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Delírio de Opinião

por Diogo Noivo, em 22.03.18

Na sua intervenção na Universidade de Coimbra, José Sócrates brindou o auditório com alguns comentários que são puro delírio. Ir a todos, ponto por ponto, daria origem a uma série de posts interminável. Porque a vida não me dá o tempo necessário para fazê-lo e porque a atenção a dispensar a José Sócrates deve ser moderada (sob pena de deixar mazelas psiquiátricas), deixo aqui apenas um singelo gráfico sobre a evolução do desemprego em Portugal – cortesia da página de facebook de Fernando Alexandre.

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Da observação do gráfico, e tendo presente que o Governo de Pedro Passos Coelho tomou posse em Junho de 2011, há dois argumentos de Sócrates que são rapidamente desmentidos: (i) a culpa da crise é da austeridade de Passos Coelho – aliás, bastava olhar para o calendário e perceber que foi José Sócrates, e não Passos Coelho, a chamar a Troika e o correspondente Programa de Assistência Económica e Financeira, mas adiante; (ii) o desemprego foi um problema do governo de Passos Coelho - como é fácil de ver, a taxa de desemprego começa a sua clara trajectória ascendente com José Sócrates e é durante o governo liderado por Passos Coelho que o número de desempregados começa a baixar.

Outros gráficos, como o da evolução do défice, poderiam ser apresentados e as conclusões seriam as mesmas. Mas, por um lado, a atenção dispensada a Sócrates tem de ser comedida e, por outro lado, o delírio de opinião é impermeável a factos.


27 comentários

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De Vlad, o Emborcador a 22.03.2018 às 11:22

Chegaria o PEC IV para baixar os juros e impedir um resgate?

Passos Coelho, sempre que negociou ou quando ‘chumbou’ o PEC IV, argumentava que o fazia porque era preciso acabar com a austeridade, que pesava muito e não estava a resolver o problema.

Quem negociou com a troika?

Só o PCP e Bloco se recusaram a sentar-se à mesa antes do acordo.
Eduardo Catroga foi designado por Passos como chefe da equipa do partido. A reunião foi muito longa, com Catroga a descrever a sua visão do que devia ser o programa exaustivamente.

Eduardo Catroga: "Negociação (memorando da troika) foi essencialmente influenciada" pelo PSD

https://www.publico.pt/2011/05/03/politica/noticia/eduardo-catroga-negociacao-foi-essencialmente-influenciada-pelo-psd-1492547
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De Tiro ao Alvo a 22.03.2018 às 13:29

O Vlad acredita que o Sócrates tinha capacidade para alterar a rota que as contas do Estado estavam a seguir (em direcção ao abismo) com mais péques? O que agora sabe sobre aquele político não abala as suas convicções? Acredita que aquela patareco do Teixeira do Santos tinha unhas para isso?
Nas negociações com a troica, acha que os representantes de Portugal tinham força negocial?
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De Vlad, o Emborcador a 22.03.2018 às 14:14

Sou ateu!

Mas acho que estávamos bem f.....

Acho piada ao Catroga, substituído recentemente pelo Socialista Luís "Poupa"Amado.

Já leu o relatório da "Comissão dos fogos"? Dos poucos arguidos lá está um comandante de bombeiros... o azeite mexilhão ...que apenas obedece às ordens da Autoridade da Proteção Civil. ...e o Secretário de Estado,a Ministra, e o Comandante Nacional da Protecção?....e por aí acima....até à EDP.

Parole parole os inquéritos são como bolinhas de sabão....

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De Tiro ao Alvo a 22.03.2018 às 16:26

Por algumas coisas que li, o relatório tem matéria interessante, para quem quiser ler e pode ajudar a alterar este estado de coisas, separando o trigo do joio. Desconfio é que quem não gosta dos eucaliptos, por eles beberem muita água e outras coisas assim, não vai acreditar que não sejam eles os responsáveis pelas desgraças que nos aconteceram o ano passado.
Mas parece-me que está nas nossas mãos não deixar que esses trabalhos, tanto o último relatório como o outro referente aos incêndios de Pedrogão Grande, que tiveram a colaboração de pessoas conhecedoras e competentes, sejam atirados para as gavetas O que está em causa é demasiado importante, tanto para nós, como para os nossos filhos e netos.
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De Isabel a 22.03.2018 às 12:18

A memória é muito fácil de manipular. Alguém se lembra que o défice de 2010 que esteve na base das negociações com a troika era suposto ser da ordem dos 4 ou 5% e, depois de incluir tudo o que estava escondido ( tal e qual como tinha acontecido na Grécia, o que ninguém gostava de reconhecer ), acabou por ultrapassar os 11%?
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De Vlad a 22.03.2018 às 12:38

