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DELITO há dez anos

por Pedro Correia, em 31.07.19

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Adolfo Mesquita Nunes: «A proposta do PS não é apenas disparatada nem eleitoralista, que também o é. É uma medida puramente socialista, de quem acha que pode resolver os problemas da natalidade com subsídios e incentivos directos e discriminações positivas. Como sempre, ficam por resolver todas as outras barreiras que, desde a lei do arrendamento à rigidez laboral passando pelo regime fiscal, impedem as famílias de, querendo, terem mais filhos. E assim se deitam uns bons milhões de euros ao lixo. É isto o socialismo.»

 

Ana Vidal: «Tudo se inventa, hoje em dia. Qualquer teoria é defensável desde que não tenha de ser provada. E no que toca a teorias de auto-ajuda, a oferta é quase infinita. Há até um maduro que defende qualquer coisa de tão extraordinário como o "parto orgásmico". Isso mesmo, leram bem. Um orgasmo durante o parto... querem coisa mais aliciante, tão "a calhar" naquele momento?»

 

Coutinho Ribeiro: «Há coisas que me deixam a matutar: como é que eu fui nascer precisamente no dia do orgasmo?»

 

João Carvalho: «Ana Lourenço chegou à fala com o secretário de Estado das Obras Públicas. É inenarrável a conversa que mantiveram, com Paulo Campos a referir-se a ele próprio na terceira pessoa, à jogador de futebol: "O Paulo Campos disse", "o Paulo Campos fez", "o Paulo Campos aconteceu"...»

 

Leonor Barros: «O rendimento médio dos portugueses é um indicador fiável de que a necessidade de apoio é premente e que deve repercutir-se no imediato. Daqui a dezoito anos as necessidades são outras, 252 euros com juros, segundo a Deco, servirão para muito pouco.»

 

Sérgio de Almeida Correia: «Ao longo de mais de 20 anos de advocacia nunca deixei de cumprimentar um magistrado antes do início e do final de uma diligência. Por educação e por respeito para com a justiça e a magistratura portuguesa. Na passada 2ª feira, uma ilustre juíza, no final dos cumprimentos da praxe, virou-se para os advogados e disse que "qualquer dia talvez seja melhor eliminar esta parte", esclarecendo que o seu receio se devia à gripe A.»

 

Eu: «O meu aplauso para Manuel António Pina, um dos melhores colunistas da imprensa portuguesa. Também ele é contra a indignação selectiva da CGTP, que encara as violações dos direitos humanos só com um olho aberto enquanto mantém o outro convenientemente fechado, não vá o PCP incomodar-se.»


1 comentário

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De Vorph Valknut a 31.07.2019 às 09:28

Todos excelentes. Agora o "E assim se deitam uns bons milhões de euros ao lixo. É isto o socialismo". Inquieto-me, e pergunto, é o CDS, socialista?

Telmo Correia assinou 300 despachos na madrugada da tomada de posse de Sócrates.

https://www.google.com/amp/s/www.publico.pt/2008/02/03/politica/noticia/telmo-correia-assinou-300-despachos-na-madrugada-da-tomada-de-posse-de-socrates-1318501/amp

Lembro-me também deste com o nome da santa terra, Portucale:

Relativamente a Telmo Correia, o despacho de pronúncia (Caso Portucale), faz menção de uma conversa entre Abel Pinheiro (o homem da Regisconta do CDS) e o arguido José Manuel de Sousa, ligado ao BES, onde o empresário ligado ao Grupo Grão-Pará (Abel Pinheiro) diz ao gestor que “estava garantida a assinatura do ministro Telmo Correia, uma vez que este último assina qualquer merda”.


Numa entrevista exclusiva ao Correio da Manhã, a ministra da Agricultura e Ambiente, Assunção Cristas, admite ter dado informação errada ao parlamento sobre a barragem do Tua. Mas, mesmo assim, já ordenou o abate de 1104 sobreiros e 4134 azinheiras.

Na primeira grande entrevista que deu como ministra, Assunção Cristas diz que não sabia que o escritório de advogados Morais Leitão, Galvão Teles, Soares da Silva e Associados, onde trabalhou antes de ir para o Governo, tem como cliente a concessionária da barragem do Tua, a EDP.

Quantos milhões ficaram fora dos cofres do Estado? E quantos mais ficariam caso as boas intenções permanecessem nas brumas de memória.

Já para não falar nos Unterseeboot.

https://youtu.be/eKTac1xuu_4

O dr. Paulo Portas é o único politico que merece o meu apreço. Depois da politica, foi para as obras.



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