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Frases de 2015 (47)

por Pedro Correia, em 16.10.15

«Isto é tudo um putedo!»

Arnaldo Matos, fundador do MRPP


45 comentários

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De João Campos a 16.10.2015 às 19:19

Posso votar já nesta para frase do ano?
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De Pedro Correia a 16.10.2015 às 20:23

Podes, João. Já somos dois.
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De fatima a 17.10.2015 às 11:10

Três!



Absolutamente fabuloso!!!
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De jj.amarante a 16.10.2015 às 19:53

Essa sua citação fez-me lembrar o papa Bento XVI, quando citou um imperador bizantino que insultara Maomé. Depois disse o óbvio, que se tinha limitado a fazer uma citação. Francamente acho que foi uma citação infeliz. A sua trambém.
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De Pedro Correia a 16.10.2015 às 20:28

Sinto-me lisonjeado ao ver-me comparado com um Papa que tanto prezo, Bento XVI. Mas a sua comparação peca por excessiva, além de ferir a minha natural modéstia.
O seu a seu dono. É uma frase do 'grande educador da classe operária', eu limitei-me à condição de monge-copista.
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De Orlando a 17.10.2015 às 01:34

Eu prefiro o Papa Francisco. Mais progressista, mente aberta. Vai ajudar a igreja a abrir-se mais à vida, ao mundo real. Já Bento XVI...conservador, hermético...No essencial não trouxe nada de novo, pelo contrário, teve tomadas de posição completamente disparatadas e mesmo irresponsáveis. A título de exemplo posso citar as declarações proferidas em África contra o uso do perservativo, num continente atingido pelo flagelo da SIDA!!! Um papa dedicado essencialmente à teologia, daí o ter considerado demasiado hermético, mas pouco interventivo numa igreja que se deseja cada vez mais aberta às pessoas e ao Mundo em toda a sua diversidade.
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De Pedro Correia a 17.10.2015 às 09:35

Bento XVI, conservador? Lá vem você munido das etiquetas prontas-a-colar. Como é que alguém pode apressar-se a designar com esse rótulo o primeiro Papa em muitos séculos a renunciar voluntariamente à chefia da Igreja Católica, descendo por vontade própria do trono de Pedro e recolhendo-se ao humilde anonimato do cidadão comum, causando surpresa e estupefacção geral no mundo - católico ou não - e abrindo um precedente que não deixará de ser seguido pelos sucessores, a começar pelo actual?
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De Costa a 17.10.2015 às 12:43

Há-de ser actuação coordenada, admissivelmente: este blogue tem sido objecto do assaz interventivo interesse de abnegados fiéis da tralha socrática (e/ou costista). Eles e as suas etiquetas...

Costas
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De Diogo Moreira a 17.10.2015 às 14:27

O seu comentário tresanda a ironia...
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De Costa a 17.10.2015 às 15:16

Não. Não tem ponta de ironia. Antes uma firme convicção de que será um facto.

Mas algo me diz que você está fartinho de saber disso.

Costa
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De Diogo Moreira a 17.10.2015 às 16:15

Dizer que há por aí sujeitos que andam a etiquetar quando o próprio Costa lhes coloca uma etiqueta ("abnegados fiéis da tralha socrática (e/ou costista)")... Perfeito exemplo de ironia!

Já quanto à sua opinião, parece que estamos num clima de pré-guerra civil. Como de costume, só existem duas barricadas, os bons e os maus, e cada indivíduo revê no outro apenas um inimigo. Lamento dizê-lo, mas ainda não chegamos a esse ponto. Onde estamos agora é uma questão de princípio - existe um elemento fundamental no nosso ordenamento jurídico que é a Constituição da República Portuguesa. E essa permite a dobragem de muita coluna dorsal e o engolir de muitos sapos de modo a conseguir-se um acordo parlamentar entre as várias forças lá representadas e, daí, resultar um governo para a República Portuguesa.

A não ser que o Presidente da República considere que a maioria parlamentar não represente verdadeiramente a vontade do eleitorado (e note-se que o eleitorado decidiu não atribuir um cheque em branco - leia-se "maioria absoluta" - pelo que não há nenhum partido que personifique convenientemente a vontade da maioria dos que foram votar), terá que empossar um governo que apresentar maioria no Parlamento, seja esta conseguida com a abstenção de alguns deputados, seja pela formação de alianças pós-eleitorais.

