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Por Mário Soares (quem mais?), o melhor humorista involuntário que vamos tendo por cá: 

Dez mil milhões será a população humana da Terra em poucos anos. E a probabilidade da desintegração da Terra, num universo totalmente desconhecido, no máximo dentro de cinquenta anos, com as terríveis consequências que daí advirão, poderá ser fatal, como diz o autor do referido livro. (...) 

 

O que diz, em síntese, o referido professor Stephen Emmott é que há um grande risco de, num prazo máximo de cinquenta anos, a Terra vir a desintegrar-se. Porquê?

 

Porque muitas florestas desapareceram por destruição dos interessados ou por incêndios postos ou ocasionais. Muitos animais, úteis aos humanos, porque deles se alimentam, estão também a desaparecer, como os próprios peixes. Muita flora e muita fauna estão já, em muitos casos, a desaparecer. Porque a ganância dos mercados e dos usurários que os governam, em busca do petróleo, dos minerais preciosos e do gás, estão a transformar a Terra e a destrui-la. Para os usufruírem. Há suficientes vozes, entre os cientistas, para o provar. (...)

 

Não sei porquê, mas ou alguma coisa se perdeu na tradução (ou Mário Soares já não sabe o que significa "desintegração"), ou o tal professor não escreveu algo tão rigoroso quanto isso (se a ideia é consultar fontes na Internet, eu atiro esta). Ou então Barack Obama sempre não rejeitou a proposta de uma certa petição e a construção da Death Star afinal vai para a frente, com a Terra a servir de Alderaan quando a coisa estiver pronta. De qualquer forma, a culpa é dos mercados. Esses marotos.


20 comentários

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De O melhor é perguntar-lhe a 14.01.2014 às 19:04

Eu acredito que a desintegração da Terra, num universo totalmente desconhecido, no máximo dentro de cinquenta anos, com as terríveis consequências que daí advirão, tanto poderá ser fatal como não, é uma coisa a perguntar ao licenciado por fax e filósofo aos 55 à conta da mãezinha.
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De João Campos a 14.01.2014 às 22:03

Dado o caso, parece-me mesmo a pessoa mais qualificada para se pronunciar.
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De João Campos a 14.01.2014 às 22:06

É mesmo de rir :)
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De da Maia a 14.01.2014 às 19:44

Devemos contextualizar.
Uma coisa é a terra do Alto de S. João, outra coisa é a Terra planeta.
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De João Campos a 14.01.2014 às 22:08

Deve ser isso. Mas os mercados vão desintegrar o Alto de S. João?
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De da Maia a 14.01.2014 às 22:58

Esse, e todos os cemitérios em centros urbanos, estão há muito na mira dos mercados... conduzidos por "estrelas mortas", que já o são antes de o serem.
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De João Campos a 14.01.2014 às 23:05

Devem ser anãs castanhas.
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De da Maia a 15.01.2014 às 00:37

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De Alucinações a 14.01.2014 às 20:09

Lúcifer!Estarão perdidos o Vau,Nafarro,a Coelha?Em cinquenta anos?Mas a coisa começa já a contar.Mais uma sobretaxa!Ecológica,claro e nós gostosamente pagamos,mais uma.
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De João Campos a 14.01.2014 às 22:09

Tudo pela Coelha, nada contra a Coelha.
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De Alucinações a 14.01.2014 às 22:52

Reproduzem-se,todos.O estado é um prado.Atenção às próximas facturas da luz e água.
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De João Campos a 14.01.2014 às 23:07

Já mal olho para elas. É um sofrimento...
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De Rui Rocha a 14.01.2014 às 21:45

Perto disto, as sete pragas do Egipto foram uma brincadeira de crianças.
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De João Campos a 14.01.2014 às 23:02

Não eram dez?
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De am a 14.01.2014 às 22:32

Dentro de cinquenta anos...

Soares estará no Panteão desintegrado, entre o Eusébio e a Amália

Que destino!
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De João Campos a 14.01.2014 às 23:08

Mesmo. Pobre Eusébio e pobre Amália. Mereciam melhor companhia.
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De Paulo Sousa a 15.01.2014 às 05:53

Cá para mim tudo começou quando cavalgar tartarugas se tornou moda...
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De João Campos a 15.01.2014 às 18:59

Pobres tartarugas. Tem um réptil uma esperança de vida de quase dois séculos para levar com o bochechas em cima da carapaça.
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De João André a 15.01.2014 às 14:49

Mas então o planeta não se desintegrou em Dezembro de 2012? Eu estava a dormir e se calhar perdi isso...

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