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DELITO há dez anos

por Pedro Correia, em 31.03.20

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João Campos: «Alguém quer explicar como é que se deixa adolescentes acamparem na rua em plena cidade de Lisboa durante dez dias por causa de um concerto, ou isto afinal é a coisa mais normal do mundo e eu (que não tenho filhos, nem me prestaria a tanto para ver uma banda) é que sou antiquado?»

 

João Carvalho: «Chama-se Isabel Moreira e escreve aqui. Escreve, por exemplo, sobre a «dignidade da pessoa humana» (o itálico é meu). Ou seja: escreve sobre a dignidade daquele grupo especial de gente que consegue essa coisa extraordinária de juntar a qualidade de pessoa à qualidade de ser humano. Sim, sim, essa gente especial que não devemos confundir com pessoas que são simples mortais e não seres humanos e menos ainda confundir com seres humanos confrangedoramente vulgares e que nada têm de pessoas

 

Sérgio de Almeida Correia: «Inunda-nos de campanhas de marketing e publicidade. São anúncios fedorentos, logos nas camisolas dos jogadores, jovens a baterem-nos à porta quase diariamente, chamadas telefónicas a oferecerem-nos serviços excepcionais, uma velocidade supersónica na Internet, pacotes e mais pacotes e depois um tipo vai a uma loja da PT, tira uma senha, vê que tem 20 pessoas à frente e ao fim de 10 minutos apercebe-se que durante esse período só terminou o atendimento de uma das pessoas que já estava a ser atendida. Quando se trata de prestar os serviços de que efectivamente necessitamos a PT ou a ZON são iguais. Isto é, são ambas más.»

 

Eu«Defesa do investimento público para afinal se assumir como defensor da privatização dos CTT e da área seguradora da Caixa Geral de Depósitos? Autor de uma série de frases soltas que têm o condão de ser contrariadas pelos factos? Necessidade de uma agenda que o obriga a dizer o mesmo e o seu contrário? "Artificialidade da pose"? "Culto da imagem"? "Ligação ao aparelho"? "Saiu da Jota [JSD] mas a Jota nunca conseguiu sair dele"? Este artigo de Constança Cunha e Sá no Correio da Manhã pretendia visar Pedro Passos Coelho. Mas eu, confesso, li-o como se fosse uma descrição perfeita de José Sócrates.»



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