“Estou consciente que tempo adicional foi repetidamente dado para que o banco [BANIF] endereçasse os problemas. Isto foi motivado por considerações de estabilidade financeira e, recentemente, por considerações de não colocar em perigo a saída do país do Programa de Ajustamento Económico.” Margrethe Vestager, Membro da Comissão Europeia, 12 de Dezembro de 2014, via TSF


Preto no branco, a Comissária afirma que o problema do BANIF não foi resolvido para não estragar a saída limpa (deficit). Houve um conluio entre a CE e o Governo Português, de Passos Coelho/Paulo Portas, para fabricar um sucesso que não era real, em véspera de eleições.
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De Tiro ao Alvo a 22.03.2018 às 16:40

Sim, mas quem ofereceu, de borla, o BANIF ao Santander, foi o actual governo. Mais: o Estado pagou ao Santander para ficar com o BANIF, utilizando o dinheiro dos nossos impostos. E não devemos esquecer que os técnicos da CE também não ficaram bem na fotografia: aquilo foi uma vergonha.
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De Vlad, o Emborcador a 22.03.2018 às 17:55

Eles reviram os SWAPs contratados pelo anterior governo ( Socras ) e pela Maria Luís ( REFER) . E nós demos o Banco!

Swaps. Governo faz acordo com Santander antes da provável derrota final em Londres
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De jo a 22.03.2018 às 13:55

As taxas de juro chegaram aos 7% em 2011, O BCE garantia que não seria nunca fiador de nenhum estado nem compraria dívida desse estado. Alterou o comportamento pouco depois de Passos Coelho chegar a primeiro ministro.

A troika fez sempre vista grossa aos repetidos falhanços da política económica de Passos Coelho, foi muto estranho ver sumidades economistas a gabarem a qualidade de um governo que fazia três orçamentos por ano ... e falhava os três, ao mesmo tempo que assistia à falência da banca sem dar por nada.

O mote da campanha de 2011 de Passos Coelho era que havia um excesso de austeridade da parte de Sócrates e que ele resolveria tudo cortando simplesmente nas gorduras do Estado (1700 M€, disse ele).

Falar dum governo que é eleito com propaganda falsa (lembra-se do subsidio de Natal de que não ia ser cortado?) e que falhou as metas que se propôs, como se fosse um governo de salvação nacional é, no mínimo, enviesado.
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De Diogo Noivo a 22.03.2018 às 16:14

Corrijo, jo, o delírio de opinião não é impermeável a factos. É selecto (e tendencioso) nos factos que escolhe e no valor que lhes atribui.
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De Vlad, o Emborcador a 22.03.2018 às 18:37

Diz Lobo Xavier: «No princípio a Sra. Merkel não queria uma intervenção concertada, regulada, com um memorando. A Sra. Merkel não queria este aparato formal de memorandos, com regras, promessas, compromissos e tudo medido à lupa. Não queria. A Sra. Merkel não queria. Veja em Espanha, não há problema nenhum. Estão numa situação de resgate, na verdade. E não há problema nenhum. Não há avaliações, não há ameaças, não há cumprimentos, não há nada». E Lobo Xavier prossegue o seu relato pungente, perante o olhar incrédulo do então colega de debate semanal e actual líder do PS António Costa: «Este formato saiu do controlo. A Sra. Merkel não queria. E porquê? Porque tudo o que seja formatar e pôr funcionários a cumprir regras e palavras escritas em papel duro, a negrito, tira sempre margem de flexibilidade. E depois, por muito que as pessoas queiram flexibilizar e não cumprir regras e assobiar para o lado, estão as coisas no papel. Isto saiu do controlo, este formato saiu do controlo». E prosseguiu na sua explicação: «É muito difícil ser flexível. E temos de passar por este calvário porque as coisas não se podem resolver num gabinete com pequenas conversas. Tem este aparato público, tem textos, tem instituições que se controlam umas às outras. Isto sai fora do controlo dos próprios mandantes. Se isto fosse controlado apenas com conversas na Comissão, ou com conversas no Banco Central Europeu, ou mesmo no gabinete da chanceler, isto corria de outra forma.». Ao longo da sua confissão, Lobo Xavier não mostra ter dúvidas sobre quem são, de facto, os responsáveis pela entrada da troika em Portugal, em resultado de uma acção, que reconhece, foi concertada e desencadeada «pelo PSD e também pelo CDS», e que o levam a concluir, que o primeiro-ministro se comportou como um "aprendiz de feiticeiro".

