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12 comentários

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De PS Esquerda a 10.10.2015 às 22:54

É muito interessante ver como fazem tudo por tudo, para amedrontar, todos e mais alguns, com a formação dum governo de esquerda, esquecendo-se que o CDS, é tudo menos um partido sério, basta ver o debate de 2011 entre Portas e Passos. Quem pensará mais na sua plateia? É ver o CDS que à custa da incapacidade do PSD se coligou, para não desaparecer e Passos aceitou porque sabia que ia de vela. É esta coligação que temos que se fossem separados, o CDS quase que teria desaparecido e o PSD teria perdido em todas as frentes. Esta realidade ninguém aprofunda nem pensa nela porque estão mais interessados em amedrontar os que se deixam iludir.
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De Pedro Correia a 10.10.2015 às 23:11

Então agora o PS já é de esquerda? Vocês passaram toda a campanha a dizer que o PS defendia "políticas de direita" e "fazia o jogo da direita"!
Parece a doutrina Pimenta Machado transferida do futebol para a política: o que hoje é verdade amanhã é mentira.
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De PS Esquerda a 10.10.2015 às 23:58

Então não é o senhor Pedro Correia que diz que o PS é de esquerda ou agora já não interessa que seja? Não é que a sua última frase está certíssima, basta olhar o vídeo de Passos e Portas. Em 2011 era uma coisa, hoje é outra! Basta recordar Passos a dizer que não lhe interessavam eleições e hoje debate-se com unhas e dentes pelo poder! Têm exemplos tão tristes e falam dos outros...
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De Pedro Correia a 11.10.2015 às 00:07

Mas se vocês afinal querem postos ministeriais e apoiam agora as "políticas de direita" do PS, preparem-se para fazer como o Tsipras: acolhem o Tratado Orçamental, submetem-se às regras do Banco Central Europeu, esquecem a "reestruturação da dívida" e nem pensem em abandonar o euro.
A não ser que seja tudo joguinho de faz-de-conta para entreter as plateias nestes dias pós-eleitorais.
É bem capaz de ser este o caso, como muitos socialistas já perceberam.
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De PS Esquerda a 11.10.2015 às 01:33

Ninguém quer postos ministeriais, querem-se governos que olhem o país e os seus cidadãos. Há vida para lá da dívida e isso, nunca interessou a este governo que massacrou, expropriou e vendeu tudo, para no fim termos uma dívida bem maior. Ainda bem que falou da reestruturação da dívida. Diga-me sem rodeios, como é que vamos pagar uma dívida impagável, sem reestruturá-la. Não faça rodeios e diga de forma bem clara, de maneira que todos que por aqui passam, percebam como se vai pagar a dívida, da qual, ainda não se pagou um cêntimo, apesar de tanta austeridade. Uma coisa pagámos, com fartura, juros e mais juros e enquanto pagávamos juros, a dívida crescia e os empréstimos bancários não param para pagar a dívida, o que quer dizer que passamos a vida a pedir a uns para pagar a outros. Explique, com clareza! Para todos entendermos.
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De Pedro Correia a 11.10.2015 às 09:47

Clareza é o que falta da parte dos defensores de um "governo de esquerda".
Dizem que querem "correr com a direita" disponibilizando-se para apoiar um partido que sempre teve "políticas de direita" - primeira contradição.
Garantem desde já que não irão para esse governo mas asseguram que ficarão de fora, a brincar aos treinadores de bancada - segunda contradição.
Antecipam que não votarão moções de rejeição a esse governo oriundas da direita, mas omitem o que farão no caso do principal instrumento da acção governativa, que é o Orçamento do Estado - terceira contradição.
Finalmente, olhemos para o passado. Soares, Guterres e Sócrates, socialistas que lideraram executivos minoritários, nunca - nunca mesmo - contaram com um só voto oriundo da "verdadeira esquerda" - quarta e fundamental e definitiva contradição.
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De PS Esquerda a 11.10.2015 às 12:41