A democracia é chata quando não corre de feição a quem nós apoiamos. Mas continua a ser o pior de todos os regimes, com a excepção de todos os outros.
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De Costa a 17.10.2015 às 18:58

Etiqueto-os, de facto, não ironizo e nem o escondo: são pessoas que se acham dotadas de uma espécie de direito divino (laicas e republicanas que se afirmem) ao poder e à tutela deste regime. Uma espécie de casta que se tem por superior, como se ao PS coubesse a piedosa, inesgotável e insubstituível missão superior de nos guiar, por uma qualquer nossa permanente menoridade intelectual.

As mesmas pessoas que governaram em minoria, no passado, como por aqui e não só foi já repetidamente apontado, achando-o a coisa mais legítima e inquestionável e nem lhes passando pela cabeça, por coisa absolutamente impensável, que, tendo ganho eleições sem maioria absoluta, a formação de governo fosse entregue a outros.

Ai, aliás, desses "outros" se tivessem a ousadia de timidamente o sussurrar.

Ou isso, ou gente tão sequiosa do poder, de ver de novo chegada a sua vez - por venalidade pura e dura, clientelismo puro e simples, ou o desespero de ver, depois de passado o ponto de não-retorno, que as coisas correram mal sem que se tenha outra ocupação conhecida e meritória que permita ao menos salvar a face - que não hesita em fazer pactos de absoluta contra-natura e aflitivamente votados ao fracasso.

Se por acaso não troco aqui e agora impressões com uma dessas pessoas, estarei então a fazê-lo com alguém que, identificando-se com os outros intervenientes de um tal pacto, fareja a oportunidade de provar uma vez na vida o gosto do poder (e, seguramente, fazer os ricos pagarem a crise). E, em tal caso, muito naturalmente quaisquer considerações burguesas sobre eleições, voto, o que seja dessas coisas, é irrelevante.

Costa
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De Diogo Moreira a 17.10.2015 às 20:41

É irónico quando se aponta um "erro" a alguém e, logo a seguir, se faz o mesmo. Eu estou perfeitamente ciente de que o Costa fala com a força das suas convicções.

"Uma espécie de casta que se tem por superior, como se ao PS coubesse a piedosa, inesgotável e insubstituível missão superior de nos guiar, por uma qualquer nossa permanente menoridade intelectual."
O António Costa não é nenhum D. Sebastião, que nos irá salvar numa qualquer manhã de nevoeiro. É somente a hipótese de algo diferente, algo que a PaF não oferece: a esperança de inversão de políticas estapafúrdias, que nem melhora a condição de vida da generalidade dos portugueses, nem sequer consegue atingir os objectivos que se propuseram alcançar.

A política é a arte do possível. Se for para continuar com a historieta do "não há alternativa", então o Passos Coelho não está lá a fazer nada. E, se o povo achasse mesmo que não há nenhuma alternativa, teria entregue o poder a um dos quaisquer partidos, embrulhado numa maioria absoluta.

O Jerónimo Sousa é um oportunista, tal como a Catarina Martins. Ajudaram a tirar votos ao PS e agora aparecem como os facilitadores de um Governo "à Esquerda". No entanto, são males menores - uma parte significativa dos eleitores entregou-lhes os seus votos e, quer queiramos, quer não, esses votos valem tanto como os outros.

Se o Costa não quer discutir com quem não partilha as suas ideias, parece-me que seria melhor não expressá-las neste espaço. Tirando o Luckylucky, a malta que frequenta este "estabelecimento" até parece interessante. Tentar colar-me um rótulo sem me conhecer... parece-me um bocado exagerado.
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De Costa a 17.10.2015 às 22:35

Meu caro, neste "espaço" ou "estabelecimento", como lhe chama, e quanto à minha participação nele, sou eu - eu - quem decide. Sendo essa participação depois sujeita à validação ou não por parte dos responsáveis pelo blogue. Sendo que esses não têm explicações a dar-me. Por razões que fará o favor de me dispensar de aprofundar. Você, que eu saiba, é aqui e como eu apenas um comentador.

Pretender, você, definir os termos e temas da minha presença por aqui, parece-me não só uma indisfarçada e despudorada usurpação de competências como ainda, digamos, enquadrar-se perfeitamente naquela citação que faz, acima, das minhas palavras. E creia, caro Diogo Moreira, que nem lhe quero dar esse trabalho nem lhe reconheço, fosse ele necessário, saber e autoridade para tanto. Não sou eu quem não quer discutir. É você que por "discussão" parece admitir apenas a aceitação do seu ponto de vista. E quem o não fizer que se afaste.