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De jo a 22.03.2018 às 23:47

Delírio de opinião, Delito de Opinião, um dos dois.
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De Anónimo a 22.03.2018 às 19:41

Recuperar um défice de 11% não é o mesmo que recuperar um défice de 4%. E não esquecer também que Bruxelas já tinha aceite 3 PEC's, cada um deles suposto pôr as contas nacionais em ordem.
A mudança de politica do BCE ocorreu na sequência da entrada de Draghi e de uma interpretação diferente dos Estatutos do banco. De qualquer modo, um Estado que não pode emitir moeda e não tem suficientes excedentes de comercio externo está sempre dependente de quem empresta. Aconteceu então e acontece hoje, mesmo sem a troika cá.
O actual funcionamento do Sistema Bancário Europeu é complicado e faz depender os bancos do banco central do pais e este do BCE.
Sem politica monetária autónoma e sem a Alemanha cumprir a parte dos tratados que a obriga a investir uma % dos excedentes comerciais que tem acumulado, para puxar pelas economias da ZE, os países com dividas elevadas e economias débeis vão levar muito tempo a recuperar.
Gosto destas políticas que têm sido seguidas? Não. Podia ter-se feito ou fazer hoje muito diferente? Só quem fala com Bruxelas pode responder.

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De Vlad, o Emborcador a 22.03.2018 às 18:33

Emanuel dos Santos explica o que é o “défice oculto” ( diferença entre o aumento da dívida e o saldo das administrações públicas): de 1980 a 2010, este défice oculto é responsável por mais de metade da dívida, sendo uma boa parte acumulada durante os mandatos de Cavaco Silva

Sem Crescimento não há Consolidação Orçamental – Finanças Públicas, Crise e Programa de Ajustamento” (Lisboa, Edições Sílabo, 169 pgs.)
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De Isabel a 24.03.2018 às 15:38

Dívida e défice em estados com soberania monetária nao tem nada a ver com défice e dívida sem soberania monetária e dentro de um sistema bancário como é o europeu. Tem muitos sites com aulas sobre as diferenças que existem entre uma e outra situação e sobre a viabilidade de políticas nacionais num e noutro caso.
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De Luís Lavoura a 22.03.2018 às 15:27

A notícia que li não diz que Sócrates tenha acusado Passos Coelho de ser culpado nem da crise nem do desemprego.
A notícia que li diz que Sócrates considera que a austeridade aplicada durante o governo de Passos Coelho (mas não totalmente da culpa dele, pois que Portugal estava sob os ditames dos credores) foi uma resposta errada à crise.
Ou seja, este post cai no erro quixotesco de arremeter contra um espantalho.
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De Diogo Noivo a 22.03.2018 às 16:18

Então talvez seja aconselhável ler mais umas quantas e perceber melhor o que foi dito pelo ex-Primeiro-Ministro José Sócrates. Ainda assim, e dando por bom o entendimento que faz das palavras de Sócrates - que a austeridade aplicada durante o governo de Passos Coelho foi uma resposta errada à crise - este e outros gráficos parecem desmenti-lo. Afinal, após dois anos de austeridade o desemprego reduziu, o défice baixou, as exportações aumentaram, etc. Logo, talvez haja "espelhismo" nessa acusação de erro quixotesco, caro Luís.
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De Vlad a 22.03.2018 às 16:38

"Afinal, após dois anos de austeridade o desemprego reduziu, o défice baixou, as exportações aumentaram, etc. Logo, talvez haja "espelhismo" nessa acusação de erro quixotesco"

Diogo, já ouviu falar em Ensaios Clínicos?

Grupo de Ensaio A + Grupo de Ensaio B

Falta-nos comparar a politica da PAF com uma outra que pudesse, em alternativa, ter sido implementada - ex: PEC IV

- Passos Coelho acha que degradação da economia será visível "muito antes das autárquicas"

https://www.publico.pt/2016/07/21/politica/noticia/psd-dramatiza-situacao-economica-vem-ai-o-diabo-1739062

Ou seja, a politica da Geringonça no inicio era obra do diabo e contrária às ideias do PSD. Quando começou a bombar, afinal a politica diabólica era uma continuação da politica "(Kaf)Pafiana".



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De Diogo Noivo a 22.03.2018 às 16:48

Isso, mude de assunto que ninguém reparou.
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De Vlad, o Emborcador a 22.03.2018 às 17:26

Foi a rejeição do PEC 4 que precipitou a crise de financiamento", afirmou hoje Teixeira dos Santos, na comissão parlamentar de inquérito às parcerias público-privados (PPP), em que acabou por fazer um balanço do período em que integrou o Governo de José Sócrates.

O antigo ministro adiantou ainda que o Governo tinha um acordo com o Banco Central Europeu (BCE) que garantia condições de financiamento semelhantes às que neste momento estão a ser concedidas à Espanha.

"Não concordo com ela". Foi assim que o líder do PSD respondeu aos jornalistas quando confrontado com o facto de Merkel ter lamentado a reprovação do PEC.
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De Lucklucky a 22.03.2018 às 20:11

É o que o Vlad faz sempre. Nunca responde.


