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A Caixa Geral de Depósitos é o terceiro maior credor da Instituição

 

Empresa que deve 278 milhões à CGD entra em insolvência

 

Artlant: empresa a que a CGD emprestou mais de 500 milhões declarada insolvente

 

O banco público, terceiro maior acionista da empresa, detém mais de metade da dívida. A CGD corre o risco de perder 137 milhões de euros

 

É o caso da PFR Invest - Sociedade de Gestão Urbana, da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, cuja falência foi decretada, em Fevereiro, pelo Tribunal de Amarante, e tem como principais credores a CGD e o Novo Banco

 

Este é apenas um dos dossiers que ajuda a perceber a degradação do balanço do banco do Estado, que entre 2011 e 2015 contabilizou mais de 6000 milhões de créditos perdidos

 

CMVM manda liquidar fundo “falido” gerido e financiado pela CGD

 

As sociedades veículo - criadas em 2010 para receber os activos tóxicos do BPN - têm atualmente uma dívida com garantia do Estado à Caixa Geral de Depósitos que «ascende a 4,89 mil milhões de euros», disse esta sexta-feira a secretária de Estado do Tesouro e das Finanças, no Parlamento

 

Sempre a somar em perdas. Têm sido assim os últimos anos para os contribuintes portugueses quando é a banca que aparece na parcela da conta. Se somarmos as contas provisórias dos três bancos que faliram, foram vendidos ou resolvidos, os portugueses vão assumir perdas de cerca de 8,5 mil milhões de euros

 

É isto e outras coisas do mesmo jaez que os clientes da CGD vão pagar, até porque fora de Portugal há muitos bancos, incluindo um banco detido pela própria CGD, que não cobram despesas de manutenção. Mas como alguém disse, "nos bancos as asneiras e os maus negócios pagam-se cinco anos depois".


6 comentários

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De Tiro ao Alvo a 29.07.2017 às 12:50

Tem toda a razão: as comissões de manutenção de contas, que a Banca está a cobrar, são, para mim, autênticos roubos. Digo isto porque os verdadeiros custos de manutenção de uma conta bancária, com o evoluir da informática, aproximam-se de zero. Os movimentos bancários é que têm custos, sendo certo que quando efectuados pela net, por intervenção única dos clientes, são irrisórios. Os efectuados nos terminais da rede (ATM) têm custos maiores, mas, mesmo assim, muito pequenos.
Assim sendo, e assim é, não se entende como é que os actuais governantes, no passado tão preocupados com os exageros da Banca na cobrança de juros e comissões, tenham então tomado a decisão de obrigá-los a calcular os juros com taxas definidas até às milésimas (para evitar sobrecustos por força dos arredondamentos), para agora se manterem calados, apoiando tabelas de preços de manutenção de conta mais do que especulativos, tanto os praticados pela CGD como pelos outros Bancos. Uma vergonha.
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De Vento a 29.07.2017 às 14:22

Em resumo, o PS-PCP-BE concordam com um bail-in. Schauble volta a impor-se a Portugal, desta vez com elogios que encantam a governação. Os nossos governantes sempre foram assim. Só com estímulos elogiosos é que fazem alguma coisa.

Mas a lista dos acontecimentos que linka em seu post devem alertar os portugueses para o tipo de ensino que se administra em Portugal. Pois se com tantos cérebros se faz isto, imagine-se o que não poderia acontecer a Portugal, de bom, com uma reforma do ensino e da matéria que se administra.
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De Vento a 29.07.2017 às 15:13

Tenho andado a acompanhar a dita acção social do governo PS-PCP-BE. Algumas alterações têm vido a ser implementadas. Todavia as mesmas têm revelado uma acção legislativa quantitativa e não qualitativa.

http://www.sapo.pt/noticias/economia/rsi-carro-de-25-mil-euros-nao-impede-pobreza-_597c8351b90accda317bf295

E nos discursos verifica-se uma errada percepção do real. O governo fala sobre agregados, mas esquece os singulares.
Certamente que não poderá ser comparado um agregado que na soma do conjunto possa usufruir um apoio de cerca de 700,00 ou 800,00 euro com uma pessoa que só receba um apoio de 170,00 ou 180,00 euro.

É preciso compreender que nas situações de miséria ou de carência os cálculos não podem ser feitos à razão da proporcionalidade, mas da necessidade real. É este irrealismo do governo, e dos anteriores também, que pretende transformar a visão da miséria pela quantidade no acesso e não na qualidade do apoio, que transfigura a realidade fazendo parecer que se vive no país da Alice.
O mesmo se aplica aos números do desemprego. Ainda agoira saiu mais um número sonante em torno da matéria. Mas eu gostaria que nas estatísticas lançadas fossem incluídos os números dos formandos, obrigados a aceitar um curso dito de formação em igual período, que não entram nas estatísticas de desempregados mas mantêm essa condição.
Significa isto que o emprego dito sazonal é adulterado por esta realidade.

O governo PS-PCP-BE tem de cair na real e compreender que a nação não é somente composta por seus clientes.
E o bail-in que está a ser levado a efeito na CGD com a conivência destes partidos deve ser implementado para ajudar os verdadeiros miseráveis e não para limpar a água do capote dos miseráveis que conduziram a situação da CGD ao estado em que hoje se encontra.
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De Vlad, o Emborcador a 29.07.2017 às 16:42

Socialismo, nos prejuízos. Capitalismo, nos lucros. É assim pela Banca.
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De Torcato Guimarães a 30.07.2017 às 01:47

No país mais soviético da Europa há :
1.- um banco público que nada serve:
A- basta ver a comissão de corretagem, p.ex. ou o próprio depósito e prazo...em que serviço a Caixa é superior à concorrência?
B-serve...serve para a intervenção estatal arbitrária no crédito a investimentos dos capitalistas tugas que precisam sempre da t..a estatal;
C-...como n dá votos ir aos contribuintes...sem notarem...comissões e taxinhas...
2-Que contribuição clara dā a Kaischa? ...
Em suma, um país pobre não tem bancos.
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De zé a 31.07.2017 às 17:59

Toda uma perversidade esta Caixa ou uma infame e camuflada austeridade.

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