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É fazer as contas, como dizia outro

por Rui Rocha, em 06.06.16

Fazendo umas contas por alto, um ano tem cerca de 250 dias úteis. Se tivermos em conta que o direito a férias remuneradas corresponde a 22 dias por ano, sobram coisa de 228 dias úteis para trabalhar. A redução do horário de trabalho na função pública para 35 horas semanais corresponde a menos 1 hora de trabalho por dia. Isto é, o empregador Estado acaba de somar aos 22 dias úteis de férias normais mais uma "dispensa" equivalente a cerca de 28 dias por ano (1 hora x 228 dias de trabalho / 8 horas diárias de trabalho = 28,5). Exacto. É o que acabaram de ler e que repito para o caso de não ter ficado claro: é de uma medida equivalente a um acréscimo de 28 (vinte e oito) dias de férias anuais para cada funcionário público que estamos a falar.


50 comentários

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De Justiniano a 06.06.2016 às 17:35

Sim, exacto, mas, nesse caso, acho que já influenciava a despesa. É diferente, deste caso!!
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De ariam a 06.06.2016 às 19:22

Justiniano não se canse a explicar coisas a adultos que nunca querem deixar de ser "criancinhas" porque isto de ser adulto, responsável pela sua própria vida, não é para todos, nada como nascer e morrer como mero "recipiente" do Estado e quanto a igualdade, o melhor é esquecer, a moda é outra, quem berrar mais alto ou fizer a birra maior, o papá Estado acaba por lhes fazer todas as vontadinhas ;)
Naturalmente, eu daria a mão à palmatória se visse alguém, como o Sr. Arménio, pedir um empréstimo ao Banco (agora até era bom, os juros estão baixos) montar uma empresa, dar Muitos Empregos, com bons ordenados e todas as regalias que ele agora começou a querer exigir dos privados e depois provar como se consegue pagar impostos, ordenados e num horário, de preferência reduzido e, pensando bem, o melhor é o tal rendimento minino enviado para casa, algo que os Suíços já votaram contra. Querem mesmo transformar-nos em algo parecido com rebanhos, os "donos das quintas" é que sabem o que é melhor para nós, nada de mérito, esforço ou sonhos, somos todos iguais, algo muito apoiado por preguiçosos, encostados e garantidos, sabem lá dar valor ao que é, realmente, a Liberdade de poder escolher o nosso próprio caminho, as nossas regras, os nossos valores. Interessa é nivelar por baixo e, depois, é uma grande admiração sobre o que se passa na Venezuela. Se o risco, o mérito e o esforço não forem recompensados, encostam-se todos à "sombra da bananeira" e, no fim, quando não houver mais sítio onde cobrar impostos, estamos mal, porque nem temos, como a Venezuela, petróleo, nem gatos e cães de rua para comer. Mas já me esquecia temos, pelo menos, direitos e garantias adquiridas que, nem que se continue a gastar por conta dos que ainda não nasceram, "no problemo", essas não podem falhar, até ao dia em que falhar Tudo. Com papas e bolos se enganam os tolos ;)
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De jo a 06.06.2016 às 19:55

Normalmente o que se tem visto no nossos grandes empresários é um grande empréstimo pedido ao banco com garantias dadas a amigos, um calote ao banco e os contribuintes a pagar a falência do banco.

Entretanto o banqueiro e o empresário mandam escrever nos seus jornais (falidos) que os trabalhadores estão a ganhar demais e que é preciso evitar o défice.

Se gostam de um estado mínimo mudem-se para a Somália ou para a Síria, lá não há Estado nenhum.

Mas os nossos liberais querem serviço público de qualidade feito por escravos.
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De ariam a 06.06.2016 às 21:11

Primeiro tente informar-se, antes de repetir coisas como "os papagaios" e isso já são argumentos velhos porque, o que vem por aí, para uma grande maioria é quase inimaginável.
Por exemplo, outro assunto, sabe quantos empregos vão ser perdidos na Europa, EUA e Canada, na próxima década, só com a tecnologia e a IA (inteligência artificial)? Provavelmente não sabe e nem lhe interessa, portanto, de nada lhe adianta, tentar matar o "mensageiro", porque factos são factos e estão cada vez mais perto, quase ao virar da esquina. Sabe que mais? Estou-me completamente a borrifar para argumentos desses. Isso de virar o assunto e mandar-me para a Somália é o que fazem os Sofistas, mas isso, já expliquei por aqui, há muito tempo atrás mas, posso repetir "Sofismo ou sofisma significa um pensamento ou retórica que procura induzir ao erro, apresentada com aparente lógica e sentido, mas com fundamentos contraditórios e com a intenção de enganar".
E até aposto que não viu nada dos links que deixei, eu sei... são coisas muito cansativas... melhor serão, umas novelas ou uns joguinhos de futebol.
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De Tiro ao Alvo a 06.06.2016 às 21:00

Ariam, o JO aceitou o seu desafio e vai criar uma empresa e pagar bem aos seus colaboradores, que terão horário reduzido.
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De ariam a 07.06.2016 às 09:22

Os ou As Jo nem sequer se questionam sobre nada, falam de corrupção e, não percebem que quanto maior for o Estado e mais Poder tiver sobre Tudo e sobre Todos, maior será a corrupção. A política tem de ter em conta a Natureza Humana, basta ver, a quem saia a Lotaria, a quantidade de "amigos" que lhes aparece à porta e é só dinheiro, juntando isso ao Poder de controlar um país, já sabemos quem acaba sempre por pagar os desatinos.

