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Delito de Opinião

DELITO há dez anos

Pedro Correia, 19.05.24

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José Navarro de Andrade: «Eu não sou eu nem sou o outro, Sou qualquer coisa de intermédio: Pilar da ponte de tédio Que vai de mim para o Outro. Lisboa, Fevereiro de 1914.»

 

Sérgio de Almeida Correia: «Paulo Rangel, cabeça-de-lista da coligação PSD/CDS-PP às eleições europeias, sendo um homem bem formado, sério, culto e inteligente, na hora das pré-campanhas e campanhas eleitorais perde facilmente o estribo. Quando abre a boca em campanha revela a sua face desconhecida e tudo serve para ganhar votos.»

 

Teresa Ribeiro: «O que mais me impressiona neste caso hediondo é a coragem de Meriam Yehya por oposição à profunda cobardia da comunidade internacional. Quando são "apenas" os direitos humanos que estão em causa, os Estados párias são tratados com pinças. Estivessem fortes interesses comerciais ameaçados e a pressão seria outra. Por outro lado, nunca nestes casos os islamitas moderados assumem uma atitude crítica de forte impacto público, aproveitando para se demarcar da barbárie a que tantos no ocidente associam o islão, sob os seus protestos. É mais fácil assobiar para o... Alá.»

 

Eu: «Hoje é um dia importante para o jornalismo português: nasceu o Observador. Depois de tantos anos a ver terminar projectos jornalísticos, é com muito agrado que vejo surgir um. Adaptado aos novos tempos - só em linha, sem papel. E com uma redacção jovem e promissora. Aqui fica uma palavra de incentivo ao director, David Dinis, aos editores Helena Pereira e João Cândido da Silva, e a outros jornalistas que conheço, como a Liliana Valente e a Sónia Simões (e também à Sara Coelho, nossa colega da blogosfera). Com votos de longa vida e muitas cachas. Cá estaremos a observar o Observador.»