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Esperança

por Sérgio de Almeida Correia, em 21.01.21

3313.jpg(Kevin Lamarque/Reuters)

Our history has been a constant struggle between the American ideal that we are all created equal and the harsh, ugly reality that racism, nativism, fear, and demonization have long torn us apart. 

The battle is perennial. 

Victory is never assured.

Through the Civil War, the Great Depression, World War, 9/11, through struggle, sacrifice, and setbacks, our "better angels" have always prevailed. 

In each of these moments, enough of us came together to carry all of us forward.

And, we can do so now. 

History, faith, and reason show the way, the way of unity.

We can see each other not as adversaries but as neighbors.

We can treat each other with dignity and respect.

We can join forces, stop the shouting, and lower the temperature.

For without unity, there is no peace, only bitterness and fury.

No progress, only exhausting outrage.

No nation, only a state of chaos.

This is our historic moment of crisis and challenge, and unity is the path forward.” (Joe Biden, 46th President of the USA)

 

Chris Wallace, o incontornável jornalista que, entre outros prémios, venceu três Emmy, disse ter sido o melhor discurso que ouviu na tomada de posse de um presidente dos EUA.

Eu não sei se terá sido. Não tenho nem a memória, nem a experiência, nem o conhecimento de Wallace.

Admito, no entanto, que seja essa a verdade para quem, sendo filho de Mike Wallace, acompanha a política do seu país pelo menos desde que em meados da década de 60 do século passado, como adjunto daquele que foi “o homem mais confiável da América”, Walter Cronkite Jr., cobriu a II Convenção Nacional do Partido Republicano.

Mas não custa perceber, mesmo para quem não segue regularmente o que se passa na vida pública dos EUA, que depois de quatro anos caóticos na Casa Branca, em que a ignorância, o nepotismo e a loucura andaram de braço dado com a mentira, a irresponsabilidade, a trafulhice e a vigarice, o simples facto de se sentir que existe um regresso à norma, às instituições, à racionalidade e à civilidade constituem um respirar fundo, um aliviar da tensão e um reagrupar de energias para fazer face a um difícil futuro.

A tomada de posse de um Chefe de Estado é sempre um momento solene, prenhe de simbolismo, incerteza e esperança.

Esperança nos homens e nas instituições. Esperança nas exigentes tarefas de manutenção da paz, também no equilíbrio entre as diferentes instituições e os poderes que representam. Esperança na capacidade dos povos e das nações superarem a adversidade e construírem algo de útil em que todos se possam rever, sem que se desprestigie a história, se arrisque a confiança no presente e se hipoteque a que um dia se espera que seja a herança do futuro.

Quaisquer que venham a ser as contingências do dia-a-dia da vida política norte-americana ou as vicissitudes das suas relações externas, num mundo que atravessa uma crise profunda, num país dilacerado pela pandemia, pelo racismo sistémico e socialmente desequilibrado, o apelo de Biden à unidade e aos princípios fundacionais da democracia que tanto entusiasmou Tocqueville, constituiu o mais poderoso estímulo para a reconstrução de um país fracturado e a abertura de uma nova página no relacionamento internacional dos EUA, com o regresso deste a uma agenda de responsabilidade e ao convívio internacional através da imposição de um rumo definido.      

Não será fácil juntar os cacos deixados pelo seu antecessor, restabelecer um diálogo sereno e profícuo nas duas câmaras do Congresso, e encetar um caminho nas relações externas que permita a recuperação da confiança dos parceiros e o respeito de adversários e inimigos declarados.

Ciente da magnitude da tarefa que o espera, com o apoio de uma mulher que é o melhor exemplo do espírito de compromisso que emergiu de Filadélfia, Biden começou pelo mais difícil, pelo apelo à unidade nacional.

Saber se conseguirá levar a carta a Garcia é outra questão, para a qual só teremos resposta definitiva dentro de quatro anos.

Por agora, sabemos apenas que começou uma viagem e que todos, dentro e fora dos EUA, esperam da dupla Biden/Harris quase o impossível. De que ainda assim o mais fácil era começar por fazer esquecer, o que conseguiu, o troglodita a quem sucedeu. E esse só por si seria um bom começo.


