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DELITO há dez anos

por Pedro Correia, em 03.12.20

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João Carvalho: «Se o ministro Mendonça já estivesse fora do Executivo como devia, não andaria com a sua equipa a dar repimpadamente a volta ao mundo para assistir à assinatura de um contrato. Em alternativa, ia a Macau de TGV. Venha o FMI. E o FBI (como diria o nosso João Campos) com algemas que segurem esta gente.»

 

Luís M. Jorge: «Será que os "brandos costumes" vão sobreviver a esta crise, pergunta hoje um título do Público. Depende. Se o termo designar uma sujeição abjecta aos poderes de facto, os nossos costumes estão agora mais brandos do que nunca. Se, por outro lado, nos referirmos a um sentimento comum de respeito e de preocupação com os mais fracos, não diria tanto: 39 mulheres foram espancadas até à morte desde o princípio do ano. Cinco vezes mais do que em Espanha. Brandos? Sem dúvida.»

 

Nicolina Cabrita: «Não me aconteceu já abrir a televisão, e dar de caras com um advogado a dizer umas banalidades a propósito de um processo confiado a um colega, sob vagos pretextos informativos, mas cujos reais objectivos me parecem ser muito diferentes, e frequentemente tenho dificuldade em descortinar? Tu, que és jornalista, Pedro, diz-me, por favor: não te parece que anda, por aí, muito jornalista a fazer as vezes de advogado/magistrado (e imagina tu que, espantosamente, até conseguem fazê-lo em simultâneo) e, por outro lado, muito advogado e magistrado a fazer as vezes de jornalista?»

 

Rui Rocha: «Primeiro-MinistroPadre Fontes. Isto  não  foi  lá  com  mentiras.  Talvez se  arranje  com  mezinhas. É homem para fazer o esconjuro da dívidaMinistro das FinançasAnthímio de Azevedo. Uma revolução nas contas públicas: vamos acertar uma previsão de vez em quandoMinistro das Obras PúblicasJosé Malhoa. Apitó Comboio / Lá vai apitar... Ministro da EconomiaGalopim de Carvalho. Vai ser preciso escavar muito até encontrar o caminho do crescimento. Ministro da EducaçãoJorge Jesus. As coisas "vão melhorarem" no ensino.»

 

Sérgio de Almeida Correia«O Público parece estar a querer voltar aos tempos que fizeram dele um bom jornal. Passada a fase mais radical, mais atabalhoada, mais "neo-con", o jornal volta a ter um conteúdo equilibrado, com textos interessantes e, perdoem-me o palavrão, abrangentes. É um excelente sinal quando são cada vez menos os jornais interessantes e com alguma coisa para ler, o que de certa forma também explicará a redução do número de leitores.»

 

Teresa Ribeiro: «Percebo o discurso maniqueísta no futebol, já não percebo que se faça o mesmo em política, sobretudo numa fase em que a realidade não nos deixa margem para efabulações. Não falo dos dirigentes políticos. Esses fazem o seu marketing. O que me encanita são os "civis" que preferem trocar de passeio a ouvir argumentos que ponham em causa o desempenho do partido em que costumam votar. Apesar de as sondagens indicarem que os portugueses estão cada vez mais desiludidos, na hora de discutir política com os amigos este sentimento de pertença a um dos clubes continua a minar a sua lógica de raciocínio.»



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