Parece não conhecer como governam os países do Norte da Europa. Ao que parece a esquerda está pronta a mudar, nem que para isso abdique dos seus ideais, mas não foi nesse ponto que me foquei. Perguntei-lhe e pedi-lhe que explicasse como se vai pagar uma dívida impagável reconhecido por todos de " impagável" sem resstruturá-la. Repito-lhe, não desconverse e diga de forma clara de maneira a que todos que por aqui passam, fiquem elucidados, de como se vai pagar a dívida, da qual, ainda não pagámos um cêntimo, apesar de tanta austeridade e de tanta venda, ficando Portugal sem nada de seu, a não ser cidadãos. Uma coisa temos pago com fartura, juros e mais juros e enquanto pagamos juros, a dívida cresce e os empréstimos bancários não param para pagar a dívida, o que quer dizer que vamos passar a vida a pedir a uns, para pagar a outros e a maldita austeridade nunca mais vai parar. Explique com clareza, para todos percebermos!
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De Pedro Correia a 11.10.2015 às 12:54

É fácil.
1. Constitui-se um "governo verdadeiramente de esquerda".
2. Este governo determina um aumento brutal da despesa pública, em salários e prestações sociais.
3. O mesmo governo determina uma quebra radical da receita pública, decretando uma redução generalizada dos impostos.
4. O diferencial entre o aumento da despesa e a redução da despesa é compensado com dívida externa, aproveitando o facto de Portugal ter reconquistado o acesso ao financiamento autónomo a juros baixos no mercado internacional.
5. A dívida faz disparar o défice, entrando o Estado português em incumprimento com o Tratado Orçamental.
6. O défice provoca a subida as taxas de juro a que nos financiamos no mercado externo.
7. A crescente dificuldade em obter financiamento externo leva à pré-rotura da situação financeira interna.
8. Segue-se um quarto pedido de resgate, a assinatura de um Memorando de Entendimento e a consequente tutela do País pelas instituições internacionais.
9. O governo "verdadeiramente de esquerda" cessa funções, seguindo-se uma eleição legislativa da qual sai um governo de direita.
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De PS Eswuerda a 11.10.2015 às 13:50

Isto é resposta de quem não sabe responder nem tem como responder e depois responde com disparates. Estamos a falar dum governo da coligação e o Pedro Correia não tem resposta porque o PSD/CDS nunca quiseram fazer nada para a pagar a não ser endividar mais e mais o país. É grave escrever o que escreveu, pois parece desconhecer como se faz ou pode fazer uma reestrturação de dívida. No mínimo veja como se fez a da Alemanha. Melhor, sabe, não interessa é fazer isso porque a UE, Eurogrupo, FMI, BCE e a Alemanha, impõem que assim seja. Mais, informe-se, pois parece desconhecer que a Holanda é um dos maiores devedores da zona Euro, dito pelo próprio presidente do Eurogrupo, de nacionalidade holandesa mas aparece sempre como um exemplo a seguir. Tudo isto é gravíssimo, mas a direita mais não faz que vender ilusões e mentir deixando os portugueses na ilusão e na mentira. Um jornalista tem de informar e não apoiar este ou aquele governo que é o que aqui se passa.
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De Pedro Correia a 11.10.2015 às 16:20

Quando alguém recorre ao insulto ("responder com disparates"), informa-me que ficou sem argumentos e perdeu por completo a capacidade de argumentar.
Foi o que sucedeu consigo.
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De PS Esquerda a 11.10.2015 às 18:20

Nunca na vida o "disparate" foi insulto, muito menos quando estamos a falar do governo de coligação e o Pedro não responde, respondendo desconversando, pondo à baila, governos de esquerda. Quantos disparates fazemos na vida e não estamos a insultar ninguém! Se para si é insulto, é grave. Insulto é fazer dos portugueses parvos e escondendo-lhes o que fazem, para se aumentar o impagável. Não fiquei sem argumentos porque continuo com eles todos, até ser esclarecido. Lamento é que não tenha resposta para o contraditório do que argumentei e não consiga esclarecer. Estes comentários elucidaram-me bem daquilo que já sabia que o governo PSD/CDS, não pagará nada porque não tem como e os senhores de Bruxelas, impõem-lhes austeridade, à qual obedecem sem olhar a meios porque eles não conseguem e não sabem negociar.
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De Pedro Correia a 11.10.2015 às 18:59

Você até agora limitou-se a deixar aqui um chorrilho de disparates.

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