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Das muitas manias que existem há uma que é comum a muitas pessoas, nomeadamente a mania de preencher o tempo com muitas actividades. O excesso de actividades pode ser um problema na vida destas pessoas e, por ser uma mania com queda para a obsessão, acaba por se tornar numa patologia do foro psicológico, que mais cedo ou mais tarde pode ter consequências nefastas para os que dela sofrem.

A mania surge por força de vários factores, sendo um deles a hiperactividade e outro a sede de conhecimento. As pessoas ávidas de conhecimento são tidas como perigosas, porque movem o mundo na busca de algo que preencha o vazio que sentem, querendo sempre aprender mais e sobre vários temas.

Um dos problemas de se fazer muitas coisas em simultâneo é que não nos dedicamos a nada em particular. O tempo parece nunca ser suficiente para tudo o que tem de se fazer e o descanso acaba por ser relativo, uma vez que não se pode dormir muito para não roubar tempo útil.

Fazer apenas uma coisa o tempo todo poderia tornar-se monótono e desinteressante. Fazer uma coisa de cada vez seria eficiente. Porém, o desafio reside no que torna a tarefa difícil e isso só acontece porque esta não é o único foco de atenção. Eu defendo que as pessoas que fazem muitas coisas ao mesmo tempo aprendem a priorizar, a relativizar, e regozijam quando efectivamente conseguem terminar algo a que se propuseram. Acredito plenamente que a busca pela felicidade varia de pessoa para pessoa e que algumas serão felizes com as banalidade que encontram em cada dia, com uma vida pacata, serena, com um ou outro pico de entusiasmo. No entanto, há aquelas que não se contentam com o trivial e que só se realizam no emaranhado de ideias que as atormentam, para que nunca deixem de ter a ambição de ser e fazer cada vez mais.


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