Em todo o caso, grato pelo comovente cuidado.

Costa

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De Diogo Moreira a 17.10.2015 às 23:26

Não me interprete mal, que não o estou a atacar. Do seu último parágrafo no comentário anterior, deixa a ideia de que está a dialogar com um sujeito cheio de ideias perigosas ou oportunistas - e, como tal, irrelevante.

O que acontece é que, ao escrever num sítio público (ou semi-público) como este, terá sempre quem tem a oportunidade de o contrariar, independentemente da validade dos argumentos que utilizar. Se não aceita que os seus argumentos sejam contestados, não vejo outro método que não a abstenção de comentar.

Conseguir ver nisto um ataque pessoal é, curiosamente, uma coisa normal nos dias de hoje. É mais fácil discutir pessoas ou personalidades do que as ideias. Também curiosamente, depois de me chamar "gente tão sequiosa do poder" ou alguém que "fareja a oportunidade de provar uma vez na vida o gosto do poder" para o usar contra os ricos, não me fingi de virgem ofendida nem atentei contra a sua honra.

Os argumentos da discussão deixei-os no comentário anterior. Se os quiser discutir, esteja à vontade. E esqueça a treta do reconhecimento do "saber" ou da "autoridade" - estamos a discutir ideias.
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De Costa a 18.10.2015 às 15:12

Seria uma curiosa, mas estéril, fundamentalmente, e ociosa actividade se nos entretivéssemos por aqui a determinar qual dos dois aceita melhor ou pior a contestação dos argumentos que suscite. Além disso estaríamos a abusar da hospitalidade que nos é concedida, o que a mais elementar educação manda que não façamos.

Aliás, suspeito que as coisas não me correriam bem: terei sempre dificuldade em argumentar educadamente com alguém que qualifica de "treta" o saber (fundamentado) e a autoridade (legítima) e dissocia um e outro valores do debate de ideias. De modo que fico por aqui.

Resta-me, a propósito de discussão de ideias e de aceitação de visões diferentes das coisas, o facto de não ter sido eu, aqui e entre nós dois, aquele a quem "pareceu" que seria talvez melhor o outro abster-se (talvez por delito de opinião, se o fizesse) de comentar.

Por mim, assunto encerrado.

Costa
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De Diogo Moreira a 18.10.2015 às 17:54

Basear uma discussão em "saber" (curso formal) impede que uma pessoa de apresentar ideias, por não ter feito essa especialização - mesmo que esteja certa.

Basear uma discussão em "autoridade" aponta sempre para uma desigualdade entre as partes, mesmo que a pessoa sem autoridade esteja correcta e a pessoa com autoridade esteja errada - vai imperar o discurso de quem tem autoridade.

Por isso, é irrelevante que tais argumentos ("saber" e "autoridade") sejam trazidos para um debate.
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De Orlando a 17.10.2015 às 16:45

Essa postura teve apenas que ver com a ordem interna e formalismos da hierarquia da igreja católica. Considero-o conservador pelas posições que sempre assumiu relativamente às grandes questões do Mundo real, da vida, fora dos portões do Vaticano.
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De Pedro Correia a 17.10.2015 às 17:06

Ah, pois: o primeiro Papa a renunciar ao fim de 800 anos é um "formalismo da hierarquia da Igreja Católica": assim uma nota de rodapé que logo se varre para debaixo do tapete, como quem diz "ontem choveu". E lá vem o rótulo outra vez. Já vi você não consegue raciocinar sem essas muletas mentais.
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De Diogo Moreira a 17.10.2015 às 17:55

O Pedro é o único que esgrime um único argumento. No cômputo geral, o Papa Bento XVI foi um retorno ao tradicionalismo, depois da abertura que foi promovida pelo João Paulo II em muitas questões. O facto dele ter renunciado ao mandato não faz dele um progressista - afinal, "uma andorinha não faz a Primavera".
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De Pedro Correia a 17.10.2015 às 18:39

Lá vem mais um com rótulos. Enfim, haja paciência.
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De Diogo Moreira a 17.10.2015 às 20:42

Mais uma resposta plena de ironia...
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De Orlando a 19.10.2015 às 01:23

