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Desafinação

por Pedro Correia, em 25.05.18

O PS pode andar muito afinado sob a batuta de António Costa. Mas vendo a sessão de abertura do congresso do partido, na Batalha, ninguém diria: duas moçoilas e um mancebo em palco entoam a Grândola, Vila Morena com arrepiante embora convicta desafinação.

Perdoa-lhes, Zeca: el@s não sabem como cantam. Mas no peito dos desafinados também bate um coração.


18 comentários

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De J. L. a 25.05.2018 às 21:37

"el@s" Não acredito, isto não é seu.
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De Pedro Correia a 25.05.2018 às 22:12

Olhe que é ironia, meu caro J.L.
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De rão arques a 25.05.2018 às 21:52

O País não começa e acaba nos partidos nem nas crenças dos seus devotos.
Muito menos no viciado batatal em rebusco de um afunilado António Costa.
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De Pedro Correia a 26.05.2018 às 14:51

'Grândola' em versão queque (e muito desafinada) na Batalha.
Zeca Afonso teria uma síncope a ouvir esta cegada. E Nuno Álvares Pereira também.
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De Meister Von Kälhau a 25.05.2018 às 21:57

Há muito que andam desafinados.

Recordando Zeca:

https://youtu.be/1i-lROILeyg

Qualquer Dia, de José Afonso

No Inverno bato o queixo
Sem mantas na manhã fria
No Inverno bato o queixo
Qualquer dia
Qualquer dia

No Inverno aperto o cinto
Enquanto o vento assobia
...

No Inverno vou por lume
Lenha verde não ardia
...

No Inverno penso muito
Oh que coisas eu já via
...

No Inverno ganhei ódio
E juro que o não queria
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De Pedro Correia a 26.05.2018 às 14:52

Inclino-me em vénia respeitosa perante o Mestre José Afonso.
Tal como o faço perante o Mestre Carlos Paredes, que tive a honra de conhecer.
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De rão arques a 25.05.2018 às 23:31

MERECE DESTAQUE
"PS/Congresso: Costa defende legalização da eutanásia como forma de “alargar a liberdade”
Só um cepo em bruto seria capaz deste argumento primata, "forma de alargar a liberdade", para sustentar a própria opção pessoal com calibre de feira em assunto de elevada delicadeza e melindre.
Por essa via pode dar largas à liberdade criando uma lei que permita andar tudo armado ao tiro e apontar em qualquer vulto que mexa no raio de ação.
Tem a palavra a classe médica para excluir esta sumidade de qualquer abordagem séria sobre este e outros temas que envolvam saúde e pacientes.



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De Sarin a 26.05.2018 às 20:20

Confunde "liberdade sobre o meu corpo" com "liberdade sobre o corpo dos outros". Eutanásia entra na primeira, "andar tudo armado ao tiro e apontar em qualquer vulto que mexa" na segunda.

A classe médica está dividida, felizmente e apesar das bastonadas de Bastonários actuais e passados que agem como se a deontologia médica fosse imutável e inscrita nas pedras que Moisés carregou Sinai abaixo.
A questão é que a eutanásia não é um tema que envolva "saúde e pacientes", antes envolve "falta de saúde e de paciência mas muita vontade".
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De rão arques a 26.05.2018 às 22:53

Muito obrigado pela lição. E eu que julgava que quando se fala de saúde não se exclui a falta dela, e aí entram fatalmente pacientes com falta de paciência mas também com ela. Médica sem opinião formada ou vontade de filosofar no vácuo?
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De Sarin a 27.05.2018 às 00:10

Quando fala de saúde fala também de falta dela - mas quando fala de eutanásia resume a saúde à sua falta.

Não conheço as suas credenciais e nunca suspeitaria que Rão preferisse referir-se a si mesmo no género feminino, mas uma vez que se questionou sobre o que o levou a tais afirmações talvez esteja em busca de si mesmo, e porque a viagem pode ser mais maravilhosa do que o destino, só tenho a desejar-lhe felicidades.
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De rão arques a 27.05.2018 às 07:21

Sem pressões.
O Doutor António começa por erguer essa bandeira quando ao mesmo tempo, de forma tosca, mergulha a pique na contradição de pretender influenciar a liberdade dos outros no corpo a que cada um diz respeito.
Não deturpe o que foi dito: -quando se fala de saúde não se exclui a falta dela-
Atribuí o género feminino a Sarin apenas e só porque olhando o seu blogue fiquei disso convencido.
O meu pedido de desculpa se estou enganado
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De Sarin a 27.05.2018 às 13:32

A forma tosca, digna ou absurda como AC mergulha na questão não lhe retira o direito de se pronunciar sobre a mesma. Não retira a ninguém o direito de se pronunciar sobre qualquer matéria - dá-me é a opção sustentada para não ligar ao que é dito. Parece mera questão de pormenor mas é ma verdade uma questão de princípio :)


Não deturpei nada do que foi dito - Falar de saúde passa também por falar da doença, mas quando se fala de eutanásia o discurso incide apenas na doença e no seu portador.

Eu sou mulher, caro Rão, não se enganou. Quando falei do género feminino referia-me jocosamente a Rão falando de si mesmo; devolvi-lhe a pergunta "médica sem opinião formada ou vontade de filosofar no vácuo" - porque a minha opinião está formada e sustentada e não filosofo, defendo uma causa. Se é no vácuo, depende de quem lê.
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De rão arques a 27.05.2018 às 15:19

"A forma tosca, digna ou absurda como AC mergulha na questão não lhe retira o direito de se pronunciar sobre a mesma."
À Sarim do mesmo modo, mas cá ao Rão também não.
Foi um gosto andar à bulha consigo, tenha uma boa semana.
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De Sarin a 27.05.2018 às 15:57

Pode-se sempre optar por atacar as ideias dos outros sem atacar os outros, defender uma bandeira não passa por atacar pessoas - a menos que a bandeira seja derrubar pessoas e não defender ideias.

Boa semana, e até uma próxima :)
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De Anónimo a 28.05.2018 às 15:45

"el@s"
Vejo que o Pedro Correia é inclusivo. Pena que não o seja quando o assunto é a autodeterminação dos povos que vivem no estado espanhol.
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De Pedro Correia a 28.05.2018 às 16:40

«Inclusivo»?

O que é que isso quer dizer?
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De LNT a 29.05.2018 às 14:35

Mais que Nuno Álvares Pereira, tivesse Brites de Almeida entrado por ali dentro e chagasse a roupa ao pêlo àquela mancebada que nem marchar soube.
Mário Soares não merecia aquela representação revisteira pelintra e de mau gosto.
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De Sarin a 29.05.2018 às 17:43

A Brites estava a enfardar pastéis a 12km, e juízo teve ela que só perdeu as migalhas (se bem que a receita já não seja igual à dela, mas a taxa sobre o açúcar sempre os remeteu ao original)

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