Veja-se a resposta ao Tiro ao Alvo. Veio com incêndios.
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De Vlad, o Emborcador a 22.03.2018 às 19:11

"como é fácil de ver, a taxa de desemprego começa a sua clara trajectória ascendente com José Sócrates e é durante o governo liderado por Passos Coelho que o número de desempregados começa a baixar."

Dados da ONU, constantes do Relatório do Observatório da Emigração publicado esta sexta-feira, indicam que 22% dos portugueses vivem no estrangeiro. Saídas de 110 mil pessoas todos os anos só tem comparação com a década de 1960.

Economia não cria emprego suficiente

No segundo semestre de 2013, persiste, diz, uma situação em que “a economia não está a criar emprego suficiente” para responder à procura de emprego.

https://www.google.pt/amp/s/www.publico.pt/2017/02/24/sociedade/noticia/emigracao-mantem-os-niveis-altos-da-crise-e-isso-e-devastador-para-o-pais-1763125/amp
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De Vlad a 22.03.2018 às 21:45



Diogo, recomendo

https://www.goodreads.com/book/show/698866.The_Myth_of_the_Rational_Voter

Se quiser envio-lhe pdf.
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De Luís Menezes Leitão a 23.03.2018 às 06:54

Que os disparates de Sócrates foram a primeira causa do aumento do desemprego é evidente. Que as medidas de Passos Coelho não estavam a conseguir evitar esse aumento, embora o tentassem, também é evidente. Lembre-se o caos que ele provocou no país quando quis aumentar a TSU, precisamente porque estava preocupado que o desemprego continuasse a subir.

O que determinou a mudança do ciclo económico foi totalmente alheio ao governo de Passos Coelho. Foi quando o Tribunal Constitucional lhe mandou devolver os subsídios aos funcionários públicos. É nesse momento que o ciclo económico muda. Vários economistas me disseram isso.
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De Diogo Noivo a 23.03.2018 às 11:00

De acordo com José Sócrates e com uma parte substancial da esquerda portuguesa, a governação de Passos Coelho foi marcada por uma austeridade sem freio que agravou a crise. Ora, de acordo com o gráfico, parte integrante de um estudo que está a ser elaborado, o desemprego aumenta com José Sócrates e inicia a sua trajectória descendente mais ou menos a meio do mandato do governo presidido por Passos Coelho. O mesmo se pode dizer do défice. E, sem me alongar, se se fizer uma análise sobre medidas de austeridade, rapidamente se percebe que começam com o Executivo de Sócrates – ainda ontem o Supremo Tribunal Administrativo decidiu a favor dos sindicatos da PSP que reivindicavam a reposição de subsídios cortados no ano de 2010 (recordo que Passos Coelho só tomou posse em Junho de 2011).
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De Vlad, o Emborcador a 23.03.2018 às 08:55

O sistema censório português premiava os jornais próximos do regime que tinham menos notícias censuradas e menos ATRASOS de publicação . Pelo contrário, os jornais adversos ao Salazarismo tinham mais notícias censuradas e mais ATRASOS na publicação.

Respondi-lhe mas, como diz, o delírio é impermeável a factos, decidindo, o Dr. Diogo publicar os comentários sem respeitar uma linha cronológica coerente. (ex: decide publicar uma resposta,pertinente, do Dr. Luís Leitão, antes dos comentários que lhe enviei,ontem, a si e aos outros intervenientes na discussão). Ou seja Atrasa-os propositadamente. Censura-os

Para quem é, julgo, licenciado em Ciências Políticas não deixa de ser curioso.

De,
Dr. Vlad

Beijinhos
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De Diogo Noivo a 23.03.2018 às 10:47

Como já foi falado num outro post após um comentário seu com tom e conteúdo semelhante a este, os autores deste blogue escrevem a título gracioso e, por estranho que lhe pareça, têm vida profissional e pessoal. Logo, a aprovação dos comentários está subordinada à disponibilidade de cada um. Sendo certo que não estamos vinculados a qualquer dever de esclarecimento ou submetidos a normas de escrutínio – muito menos por anónimos - saiba que, como é natural e correcto, os autores deste blogue comentam posts sem que o escriba dos mesmos tenha de validar os comentários - com anónimos e vampiros é diferente, evidentemente. Dada esta sua necessidade de ter autores com disponibilidade a tempo inteiro, prontos ao segundo para aprovar os seus comentários, saiba que comigo vai ser difícil. E enquanto reflecte sobre isto, aproveite para pensar no seguinte: lá porque não concordar com o conteúdo de um post, escusa de atulhar a caixa de comentários do mesmo com assuntos laterais. Não é por fazer barulho que passa a ter razão.

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