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É tempo de acabar com o "distanciamento social"

por Pedro Correia, em 04.05.20

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Não deixa de ser irónico que um Executivo do PS apele todos os dias ao "distanciamento social" - expressão criada por alguma luminária imersa na bolha de São Bento, talvez por tradução apressada do "amaricano", e que logo pegou como labareda em palha seca. 

É uma imbecilidade confundir distância física - por imperativo sanitário - para travar a expansão da pandemia com o tal "distanciamento social" que se apregoa. Não tem de haver "distanciamento social" nenhum. Aliás a simples comunicação por telefone, videochamada ou até de varanda para varanda ou de uma janela para a rua anulam de imediato essa distância. E muito bem. Porque em tempos difíceis e duros como este a última coisa que se deseja é "distanciamento social".

Estranho é que o último a perceber isto seja um Governo que se proclama socialista.


48 comentários

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De Bic Laranja a 04.05.2020 às 08:38

Ora lá está!
Cumpts.
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De Pedro Correia a 04.05.2020 às 22:30

Ora muito bem. Registo com agrado e sem surpresa esta sintonia.
Já em 29 de Março eu me insurgia aqui no DELITO contra esta absurda expressão que passou a usar-se até à náusea:
https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/diario-do-coronavirus-5-11445841?thread=91854161#t91854161

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De Anónimo a 04.05.2020 às 08:43

Bom dia Pedro Correia
Antes de mais que esteja tudo o melhor possível consigo.
Atrevo-me a presumir que, genericamente, concordará comigo - a mediocridade e a imbecilidade continuam a primar.
Boa semana. Saúde.
António Cabral
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De Pedro Correia a 04.05.2020 às 22:31

Concordo consigo, caro António Cabral. Boa semana para si também.
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De zazie a 04.05.2020 às 09:10

Distanciamento social saudável era colocar-lhes uma mordaça.
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De Pedro Correia a 04.05.2020 às 22:32

Alguns nem assim. Só com nicabe. Ou com burca (unissexo, pr'à menina e pr'ò menino.)
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De Chuck Norris a 04.05.2020 às 23:18

Eu cada vez mais prefiro o distanciamento socialista, ao distanciamento social... e pensar que não foi sempre assim....
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De V. a 04.05.2020 às 10:43

Bem visto. Em Português acho que distância de segurança é o melhor.

Em Brasileiro não sei.
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De Pedro Correia a 04.05.2020 às 22:40

Talvez distância bolsonárica.
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De Anonimus a 04.05.2020 às 10:44

Gosto particularmente do dever cívico de recolhimento domiciliário.
Excepto para trabalhar.
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De Pedro Correia a 04.05.2020 às 18:28

"Dever cívico de recolhimento domiciliário" é, na verdade, expressão que não lembraria do Dom Fuas.
Nem sequer ao cavalo dele.
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De Anonimus a 04.05.2020 às 10:45

Proibição de eventos ou ajuntamentos com mais de 10 pessoas.

Vou procurar o "excepto se..."
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De Pedro Correia a 04.05.2020 às 11:12

Se for da CGTP nem precisa de procurar.
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De V. a 04.05.2020 às 10:52

Distância Espirrótica também não era mau. Arriscaria mesmo dizer que Intervalo Tussídico também não ficava mal (pelo menos o Elviramonte haveria gostar dos ecos normalizados a que esta alude)

Mas, helás, acredito que as forças de segurança nunca abdicariam de usar no seu linguajar de relatório as "segregações estomato-respiratórias dos transeuntes"
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De Anónimo a 04.05.2020 às 11:47

Desde que o fisco (ou uma das Mortáguas; assumindo que há diferença) não invente uns agravamentos de impostos, ou novas taxas, em função do alcance das emissões resultantes das esternutações e contracções espasmódicas da cavidade torácica de cada um...

Costa
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De Pedro Correia a 04.05.2020 às 22:33

Meu caro, não precisa de lhes dar ideias. É gente muito criativa nessa matéria.
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De Anónimo a 04.05.2020 às 12:24

Na minha opinião,
o distanciamento social vai promover a produtividade empresarial , pois acabam-se as inutilidades de certas conversas e abraços fúteis.
O covid promove o medo a desconfiança, e em certa medida eleva o individualismo produtivo.
O distanciamento social pode ser a salvação do tecido empresarial.


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De Pedro Correia a 04.05.2020 às 22:34

Sobretudo para a indústria e o comércio de máscaras, viseiras e luvas.
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De JF a 04.05.2020 às 13:42

Junte-se a isso a infundada medida do uso de máscaras pela população.

O uso de máscaras generalizado pela população (excepto pelos profissionais de saúde) voltou a ser recusado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) a 06 de Abril de 2020, por as mesmas serem ineficazes na protecção contra a contaminação; as máscaras servem somente para proteger os doentes/pacientes das gotículas de saliva dos profissionais de saúde que possam eventualmente cair ou ser expelidas:

- Conselhos sobre o uso de máscaras no contexto do COVID-19 (Advice on the use of masks in the context of COVID-19, 6 April 2020)

https://www.who.int/publications-detail/advice-on-the-use-of-masks-in-the-community-during-home-care-and-in-healthcare-settings-in-the-context-of-the-novel-coronavirus-(2019-ncov)-outbreak

A desinformação por parte da população sobre este assunto, está a ser aproveitada pelos governos e entidades para servir outros interesses inerentes a uma agenda política e económica ao mesmo tempo que dá a ideia aos cidadãos de uma ilusória segurança através do uso de máscara e luvas, ou seja o chamado efeito placebo.
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De Anónimo a 04.05.2020 às 17:19

mais um socialista e a sua Bíblia da OMS. vá ver as estatísticas dos países que mandaram os conselhos da OMS às urtigas. se Portugal é um milagre eles são o segundo advento.

qual é o problema? achatamento da curva é bem mais ridículo, e impactante, e disruptivo, e uma paródia de outros termos que a comunicação social replica como papagaios.

é por isso que temos inadequado e desadequado, e um destes dias impróprio e despróprio.

José de Bêtum
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De Anónimo a 04.05.2020 às 14:27

Quem poderá afirmar que não é mesmo o que esta malta pretende: distanciamento social. Eles são únicos. O ´resto´mantenha-se à distância. Social, claro!
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De Pedro Correia a 04.05.2020 às 22:35

Jamais haveremos de ouvi-los apregoar o "distanciamento fiscal".
Tudo menos isso.

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