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Estão verdes

por Sérgio de Almeida Correia, em 06.09.14

Na próxima entrevista, e logo a seguir aos militantes, deverão ser os portugueses a serem acusados de traidores e desleais.

Apelidá-los de infiéis não seria politicamente correcto. Os cães poderiam rebelar-se.


3 comentários

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De Miau! a 06.09.2014 às 18:55

A CDU surge com 11,9% das escolhas, o CDS-PP com 8,4% e o BE com 5,7%.
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 07.09.2014 às 02:50

Diz o ditado popular: "à primeira (1995) qualquer cai; à segunda (2005) cai quem quer". À terceira (2015) só caem os papalvos que acreditam na história da carochinha, e que pelos vistos são muitos.
Lá para o final de 2016, ou na primavera de 2017 quando se acabar o dinheiro outra vez e cá chegar a troika II, não podem dizer que foram enganados como disseram tantos em 2011: escolheram um zero à esquerda e cheios de entusiasmo.
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De FD a 07.09.2014 às 15:30

Messianismo. O Costa não tem nada mas absolutamente nada que o faça melhor que qualquer um dos seus concorrentes, pelo contrário! Basta começar a destapar para se perceber que ali não há nada de novo, pelo menos nada daquilo que Portugal realmente precisa.
Eu gosto de fazer um pouco o paralelismo com a CML, e, mais uma vez, como esta é maltratada pelo actual titular, membros do executivo e os seus respectivos antecessores.
Mas nem tudo é culpa destes, desde a ausência de candidatos válidos ao voto que lhes foi dado, está tudo mal deste lado; dos cidadãos. Não me digam que ninguém previa que este não a fosse abandonar logo que tivesse hipótese? E em relação aos outros, alguém nutria alguma esperança, ou era apenas um voto no "mal menor"?
Já repararam que Lisboa ainda não teve nas ultimas décadas alguém verdadeiramente apaixonado pela missão como tantas capitais deste mundo têm? NADA, apenas um poleiro, um lugar temporário, quase quase insignificante, uma espécie de banco de suplentes de gente pronta para se assumir titular de qualquer coisa, num degrau superior. Isto diz muito de quem lá esteve, de quem neles votou e do deserto de ideias e convicções da sociedade civil e política.
Não nos devemos, portanto, surpreender com quase nada do que nos acontece.

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