Delitos poéticos (balanço)
No início deste mês, lançámos aqui no DELITO mais uma série colectiva sob o título genérico Delitos poéticos. Uma série destinada a divulgar, todos os dias, um poema escolhido por cada um dos autores do nosso blogue acompanhado por um quadro, uma gravura ou uma fotografia a ele associado de alguma forma.
Fechamos hoje a ronda da primeira série, em que quase todos participaram, e iniciamos já amanhã a segunda ronda. Fica o balanço dos poemas publicados, com a promessa aos leitores: esta série veio para ficar.
Ninguém se mexa! Mãos ao ar, de Alexandre O'Neill. Escolha do José Navarro de Andrade.
Queixa das almas jovens censuradas, de Natália Correia. Escolha da Helena Sacadura Cabral.
Ilegais, de João Luís Barreto Guimarães. Escolha da Ana Vidal.
Um adeus português, de Alexandre O'Neill. Escolha da Teresa Ribeiro.
Com licença poética, de Adélia Prado. Escolha da Francisca Prieto.
You are welcome to Elsinore, de Mário Cesariny. Escolha do Rui Herbon.
Omeleta, de Nuno Júdice. Escolha do Adolfo Mesquita Nunes.
Canção da errância, de Manuel Alegre. Escolha do Luís Menezes Leitão.
Pedro, lembrando Inês, de Nuno Júdice. Escolha do André Couto.
Carta a meus filhos sobre os fuzilamentos de Goya, de Jorge de Sena. Escolha minha.
«Caí ao lado dele, o seu corpo virou-se», de Miklos Radnoti. Escolha do Luís Naves.
Los nadies, de Eduardo Galeano. Escolha do Rui Rocha.
«Morde-me a carne e em segredo», de Luísa Jardim. Escolha da Patrícia Reis.
Posteridade, de Rui Knopfli. Escolha do Sérgio de Almeida Correia.
"Eleonora di Toledo, Granduchessa di Toscana", de Bronzino, de Jorge de Sena. Escolha da Ivone Mendes da Silva.
O Portugal futuro, de Ruy Belo. Escolha da Ana Cláudia Vicente.
O sorriso, de Eugénio de Andrade. Escolha do João André.
«O que eu desejei, às vezes», de António Botto. Escolha da Marta Spínola.
«Habito na Possibilidade», de Emily Dickinson. Escolha do Fernando Sousa.
The Second Coming, de Yeats. Escolha da Ana Margarida Craveiro.
Cuidados intensivos III, de Manuel António Pina. Escolha do Bandeira.
«Muere lentamente», de Pablo Neruda. Escolha da Joana Nave.
«Some men never think of it», de Wendy Cope. Escolha da Leonor Barros.
Lady Lazarus, de Sylvia Plath. Escolha do João Campos.

