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E em Portugal?

por Pedro Correia, em 02.08.17

A justiça espanhola tem vindo a apertar o cerco à evasão fiscal no futebol, que durante décadas passou impune. Sem poupar sequer os grandes astros da modalidade.

Lionel Messi foi condenado - com sentença já transitada em julgado - por defraudar a administração tributária em 4,1 milhões de euros. Por sua vez, Cristiano Ronaldo está a ser ouvido num inquérito a propósito da suposta fuga ao fisco num valor de 14,7 milhões de euros relativos a direitos de imagem.

Impõe-se a pergunta: quando terá a justiça portuguesa oportunidade ou coragem para investigar todos os contratos dos jogadores de futebol profissional?


13 comentários

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De Vlad, o Emborcador a 02.08.2017 às 12:42

Comecem primeiro no Estado, Autarquias e Partidos, quanto às fugas ao fisco e corrupção.Depois se sobrar tempo dediquem-se à bola
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De Pedro Correia a 02.08.2017 às 12:47

Basta seguirem o exemplo espanhol. Onde tudo é investigado, sem que o futebol seja um território à margem do braço da justiça.
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De Desconhecido Alfacinha a 02.08.2017 às 14:54


Já à muito que me desenganei da Lusa Justiça e Fisco. Quer comparativamente aos Espanhóis quer comparativamente - sim, esses mesmos - aos Brasileiros. As posturas dos Servidores de Estado nesses países são TOTALMENTE distintas das do nosso.
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De Maria Dulce Fernandes a 02.08.2017 às 14:18

Concordo. Acredito até que há partidos cujo património era bem capaz de pagar metade da dívida externa de Portugal.
Antes até de reverem oficialmente contas dos jogadores profissionais, deviam esmiuçar os embaralhos da Liga e dos clubes.
Como pergunta o Pedro, para quando a firmeza da justiça portuguesa para se dedicar a este tipo de averiguações... Não me parece que esteja para breve, mas gostava de ser agradavelmente surpreendida.
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De JSP a 02.08.2017 às 14:29

No torrãozinho de açúcar não há Justiça, há "justiça" : candinha, nascimento, monteiro, alberto costa,van dunen,morgado. e por aí fora...
Paradigmático , o (in) famoso caso Bicharel, chico-esperto de um sítio cujo gado eleitoral promoveu a primeiro-ministro e que por aí continua, à solta, , prova viva do epitáfio definidor de todo um povo :"Biblicamente estúpidos".
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De Anónimo a 02.08.2017 às 18:45

":"Biblicamente estúpidos"." Epíteto que se deve começar por aplicar aos autores de comentários sem pés nem cabeça.
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De M.L. a 03.08.2017 às 19:46

Nem mais!
Muito claro, só não vê quem não quer ver.
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De sampy a 02.08.2017 às 14:45

Bem, quanto ao exemplo espanhol...
http://www.elmundo.es/comunidad-valenciana/2017/07/31/597f7926468aebe0198b4621.html
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De Anónimo a 02.08.2017 às 18:47

Mas sabe que a relva do jardim do vizinho é sempre mais verde do que a nossa.
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De Anónimo a 02.08.2017 às 16:12

Caro Pedro Correia. Basta atentar, nas listas dos 10 a 20 maiores devedores de conhecidos bancos, nas frequentes visitas de governantes/ elites/ outros titulares de orgãos de soberania nos camarotes presidenciais dos quatro maiores clubes de futebol onde normalmente servem muito bem, pesquisar os projectos imobiliários ligados a figuras do futebol, observar retrospectivamente os resultados de todos os casos envolvendo dirigentes e todos os outros actores do mundo do futebol, para ficar com uma ideia das coisas /justiça em Portugal.
António Cabral
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De Pedro Correia a 02.08.2017 às 21:45

Pois, António. Por isso escrevi estas linhas em jeito de desabafo. Há demasiado contraste nos países ibéricos: temos muito a aprender com a justiça espanhola nesta matéria.
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De Anónimo a 02.08.2017 às 22:28

E por falar em justiça portuguesa: vamos a ver se o advogado dos comandos consegue mesmo agitar as águas deste pântano onde nadam Candidinhas e afins.

Outro caso ainda que está a revelar a doença: o de Pedro Arroja, do Portugal Contemporâneo (sugiro seguir as postagens). Como se já não chegasse a filha-da-putice do boicote ao Joãozinho, eis que tem de aturar advogados-políticos que pretendem lavar a honra há muito enterrada na fossa...
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De glu glu a 04.08.2017 às 02:12

há um quase indefinido cinismo no acto de fazer perguntas para as quais todos conhecemos as respostas.

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