Não é por acaso que, na Suíça, os cidadãos têm um bom nível de vida, primeiro, não entraram na UE o que lhes roubaria o poder de decidir porque, por lá, o Estado não manda nada, tem sempre de fazer referendos. Gere mas não toma grandes decisões (onde não há Poder não há incentivo à corrupção). Claro que a Suíça continua na mira dos que querem destruir esse poder dos cidadãos para os poder amalgamar "no rebanho". Começa sempre tudo, com ideias aparentemente boas, como esta última, de dar um rendimento base igual a toda a gente (mesmo não trabalhando) mas, como os suíços não são estúpidos e Veem o que se passa na Europa, votaram Não. Era o caminho mais curto para criar "encostados", fomentar a preguiça e terem uma invasão de migrantes a consumir-lhes os impostos. Claro que, agora, correm o risco da tal elite do 1% que quer controlar o Mundo, lhes fazer a vida negra e atacar a sua própria moeda, como já foi feito noutros países. Soros, outro do grupo dos que nos quer transformar em escravos, desde atacar moedas de quem não se submeta, até financiar grupos que incitem à estupidez, usará, como de costume, todos os truques sujos.

Estes Jos ainda não perceberam que se passa muito mais "debaixo do pano" do que aquilo que lhes é mostrado. Não é por acaso que a elite pensa que somos todos uns retardados, uns incapazes de controlar e decidir sobre o nosso próprio destino e que Eles é que sabem o que é melhor para nós, pudera, uma grande maioria cai em todas as armadilhas do facilitismo e ainda não entendeu que está a criar a sua própria prisão onde tudo é legislado, regulado, taxado, multado, já só falta, mesmo, regular o tamanho da ração diária e qual o lado do papel higiénico que se pode usar.

Nota-se que este processo está a acelerar porque muita gente está a "acordar" e isso não lhes convém e, estamos praticamente no ponto da irreversibilidade, o Mundo será a grande quintarola controlada pelo 1% e se, como se tem ouvido, acharem que somos demasiados portanto, descartáveis e facilmente substituídos pela tecnologia como já está a acontecer, se alguém pensa que estamos mal e que bastam "uns paninhos quentes e uns caldinhos de galinha" não sabem mesmo nada sobre o Mundo onde vivem.

Entretanto, estou só a aproveitar para "queimar os últimos cartuchos" da liberdade de expressão porque, um dos próximos alvos que até já está na "agenda do dia" da UE será o que se diz ou escreve na net. Os "dorminhocos" acordem e parem de acreditar em falsos profetas e em ilusões porque "o verdadeiro Inferno vem a galope" e entre muitos sites onde se fala sobre este assunto deixo dois:
Google:
http://www.spiked-online.com/newsite/article/the-eus-relentless-attack-on-free-speech/18417#.V1Z8Vjf2bcc
New plans to tackle online hate speech pose a threat to us all.

YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=dnCHDyiJpd0
EU, Facebook, YouTube, Twitter, Microsoft Threaten Free Speech
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De Carlos Alberto a 07.06.2016 às 12:37

Tudo o que se consome na Suiça é facturado e/ou registado. Não há praticamente fugas ao fisco. Se for beber um simples café, se for comer a um restaurante, tem o direito de não pagar enquanto na tiver o talão ou a factura. Não existe mercado paralelo. Se todos tivéssemos essa prática, seguramente as finanças públicas estariam equilibradas.
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De ariam a 07.06.2016 às 15:34

E como pensa que isso acontece? Vem inscrito no ADN? O Exemplo tem sempre que vir de cima e, por acaso, temos tido uns políticos exemplares? Quer que alguém se sinta culpado por não pedir a fatura de um café enquanto vai lendo ou ouvindo, repetidamente, nas notícias sobre "eclipses" de milhões ?

É tal e qual como na educação das crianças e dos adolescentes, não basta dizer para fazer assim ou assado, temos que praticar o que apregoamos. Sei de uma Diretora de Turma que obriga a pôr os telemóveis num saco e depois, enquanto os miúdos fazem uns exercícios, faz telefonemas e passa a vida a olhar para o smartphone. Isto ensina o quê? Se tiveres mais Poder podes abusar à vontade e acabam por estragar o trabalho de quem tenta educar. Neste campo, podia-lhe dar uma dezena de maus exemplos e, nem quero imaginar, quantos serão os que desconheço.

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