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Delito à mesa

por Pedro Correia, em 17.02.19

Só para avisar que vou recuperar, a partir de hoje, a série que leva este nome, lançada há quase sete anos no DELITO DE OPINIÃO pela Ana Vidal e prosseguida por alguns de nós, incluindo por mim, com um texto que só agora tem sequência porque entretanto a vida dá muitas voltas e outras prioridades foram acontecendo.

Fica aqui o aviso - em jeito de teaser, como agora se diz em "português técnico" - e a lembrança dos restaurantes anteriormente mencionados. Sendo esta uma secção de autoria colectiva, permanece aberta a qualquer colega de blogue que nela queira participar. Até porque, felizmente, bons restaurantes de todos os géneros não faltam em qualquer recanto deste nosso doce país e deste vasto espaço comunitário onde hoje nos integramos.

Mariana (Afife, Viana do Castelo)

Tapadão (Monforte)

Golfinho Azul  (Ericeira, Mafra)

Chiringuito (Lisboa)

Eira do Mel (Vila do Bispo)

Zé Manel dos Ossos (Coimbra)

 


12 comentários

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De Rão Arques a 17.02.2019 às 09:47

Com bom Delitro
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De Pedro Correia a 18.02.2019 às 09:51

Delitro. Ou decilitro.
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De Anónimo a 17.02.2019 às 14:28

Boa tarde Pedro Correia, boa tarde aos "Delituosos".
Concordo, "bons restaurantes de todos os géneros não faltam em qualquer recanto deste nosso doce país e deste vasto espaço comunitário onde hoje nos integramos".
Permita uma sugestão, tão boa ou má como qualquer outra.
Não é barato, mas costumo ter excelentes refeições no - Tia Alice, perto de Fátima.
Quem for para Norte, pela A1, e sair para a A25 em direcção a Aveiro, é capaz de também não se arrepender se sair para Angeja, e procurar a Casa dos Leitões.
Até hoje, nunca me arrependi, e prefiro à zona da Mealhada.
António Cabral
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De Pedro Correia a 17.02.2019 às 14:30

Obrigado pelas dicas, caro António.
Forte abraço.
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De Anónimo a 17.02.2019 às 17:19

Há uns tempos num restaurante bem conhecido, de luxo dizem,levanto o pão e debaixo está um cabelo preto, pelo tamanho talvez de mulher.
Há dias noutro restaurante peço lombinho de porco, ao abri-lo a parte interior estava preta do ferreto com que foi grelhado.
Para não falar das cabeças em cima dos tachos.
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De Pedro Correia a 18.02.2019 às 09:52

É dar o nome à coisa. Ou seja, ao restaurante.
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De Fernando Antolin a 17.02.2019 às 20:05

Assim muito de repente, permita-me :

Maria de Perre, Viana do Castelo

Saldanha, no Peredo, entre Mogadouro e Macedo de Cavaleiros

O "meu" Quinzena, lá em Santarém

Abraço amigo, do

Fernando Antolin
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De Pedro Correia a 18.02.2019 às 09:54

Quero muito escrever sobre o "seu", Quinzena, caro Fernando.
Até porque comi lá o melhor galo de cabidela que guardo na memória.

Quando regresso a Viana, dou sempre um pulo ao Camelo. Mas irei de bom grado à Maria (salvo seja).

Abraço amigo.
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De Fernando Antolin a 18.02.2019 às 10:09

Olá, Pedro

Escreva, que a casa merece. Conheci primeiro o "velho" Quinzena, situado na mesma rua, a uns 100 metros de quem partia do largo dos Correios, o Chico Quinzena ; levado pelo meu Pai, que aí tinha uma tertúlia de petisqueiros, onde me fui iniciando.

Depois, o progresso trouxe a demolição da fileira de casas onde ficava a velha casa, para dar lugar a prédios e lojas ; vai daí, a tertúlia - e restantes clientes - muda-se para o actual, o Fernando Quinzena, que também já existia, era sobrinho do Chico, mas de dimensões mais modestas.

E a história (re)fez-se, horas de são convívio, de bons comeres e beberes, com o Fernando a comandar ao balcão e a D.Eugénia na cozinha; o tempo passou, o Fernando infelizmente já nos deixou, a D.Eugénia(sua mulher) reformou-se merecidamente, o filho, o Fernandinho, galhardamente tomou conta do barco e eu, desaparecida toda a tertúlia petisqueira, gosto de por lá passar - e passo menos do que queria - para me sentar na sala da frente, a dar para a avenida, onde está uma foto da tal rapaziada, brindo-lhes em silêncio, e ao meu Pai, que lá está sorrindo.

E acabo com um brinde ao Pedro e um abraço

(thanks for the memories)

do

Fernando Antolin

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De Anónimo a 18.02.2019 às 15:20

Calhou-me dar com umas cartas em que um desordeiro fazedor de versos evoca um tal Mal Cozinhado lisboeta.

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