22 comentários

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De balio a 21.01.2021 às 09:15

Sérgio de Almeida Correia, mais um jornalista que pensa que a sua pátria são os EUA.
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De Sérgio de Almeida Correia a 21.01.2021 às 10:40

Não sou, nunca fui.
E embora não goste dos EUA, costumes, mentalidade, nem lá vá há mais de 20 anos, nem por isso posso dar-me ao luxo de ignorar o país. Tenho respeito pela sua história, pelo seu espírito e papel no mundo, e pelo que muita gente de qualidade, do melhor que há a nível mundial, produz nas mais diversas áreas da ciência à cultura, que foram colocados em causa por um palerma aldrabão e um bando de gangsters.
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De Anónimo a 21.01.2021 às 11:10

Não diria melhor. Depois de Trump,ver Joe Biden na presidência,ouvir o seu discurso,que diferença!!!
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De O Inconveniente a 21.01.2021 às 18:08

Aconselho-o a ir. Desse modo poderia verificar com os seus próprios olhos, que o momento cor de rosa, que pela Europa se quer fazer passar, não é bem o que se passa.
Normalmente, a tomada de posse de um presidente americano é vivida com entusiasmo e expectativa positiva. Independentemente da facção política.
Como já disse noutros comentários, a sociedade americana não é uma arena de luta livre.
Neste momento particular, essa realidade paralela que aqui descreveu, é uma fábula.
Os americanos estão apreensivos. E estão porque a tomada de um novo rumo, de uma nova postura e a eventual rescisão de algumas decisões da administração anterior, são normais e bem aceites pelo povo.
No entanto, o que se espera desta administração é a ruptura total de todas as decisões anteriores.
Um erro. E uma atitude que o americano, principalmente o da classe média, vê com precaução e incompreensão.
Pelo simples motivo de não haver razões para rasgar tudo. Aliás, em determinadas matérias, existem mais do que resultados comprovados, para se manterem.
Muita gente, eu incluído, sempre repartiram as culpas das fraturas da sociedade americana entre Trump e a administração Biden, e digo administração, porque Biden não joga a solo, tem uma máquina por trás, ele é apenas o rosto.
E esta decisão de reverter tudo o que foi feito pela administração anterior, é mais uma prova da sua responsabilidade e ao mesmo tempo, da sua irresponsabilidade.
De um presidente pede-se rigor e bom senso. Se antes não havia, hoje prevê-se que continue a não haver.
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De Anónimo a 21.01.2021 às 10:56

"De balio", mais um disfuncional que vive na lua e pensa que comentar a imbecilidade galopante de outros paises, que por mera coincidencia e um dos lideres mundiais, e que portanto o afectam a si e a todos os que vivem neste mundo, faz do jornalista um apatrida alienado.
Pois repense, se for capaz, o mundo e redondo e tudo o que nele se passa diz respeito a todos, sejam as questoes climaticas ou a imbecilidade corrupta e mentecapta a que o jornalista se refere.
Ah & certo, voce vive na lua, nao sabe o que se passa "ca na terra"...
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De V. a 21.01.2021 às 16:00

Sérgio de Almeida Correia, mais um jornalista que pensa que a sua pátria são os EUA.

Eu diria, mais um jornalista que pensa que alguma coisa vai mudar com as tretas da esperança só porque agora está lá um gajo com quem as esquerdas simpatizam — uma espécie de Guterres ché-ché. Já fizeram os mesmos panegíricos quando Obama ganhou só porque era black e tinha o pessoal bem-pensante todo do lado dele (contra a escolha óbvia na altura, que era Hillary Clinton) e foi o que se viu. A única coisa que fez de jeito foi mandar enfiar uns balázios no barbudo da Al-qaida.
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De Anónimo a 21.01.2021 às 20:04

É isso mesmo e há muitos outros assim. Parece que querem desviar a atenção dos nossos problemas, assim somos iludidos e eles vão continuar.
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De O Inconveniente a 21.01.2021 às 10:43