Essa decisão de Bento XVI reporta-se apenas à estrutura interna e hierarquia da igreja católica. Não lhe dou especial relevância. Quando afirmei que o considero conservador, estava a referir-me às posições que assumiu ou às omissões, em relação a problemas reais do Mundo, tais como desigualdades sociais, valores versus preconceitos, discriminações, etc... Coisas que devem interessar a uma igreja aberta ao Mundo e às pessoas em toda sua diversidade. Já o actual Papa tem apresentado uma postura muito mais aberta e progressista e é por esse facto que simpatizo com ele, acreditando que ele vai conseguir ( se os mais ortodoxos deixarem), efetuar transformações importantes na Igreja, que a levem a adotar uma postura diferente em relação às " coisas" do Mundo. Fazendo uma retrospetiva histórica do papel da hierarquia da igreja ao longo dos séculos, verificamos infelizmente que o balanço é negativo,chegando em certos períodos a ser macabro, e de uma forma sistemática, quase sempre do lado dos poderosos e senhores deste Mundo.
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De JSP a 16.10.2015 às 21:17

Fontes que se afirmam bem informadas, confidenciam (off the record, tá bem de ver ) que o grito d´alma lhe saiu ao dar com a Dias na capa da revista...
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De Pedro Correia a 17.10.2015 às 09:36

Pensava eu que tinha sido após ter enjoado numa voltinha na barra do Tejo a bordo do iate do camarada Garcia...
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De Maria Dulce Fernandes a 16.10.2015 às 22:27

Traz-me à memória uma célebre reflexão anárquica dos anos 70, que propunha " As p*tas ao poder, que os filhos já lá estão"... Ou pelo menos tudo fazem para estar. :)
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De Pedro Correia a 16.10.2015 às 23:53

Eu gostava muito desta: "O voto é a arma do povo. Não votes senão ficas desarmado."
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De pirata a 17.10.2015 às 17:48

boa tarde.
"se não" - separado.
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De Pedro Correia a 17.10.2015 às 18:39

Sim. Mas os anarcas não sabiam escrever lá muito bem.
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De queima beatas a 16.10.2015 às 22:29

Continuo a ler com todo o entusiasmo o grande poeta Aleixo. Ele diria igual com total convicção mas a rimar.
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De Pedro Correia a 16.10.2015 às 23:52

E o Bocage também.
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De Linha roxa a 17.10.2015 às 00:15

Não sabia do regresso dele.Ninguém me contou.Há tantos anos,tantos,em estudo profundo das Obras do Presidente Mao.É a sua primeira comunicação ao proletariado? Mas...nada original,todos os trabalhadores ainda se lembram
do lamento da empregada do senhor Alfredo.
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De Pedro Correia a 17.10.2015 às 09:39

Ao senhor Alfredo qualquer punho levantado mete medo.
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De da Maia a 17.10.2015 às 01:28

Os passeios de iate andam a fazer mal ao Garcia Pereira.
É preciso ir ao líder histórico para recuperar um discurso sem equívocos.
Se os mariquinhas do PCP e BE embarcassem na governação, o MRPP poderia finalmente ficar como última virgem do regime. Seria o tão almejado climax.
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De Pedro Correia a 17.10.2015 às 09:41

Lamentavelmente, caro daMaia, ainda não será desta que avaliaremos as virtudes governativas do veterano camarada Sousa e da talentosa actriz Martins.
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De lucklucky a 17.10.2015 às 10:58

"Se os mariquinhas do PCP e BE...."


hehe
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De am a 17.10.2015 às 01:31

Pagava para saber:

O que diria a D. Catarina se o BE tivesse o mesmo numero de votos que teve PAF... e, nas suas costelinhas, A PAF e o PS estivessem a negociar um acordo de governo???

Perdoem-me se a pergunta está mal colocada.
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De Pedro Correia a 17.10.2015 às 09:49

A camarada confidenciou-me que o BE - dado ser um partido-irmão do Syriza - será contemplado com um bónus de mais 50 deputados, como sucedeu ao engenheiro Tsipras na Grécia - passando portanto de 19 para 69 lugares no Parlamento. Um "curioso número", na douta avaliação de Mota Amaral.
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De Tiro ao Alvo a 17.10.2015 às 08:49

Não generalize p.f., ele limitou o insulto.
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De Pedro Correia a 17.10.2015 às 10:01

Eu percebo o camarada. A burguesia anda feita num putedo, cheia de ai-pades e ai-podes.
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De am a 17.10.2015 às 12:59

e agora até um .... ai-padre!
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De Pedro Correia a 17.10.2015 às 17:10

Um padre que sonha ser bispo neste tabuleiro de xadrez. Já lá estão a dama, duas torres e alguns peões. Falta saber quem será o cavalo.

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