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Estátuas dos nossos reis (70)

por Pedro Correia, em 04.11.18

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D. Afonso IV (1325-1357)

 

Autor: Desconhecido

Ano da inauguração: data desconhecida, no século XVIII

Localização: Sala dos Reis, no Mosteiro de Alcobaça

Autoria e outros dados (tags, etc)


17 comentários

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De Anónimo a 04.11.2018 às 14:34

Então e dos Presidentes da Repáblica? Em particular de Cavaco (Cristiano Ronaldo e Eusébio já têm).
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De Pedro Correia a 04.11.2018 às 14:50

Quer o Cristiano Ronaldo?
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De Anónimo a 04.11.2018 às 15:34




...



Autor:
Nem a Curadora do Mosteiro nem IP. Cultural do M. da Cultura.... sabem !. Como não souberam informar-me qual (ais) os autor (es) dos outros reis expostos.

E assim vai a nossa Cultura Oficial.

( Doa a quem doer , hei-de saber")

Bom Domingo

Amendes
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De Luís Lavoura a 04.11.2018 às 16:51

Para que quer você saber quem é o autor das estátuas? Estas estátuas são uma palhaçada sem qualquer valor artístico. O seu autor não merece portanto louvores nem celebridade.
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De Anónimo a 04.11.2018 às 22:04

Para isso mesmo.... saber quem esculpiu estes mamarrachos.

O que é de admirar é a pr´pria curadora mosteiro e o MC não saberem....

Amendes
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De Pedro Correia a 04.11.2018 às 22:43

Inacreditável, a ignorância de certos "responsáveis".

(E ainda estou por saber quem é o autor da estátua de D. Dinis no Pico.)
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De Anónimo a 05.11.2018 às 18:16

Pedro, também falta saber quem é o autor do D. Afonso Henriques de Fragoso, Barcelos.
🍁
Maria
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De Pedro Correia a 05.11.2018 às 18:58

É verdade, Maria. Tenho de ver se contacto a Câmara. Ou a Junta.
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De sampy a 05.11.2018 às 07:33

Será bastante improvável que os nomes dos monges autores destas estátuas tenha ficado registado nos anais do mosteiro. Por norma, e mormente em se tratando de encomenda interna, o trabalho dos monges tende a permanecer anónimo: é opus Dei, quando muito serve para enaltecer a ordem e o fundador.

Os poucos nomes que nos chegaram advieram do facto de o seu trabalho ter sido externalizado, e objecto de contrato escrito com fábricas paroquiais ou mesas de confrarias e irmandades.
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De Pedro Correia a 05.11.2018 às 18:59

Isso mesmo, Sampy.
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De Bea a 04.11.2018 às 16:12

Que bonitinhos e a cores, os nossos reis, olhos presos sabe Deus onde. Não me lembro de os ter visto assim coloridos...terei de voltar a Alcobaça:).
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De Pedro Correia a 04.11.2018 às 22:44

Alguns estão sem cabeça, Bea. Outros, nem corpo têm.
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De Anónimo a 05.11.2018 às 14:55

Hummmm....melhor não ir lá de novo que a minha tendência para descer os braços por santos de pau ôco é bem capaz de ainda estar viva e já me deu problemas num mosteiro que acho foi esse mesmo :).
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De Pedro Correia a 05.11.2018 às 18:59

Eheheheh....
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De sampy a 05.11.2018 às 08:24

De facto, estas estátuas eram originalmente policromáticas. Face ao progressivo desgaste, surgiu a opção de as repintar de branco. Mais recentemente, com o desgaste também desta camada (em alguns casos removida intencionalmente), é possível contemplar algo da coloração original.

Se as conseguíssemos visualizar na sala primitiva (actual sala das Conclusões), na disposição inicial (menos elevada) e com encarnação e estofados intactos, compreenderíamos melhor o forte impacto pretendido.
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De Anónimo a 05.11.2018 às 14:57

Agradecida pela informação, Sampy.
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De sampy a 06.11.2018 às 13:28

Mais uma nota: o primeiro conjunto (até D. João IV) de estátuas desta série de Alcobaça terá sido produzido entre os anos 1675-1678, durante o primeiro mandato do abade Frei Sebastião Sottomayor.
Exceptua-se a do primeiro rei, que se julga ter sido executada numa fase mais tardia, já no século seguinte (não sendo, portanto, a original).

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