Permita-me a discordância.
Presumir que o discurso de Biden possa ser o melhor que alguém já ouviu é francamente desonesto. Ou então revela profunda falta de cultura histórica. No caso de Wallace, apenas revela a sua agenda.
Quem o conhece, e não lhe retirando o mérito que tem, ou que já teve, uma opinião destas é reveladora da sua postura.
Quem o conhece, percebe que esta afirmação vem no seguimento da posição que tem vindo a assumir nos últimos anos e que para muitos americanos colocou em dúvida a sua independência.
Dizer uma coisas destas, quando temos no passado discursos de tomada de posse que serviram e servem, ainda hoje de inspiração, é profundamente ridículo.
Basta pensar em JFK e no seu, ask not what your country can do for you, ask what you can do for your country.
A imagem que Wallace granjeou, não é mesma de antes. Culpa dele. Na Europa a sua imagem será diferente, como tudo na Europa é visto de maneira diferente.
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De Anónimo a 21.01.2021 às 11:02

Os "trogloditas" que administram um País devem ser avaliados -tal como as árvores- pelo que são e não por discursos inaugurais.
1. Executive order enacted Jan. 1, 2021 requiring hospitals to provide medical prices to patients upfront so they can shop around.
2. Reversing the ascent of the Islamic extremist terrorist group ISIS.
3. “Most Favored Nation” executive order so that the U.S. (through Medicare) would pay no more for a drug than what’s offered to foreign countries, saving the U.S. an estimated “$85 billion in savings over seven years and $30 billion in out-of-pocket costs.”
4. Moving the U.S. embassy in Israel to the capital of Jerusalem.
5. Building more than 450 miles of new and replacement border wall.
6. Leading U.S. to a level of energy independence (exporting more oil than importing for the first time in 70 years), allowing international policy decisions to be made with less regard to how an oil nation we once relied on would respond.
7. No new wars. (Obama, prémio Nobel da Paz, inventou mais uma).
8. Drastic reduction in regulations, opening the door for entrepreneurs and businesses to succeed, expand, and hire more people. According to the Trump administration, they promised to eliminate two regulations for every new one, but actually wound up eliminating 8 old regulations for every 1 new regulation adopted, equating into an extra $3,100 a year for the average American household.
9. Expanding Republican reach among African Americans and other constituents who traditionally lean Democrat.
10. Cutting taxes in an initiative that benefitted every tax bracket.
11. Doubled the child tax credit.
12. Operation Warp Speed: accelerated development of coronavirus vaccines.
13. Eliminated the Obamacare penalty.
14. A series of trade agreements and changes seen as beneficial to Americans, including replacing NAFTA with USMCA.
15. Instead of 2-for-1, we eliminated 8 old regulations for every 1 new regulation adopted.
16. Provided the average American household an extra $3,100 every year.
17. Started the Space Force.
18. Instituted “Right to Try,” allowing terminally ill patients to use potentially lifesaving, unproven treatments.
19. Prioritized and made permanent funding for historically black colleges.
20. Brokered peace deals or normalization agreements between Israel and five Muslim and Arab-Muslim countries.
21. Banned the teaching of “Critical Race Theory” in the federal government.
22. Withdrew from Iran nuclear deal.
23. Withdrew from the Paris Climate Accord.
24. Instituted a Buy American policy within federal agencies.
25. Achieved a $400 billion increase in contributions by NATO allies by 2024 with the number of members meeting their minimum obligations doubling.
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De Anónimo a 21.01.2021 às 11:49

Não vejo esperança quando alguns deviam falar nos nossos assuntos e assim influencia-los para melhor, estão a falar no que aconteceu noutros países e sobre o qual não têm influencia.

Não vejo esperança quando querem convencer-nos que temos uma sociedade avança que até fala no que acontece noutros países mas não no que acontece cá.

Não vejo esperança quando alguns decidem o que devemos e o que não devemos saber, vejo manipulação.
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De Vento a 21.01.2021 às 12:19

Vamos lá, Sérgio, aos USA.
Depois que o grande e maravilhoso Trump se ausentou para umas curtas férias na Florida, entrou Biden.
De Biden possuo a seguinte imagem: vejo-o de bikini vermelho com faca na liga e um favo de mel como piercing nos lábios. Em resumo: um feminista.

