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É fazer as contas, como dizia outro

por Rui Rocha, em 06.06.16

Fazendo umas contas por alto, um ano tem cerca de 250 dias úteis. Se tivermos em conta que o direito a férias remuneradas corresponde a 22 dias por ano, sobram coisa de 228 dias úteis para trabalhar. A redução do horário de trabalho na função pública para 35 horas semanais corresponde a menos 1 hora de trabalho por dia. Isto é, o empregador Estado acaba de somar aos 22 dias úteis de férias normais mais uma "dispensa" equivalente a cerca de 28 dias por ano (1 hora x 228 dias de trabalho / 8 horas diárias de trabalho = 28,5). Exacto. É o que acabaram de ler e que repito para o caso de não ter ficado claro: é de uma medida equivalente a um acréscimo de 28 (vinte e oito) dias de férias anuais para cada funcionário público que estamos a falar.


50 comentários

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De Garcia a 07.06.2016 às 20:14

Tenho de achar curioso e de elevada tristeza o facto de enfiarem todos os funcionários públicos no mesmo saco . Sou funcionário no sector da saúde e posso afirmar que não sei para onde me virar com tanto trabalho e as baixas por exaustão são constantes . Existem sectores que talvez não merecessem as 35 horas por são pouco penosos . Sou defensor de que sectores penosos sejam beneficiados pois não se pode comparar a pensosidade de um funcionário de uma secretaria com por exemplo a penosidade de um enfermeiro nas urgências do S. José na qual já estive a assistir á violência diária que lá existe... por isso tenham bom senso e ponham as coisas nos sítios certos sem fazerem comentários depreciativos sem saberem do que falam.
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De ariam a 07.06.2016 às 21:23

Se tudo funcionasse com rigor, igualdade, imparcialidade, mérito... em vez deste desatino dos políticos só pensarem nas próximas eleições e servirem clientelismos, se fosse um Estado que só servisse para Gerir e tivesse menos Poder para evitar a corrupção (como o caso que já aqui falei, o da Suíça), se os privados, especialmente as pequenas e médias empresas, não estivessem sempre sufocadas por impostos, muitas vezes injustos e inesperados, num país de 10 milhões de alminhas, tenho quase a certeza que ninguém precisaria de trabalhar, nem sequer as 35 horas. Seja no sector público ou privado, neste "pantanal" , naturalmente, no fim, acaba tudo da mesma maneira, paga o justo pelo pecador.
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De BELIAL a 08.06.2016 às 11:28

Como na maioria das autarquia o horário nunca saiu das 35h, está tudo bem.

E que saiba, não sofreram sanções.

As "cambras" não são Estado

Os 4 órgãos de soberania podem dormir descansados - que o "povo" não critica.


Quanto às "cunhas" para a fp...apenas para a fp...tá bem tá...eh eh eh

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De Zé Pagante a 08.06.2016 às 11:58

Eu fiz umas contas por alto de quanto os portugueses têm que pagar por bancos roubados por uma corja de bandidos a que chamam a nossa ELITE e cheguei a esta redonda quantia, DE 50 BILIÕES, assim distribuidos: BPP, 4 a 5 MIL MILHÕES DE EUROS, BPN 8 a 9 MIL MILHÕES DE EUROS, BES 10 a 12 MIL MILHÕES DE EUROS, BANIF 4 a 6 MIL MILHÕES DE EUROS, CGD 8 a 9 MIL MILHÕES DE EUROS, mais uns 8 a 9 MIL MILHÕES DE EUROS para SWAP's e PPP's, sendo que a maior factura recaiu nos FP e nos reformados/aposentados. Já não há paciência para esta escumalha!
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De BELIAL a 08.06.2016 às 16:00

O Estado unilateralmente, cortou salários, aumentou descontos contributivos, aumentou horário de trabalho - na FP e EPs.

Na generalidade do sector privado, isso ocorreu unilateralmente?
Ñão subiu o salário mínimo nacional?
Não é a a dívida privada maior que a pública.

A evasão fiscal concertada (ou não) existe na fp, contribuinte fiscal?

Foi a fp que estourou a banca, construção civil, indústria e comércio?

A cada um o que é seu.
Cada um sabe de si.

Debates deste tipo, não convence ninguém.
As opiniões são como os pregos; quanto mais se martelam, mais se enterram.
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De singularis alentejanus a 08.06.2016 às 18:24

O isso ter acontecido, só existe um culpado: O Estado. Que com o seu péssimo quadro de funcionalismo público mais uma, entre mil e uma, não funcionou, nem funciona.
Aqui só para nós, os que vão para o funcionalismo público, são aqueles que ninguém quer no privado.
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De Inocêncio a 08.06.2016 às 21:33

Muitos daqueles que o privado acolhe, não conseguiram entrar no público.
Como desejavam.
Em parte porque fecharam entradas.
Natural, é pois, o ressaibiamento despeitado e invejoso.
Terem de se sujeitar a analfabrutos e vigaristas de toda a espécie, que fecham e abrem "empresas" como cogumelos, insolvendo de cada vez, ficando a dever salários, impostos, contribuições à ssocial,etc.

Isto quando vêm fp tratada com dignidade.
Compreendo, muito bem.

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