabarismos, maiores desde que acabou a austeridade. A quebra do poder de compra é tão óbvia para mim que fico sempre admirado com quem não se apercebe. Provavelmente depende de quanto se ganha, sendo que eu não ganho o suficiente para ser optimista.
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De Costa a 31.01.2019 às 18:15

É preciso pensar. E pensar cansa, é maçador. Fazer contas, então... É muito mais tentador e doce ver mais cinquenta euros no recibo do salário e ignorar que em impostos nos levaram mais cem. E é muito tentador cair no engano dos impostos indirectos em lugar dos directos, como se fosse de facto possível gerir a nossa existência e fugir a encargos, quando (e é só um exemplo) a energia tem os preços que tem e é taxada como é, estando a montante de praticamente tudo.

Mas, para minha preciosa ilustração, que nunca saberei agradecer, fico a saber que pensando assim sou um provocador. A seguir, manda a lógica, deve vir a prisão.

Costa
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De Sarin a 31.01.2019 às 22:46

Uma vez que fui eu quem falou em provocadores, a resposta é também para mim - embora o Costa, mais uma vez, tenha tido a "subtileza" de a dirigir a outra pessoa.

Provocadores são os que presumem sobre a vida dos comentadores, e que o escrevem tentando o conflito personalizado quando no confronto de ideias. Costa já o fez algumas vezes, mas não no caso em apreço.

Mas se resolveu entender que era a si que me dirigia, ou é Costa o anónimo em causa ou está Costa com problemas de entendimento - o que, não sendo inédito, continua a ser lamentável.
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De Costa a 01.02.2019 às 00:29

Boa noite, minha senhora. Permita-me apenas algumas observações:

- verifico que a senhora não contesta a substância do que acima escrevi quanto à ilusão (verdadeiro negacionismo) em que se vai vivendo neste país. Não guardo eu ilusões: a senhora não o faz pela prosaica razão de me não reconhecer um módico sequer de inteligência. De modo que opta por discorrer diletante e ociosamente sobre isso de se ser provocador e, decerto na falta de melhor ocupação do seu precioso tempo e saber, desconsiderando-me
pública e liminarmente (sofrerei, é o seu sábio e lapidar diagnóstico - e como poderia não o ser, vindo de si? - de "problemas de entendimento". E recorrentes);

- ora tudo isto já aconteceu antes. O que me deixa vivamente aliviado: é sinal de decência e sensatez. Mas não suas;

- não há, creia (longe disso), originalidade alguma - sua, desde logo - na qualificação como "provocador" daquele que pense de forma diversa. É um vocábulo, digamos, "cheio", ribombante e, nesse espalhafato, poupa o seu emissor à maçada de argumentar, de demonstrar o erro do outro. Desde logo quanto ao tema em apreço. Afirmar que eu lhe respondia é, portanto, uma manifestação de vaidade, a que a senhora nada surpreendentemente e com incontida avidez se entregou. Contudo, uma manifestação de vaidade insubstantiva, sem mérito. Não lhe é coisa rara;

- julgava eu ter ficado claro, há já algum tempo, que a senhora entendera não manter qualquer troca de impressões comigo. Mais não fosse pela, creio ter percebido então, incompatibilidade entre a redentora excelência do seu raciocínio e o carácter pelo menos boçal e iníquo das linhas que eu aqui - em manifesto abuso da paciência dos autores do blogue - desastradamente (pelo menos) venho deixando;

- acho, permita-me a ousadia, essa sua decisão muito acertada. Rogo-lhe que a ela imediatamente retorne e sem quaisquer futuras cedências. São demonstrações de fraqueza, de incoerência, bem vê. E logo de uma senhora que se tem em tão boa conta...

Fico por aqui. E, se de todo lhe for possível, não me incomode, minha senhora.

Grato,
Costa



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De Sarin a 01.02.2019 às 01:04

Não li nem um terço da sua resposta, se é que resposta se pode chamar, pois continua a enfermar do problema que lhe apontei - falta de entendimento.

O que Costa acha que eu disse será o que Costa acha, não o que eu disse; que queira interpretar nas minhas palavras que chamo provocador a quem pensa diferente, é a sua leitura - talvez porque é isso que pensa? Não sei, nem me interessa. As minhas palavras são e foram claríssimas. Não as entende, azar.

Mas tenha a honestidade de se me dirigir quando quiser chamar a si comentários que fiz a outros.

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De alex.soares a 01.02.2019 às 07:22

Ho sarin, antes, quando andavas só de laço, eras bem mais interessante.
Agora (que está tudo muito melhor, pois acabou a austeridade) és só muito inteligente.
Olha, o pedro vorph pode ajudar a tratar disso, é veterinário com currículo.
Apre, que me vou.
Adeus.
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De Anónimo a 31.01.2019 às 09:15

Não há nenhum cantor de intervenção de direita que crie um hino assim para esta campanha?
https://youtu.be/5ImEWtn5IN0
"É tão difícil ficar-se neste espanto
De esperar o tempo
Para parar de olhar
Olhos espetados a vacilar
Mas a teimar a teimar
É tão difícil ficar-se neste encanto
Do arrastar sabendo ainda a razão
Do adiar daquela explosão
Pra se dar pra se dar pra se dar
É tão difícil ficar-se de baioneta
Calada na ponta de uma escopeta
Pra matar quem se avizinhe
Sem avisar sem avisar
É tão difícil ficar-se num barril
De pólvora quase a estoirar
Mãos no rastilho
Sempre a abanar
Mas pra queimar pra queimar pra queimar
E cobri-me de noite escura
À procura de uma tempestade"

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