Se algum acontecimento poderá caracterizar o futuro das relações deste presidente com o mundo, tal acontecimento pode ser lido no recente atentado no Iraque e não no discurso glicodoce (sim, eu disse glicodoce, pois vem de glicose ou glicemia que identifica a diabetes) do personagem.

O mundo conheceu um período de paz com o nada glicodoce mas macho Trump. Porquê? Porque este macho sabe que a paz se encontra na ponta do fuzil. Para isto, no sentido de contrariar ameaças, fez do Japão uma nova e eficaz fortaleza militar na região, fortaleceu Taiwan e a Coreia do Sul, restituiu juntamente com o macho Putin as fronteiras à Síria, derrotando em definitivo o Estado Islâmico, colocou no médio oriente inimigos aparentemente irreconciliáveis a estabelecerem pactos de cooperação e, acima de tudo, pôs os preguiçosos e dependentes europeus a custearem suas aventuras feministas e progressistas que com os democratas americanos sugavam também o tutano do povo americano.

Adicionalmente este maravilhoso Trump mandou os climáticos bugiar e tirou-lhes as verbas sacadas também com a ajuda dos democratas americanos ao progresso do povo americano para custearem paraísos da poluição em offshore na China e na India, para aí poderem transferir suas actividades desmantelando tecido produtivo na América e na Europa.

Paralelamente, o maravilhoso Trump cortou o regabofe em que a OMS vivia, fazendo com que os ineptos e prevaricadores se sustentassem por eles mesmos; e usou as verbas em benefício do povo americano.

Em termos de conclusão, Biden é um funcionário, à semelhança dos Clinton e outros governantes na Europa, incluindo Merkel e Macron, mas já não os ingleses, da nova ordem e uma espécie de cacique das gigantes tecnológicas que o macho Trump estava a colocar no devido lugar.

Assim, a guerra biológica surgiu por expressão da natureza e na manipulação da mesma lá para os lados de Wuan. E agora andam todos a fingir que são combatentes do covid. Os desgovernantes desta merda em que o mundo se tornou precisavam de um moinho de vento para mostrar seu quixotismo.

Sim, há esperança. Se cada um por si fizer o que lhe compete sem depender dos messias.
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De Anónimo a 21.01.2021 às 15:14

"...Biden é um funcionário, à semelhança dos Clinton e outros governantes na Europa, incluindo Merkel e Macron,...". Exacto.
Toda a animozidade dos políticos Democratas e Republicanos nos EUA e dos políticos Europeus em geral, apoiados pela dependente comunicação social, sempre existiu exactamente porque Trump, para eles, "is not one of us".
Exactamente por não ser um político de carreira, "one of us", e ter gerido uma administração com sucessos invulgares, é que teve toda a oposição -inclusivé dos "seus" aliados (mas pouco) Republicanos- permanentemente a torpedearem-lhe as iniciativas.
Curioso notar como nas reuniões internacionais de "pares" ele, empresário de sucesso, se movia por entre políticos de carreira sempre depedentes de, a pedinchar, votos.
Curioso também Biden, figura do partido Democrata de longa data, fala em unir o País, tentando ultrapassar o facto de o seu partido ter andado durante 4 anos (e mesmo antes) a inventar caricatas histórias de conluíos com russos, e outras, permanetemente "desunindo", com falsidades, o País.
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De Anónimo a 21.01.2021 às 16:35

