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DELITO há dez anos

por Pedro Correia, em 16.09.20

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Ana Margarida Craveiro: «Pôr cobro a isto já é uma questão de higiene. Depois do dinheiro que é do Estado, que é do PS, temos a versão crianças que estão na escola pública, crianças que são do PS e devem ser devidamente doutrinadas. A escola pública agora também serve para isto: ensinar às criancinhas que o PS tem senhores muitos bonzinhos que só pensam no bem das criancinhas, e que o PSD é um papão muito mau e feio.»

 

João Campos: «Olha-se para as estantes de uma livraria, e o cenário é desolador. O novo livro de Lobo Antunes tem uma capa pavorosa. O de João Tordo, romance que tem dado que falar, também tem uma capa muito pobrezinha. O mais recente de José Luís Peixoto também não tem uma capa particularmente interessante. Não sei de onde veio esta moda de fazer capas com fotografias que não só revelam um gosto estético duvidoso (da parte dos editores, que, creio, são os responsáveis por estas escolhas, não são?), como me deixam a mim a pensar: será que esta imagem tem alguma coisa que ver com a história de que trata o livro?»

 

Nuno Caldeira da Silva: «A Tailândia sabe viver o passado, sabe conhecer as suas raízes, como o irão mostrar as comemorações dos 500 anos da chegada dos portugueses ao Sião, mas sabe igualmente projectar-se no futuro sempre com um sorriso e uma visão positiva. São quase 65 milhões de pessoas profundamente enraizadas numa sociedade tradicional e fortemente budista onde a família é peça crucial ao mesmo tempo que são capazes de grandes aventuras viradas ao futuro. Será um bom exemplo para Portugal?»

 

Sérgio de Almeida Correia: «Com árbitros como o que ontem esteve no Emirates Stadium, que deixava os jogadores do Braga sentados na relva a falarem sozinhos, enquanto as bolas iam entrando, os minhotos nunca teriam chegado à Champions. Pelo menos desta vez ninguém ouviu Domingos Paciência queixar-se das arbitragens. E o Arsenal jogou sem quatro titulares.»

 

Eu: «Há hoje uma forma de escrever nos jornais que abastarda a língua portuguesa e dificulta a compreensão dos textos, tornando o acto de comunicar por escrito uma tarefa apenas para iniciados. Refiro-me à invasão descontrolada de vocábulos importados da pátria do Tio Sam, a coberto de um certo jargão “económico” ou “cultural”, que transforma muita prosa numa espécie de crioulo luso-americano, cada vez mais indecifrável para uma camada vastíssima de pessoas. Com isto afugentam-se os leitores em percentagens crescentes, como se tem visto nos últimos anos. Não perceber isto é não perceber nada de essencial do acto de comunicar – que deve ser claro, conciso e compreensível.»



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