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A história evidentemente não oferece lições simples e prontas a usar. Mas isto não significa que nada se possa aprender com ela. Um primeiro dado fundamental da história do terrorismo é que este falha a maior parte das vezes. Os peritos em terrorismo dividem-se em muitos aspectos, mas a maioria concorda que boa parte das campanhas terroristas podem ter um forte efeito perturbador e mediático, mas fracassaram no sentido de que não levaram à mudança política pretendida. Pelo contrário, frequentemente legitimaram uma resposta forte à ameaça terrorista, que pode ser mais ameaçadora para as liberdades do que o terrorismo propriamente dito.

Bruno Cardoso Reis no Observador.

 

[NOTA] Porque estamos em Portugal, eis a desgraçada “declaração de interesses”: O Bruno Cardoso Reis colaborou com enorme generosidade num livro sobre segurança do qual sou co-editor. O modesto canhenho teve um parto difícil e trabalhoso, mas espero que em breve esteja nos escaparates.


3 comentários

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De JS a 19.01.2016 às 19:19

Vou ler. Mas.

Há "terrorismo" baseado nos interesses e suportado por largas faixas da população. Esse tem bases para perdurar, numa evolução do mesmo sinal.

O ISIS é apenas uma seita fanatizada por um retrito grupo de chefes religiosos, eles mesmo serventuários de outros poderes mais ou menos óbvios. Utilizam, como carne para canhão, desenraizados culturais (2ªs gerações de islamitas da Europa), os usuais idiotas úteis ou, coercivamente, populações sub-desenvolvidas.
Terrorismo, claro....
Com estas manobras o barril de crude está a 28 Euros.
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De lucklucky a 19.01.2016 às 20:39

Supostamente esta instabilidade toda deveria ter levado o barril para mais de 100 dólares...


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De JS a 20.01.2016 às 00:24

Caro Lucklucky. Exacto!. Imagine que havia estabilidade. Qual seria o preço do crude ?.
Cordialmente, JS

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