E o que sao os politicos? funcionarios da democracia, pagos por todos nos e que a quem, mais nao se pede senao o cumprir o que a etica, deontologia, educacao e o respeito por quem os elegeu, lhes foi imcumbido.
Nao quero salvadores da patria, arautos divinos ou receptores da tabuas de moises, querem quem sirva quem os elegeu, tal como quero ser devidamente atendido em qualquer reparticao publica!!!
E pelos vistos, Vexa nao entende que esta funcionalidade e um servico publico para todos nos.
Ao misturar "o nao fazer parte do sistema", tal como Vexa diz, e valido pelas atitudes humanisticas, nao pelas idiotices & parvoeiradas, sustentadas por um bando de idiotas com um QI proximo de um peixinho de aquario, que tambem eles querem, um dia, saltar do aquario para a ribalta do pulpito politico economico.
E foi simplesmente isso que o mentecapto do trump fez, convenceu uma data de imbecis (isto sim e preocupante & infelizmente tem seguidores pela Europa...), rodeou-se de outros tantos "lambe traseiros" com uma actividade cerebral ainda mais baixa, e gritou alto e bom som "quem nao e por mim, esta contra mim", tal como o coronel Tapioca dos livros do Tintim, senao va ver a quantidade de funcionarios que despediu porque tiveram a coragem de lhe dizer "que a lixivia nao pode ser injectada em pessoas"...!!!
E se mais nao fez, para alem de lancar a maior confusao possivel em todas as direccoes, politicas, economicas, internacionais e sobretudo sociais, foi porque simplesmente " e demasiadamente estupido para isso".
Em que aquario e que voce vive?...
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De Vento a 21.01.2021 às 19:59

Você escreve ao anónimo e eu respondo.
Não vi ainda na sua mentecapta afirmação qualquer alusão com os atributos de IQ que tanto reivindica que permita uma refutação com tais características.

Você deve ser um jornaleiro frustrado com ares de quem se presume muito elevado. Talvez eleve-se bem, mas só de saltos altos e finos.
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De Anónimo a 22.01.2021 às 17:43

Caro "de vento",
Gostava imenso de continuar a discussao, mas infelizmente nem Vexa se cinge aos comentarios sobre o texto publicado, antes pelo contrario, "trumpisticamente" parte para o disparate pessoal, mas mais ainda, nao consigo perceber patavina ou qualquer sentido na sua brilhante resposta.
O assunto e sobre democracia, presidentes, impactos de determinado tipo de presidentes e politicas sociais, nos paises onde foram eleitos e tambem sobre o que se deveria exigir em termos de defesa de valores democraticos, respeito pelos cidadaos e vidas humanas, a esses mesmos representantes da vontade do povo.
Pena, estava a ser interessante mas ja percebi que Vexa esgotou a "cabula"...
PS - Muito longe de qualquer profissao proxima disso (jornaleiro & nunca desrespeitando uma profissao com muitos anos, vulgo ardinas...), mas sinto-me, socialmente & moralmente, sempre na obrigacao de tentar "elevar" espiritozinhos pobres ao patamar da razoabilidade humanistica.
Com ou sem "saltos altos e finos..."
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De Vento a 23.01.2021 às 11:49

Fineza não lhe falta para mostrar que os satos que usa são altos. Porém não se equilibra neles.
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De Bea a 21.01.2021 às 12:32

Boa sorte para a dupla dos EUA e que ela não nos falte por aqui. A esperança é a última a morrer, como o amor, "tem de haver".
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De singularis alentejanus a 21.01.2021 às 14:39

Wellcome true USA
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De Manuel Antoni a 21.01.2021 às 18:26

Mas espetana de quê? s americanos com este manso estão fdidos, E já agora os europeus idem.
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De s o s a 21.01.2021 às 20:35

a politica, diz-se, é a arte do possivel.
E desta vez, ao menos desta vez, que é a que interessa por ser a recente, foi eleito este á tangente. Apesar dos outros ( os partidarios do perdedor ) serem aguerridos, diria até unidos.
È normal o discurso da unidade, lá, cá, e no mundo.

Nao é liquido que tenham sido o militares a negarem-se a guerras ordenadas por Trump, mas a realidade é que nao as houve. Se creditarmos a ausencia de novas guerras á politica de isolamento do Tump, só pode significar que arredado o perigo inicial de que o doido as desencadeasse, esse perigo ressurja agora, de forma concertada, como antes.

Tambem como aconteceu com outras mudanças mundiais, sabiamos o que tinhamos, e agora voltou a incerteza.
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De Anónimo a 21.01.2021 às 23:16

Ainda gozam com os católicos quando tentam beatizar um santo, grande arrozado a venerar o santo das esquerdalhas

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