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De facto inaceitável.

por Luís Menezes Leitão, em 24.02.17

Dou inteira razão à Ministra sueca. É de facto inaceitável que um país se proponha isentar reformados estrangeiros de imposto sobre as pensões ao mesmo tempo que sangra os seus nacionais com taxas de imposto sobre o rendimento expropriatórias e, não contente com isso, ainda vem a seguir lançar mais impostos sobre o património que os desgraçados ainda conseguiram poupar, apesar da sangria fiscal sobre o seu rendimento. Se os reformados suecos estão cá a residir, e beneficiam dos nossos serviços públicos, então que paguem impostos como toda a gente. Basta o que basta!


34 comentários

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De Einstürzende Neubauten a 24.02.2017 às 12:43

Luís, peço desculpa!

O Luxemburgo e a Holanda são dois paraísos fiscais, correcto?
Tornemos Portugal, uma paraíso,não só para os reformados suecos, no geral, mas também para as suecas, em particular.

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De Luís Menezes Leitão a 24.02.2017 às 15:34

Suecas não reformadas, presumo que queira dizer...
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De Einstürzende Neubauten a 24.02.2017 às 17:17

Podem estar reformadas. O importante é que sejam MILF´s
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De AntónioF a 24.02.2017 às 18:43

Caro Luis,
como por certo saberá, a sueca na política portuguesa sempre foi de outra natureza:

«O que era o "grupo da sueca"?
Homens do Norte, muito influentes durante a década de Cavaco (1985-1995). Encontravam-se para discutir política e... jogar à sueca: Eurico de Melo, empresário, várias vezes ministro e vice-primeiro-ministro, conhecido como o "vice-rei do Norte"; Vieira de Carvalho, presidente da câmara da Maia antes e depois do 25 de Abril de 1974; António Marques Mendes, advogado, presidente da câmara de Fafe, várias vezes deputado e eurodeputado; Luís Marques Mendes, filho do anterior, ministro por duas vezes, antigo líder do PSD (2005-2007) e atual comentador político na SIC; e Silva Peneda, antigo ministro do Emprego e, até maio do ano passado, presidente do Conselho Económico e Social. Os três primeiros já faleceram.»

in: http://www.dn.pt/portugal/interior/-social-democracia-sempre-tem-dias-5018966.html
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De Fernando S a 24.02.2017 às 12:48

A primeira preocupação e ocupação dos Ministros das Finanças da Suécia e de Portugal deveria ser a de tudo fazer para reduzir ... a carga fiscal !
A competitividade fiscal entre paises ainda é um dos factores de pressão sobre os governos nacionais para não continuarem a aumentar impostos e até para os diminuirem.
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De Ananias a 24.02.2017 às 13:00

Aí está! Esta Srª vem do frio com um discurso que devia ser ouvido e mastigado por aqueles que se arrogam de governantes.
Na verdade, a política fiscal, melhor dizendo, a ditadura fiscal imposta pela Geringonça é invasiva e perversa.
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De Anónimo a 24.02.2017 às 13:02

Está-lhes no sangue...
Por cá, os partidos são invariavelmente fortes com os fracos e fracos com os fortes.
À boa maneira dos capatazes do antigamente.
É assim com os suecos, com os chineses, com os angolanos endinheirados, com os milhares de milhões que vão para o paraíso clandestinamente, com os banqueiros que não querem revelar o património...
Eu sei... eu sei... estou a ser demagogo.
Antigamente, seria comunista.
Conforme as coisas estão é que está bem.
Ah!... é preciso dar tempo ao tempo.
Pois! As coisas ainda não estão suficientemente claras...
Façam favor de desculpar!
João de Brito
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De Vento a 24.02.2017 às 13:04

O meu comentário tem outro propósito, é anexar para seu conhecimento, em sequência aos comentários no seu anterior post, a 2ª surpresa em França:

https://sol.sapo.pt/artigo/550788

Le Pen está cada vez mais distante da suposta vitória que se apregoava. Macron será chamado a esta mesa, a seu tempo e conforme os resultados.

Estou convencido que em França não se repetirão os erros das negociações em Espanha. Rapidez e determinação impõe-se.
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De JSC a 24.02.2017 às 15:27

Le Pen vai ganhar à primeira volta...
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De Einstürzende Neubauten a 24.02.2017 às 15:36

Zandinga?
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De isa a 25.02.2017 às 11:21

Zandinga? Ou apenas por dizer verdades o que, nesta altura do campeonato, dá a vitória a quem quer que seja porque os povos europeus estão a chegar ao limite da paciência. Por aqui, até temos sorte no meio do azar, até os migrantes fogem
https://www.youtube.com/watch?v=ieKYwTFUV5Q
Marine Le Pen savages Merkel, to her face in EU Parliament

Quanto à Suécia:
https://www.youtube.com/watch?v=kPtNON6sHXw
The Truth About Sweden
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De Luís Menezes Leitão a 24.02.2017 às 15:36

A negociação à esquerda é um favor a Marine Le Pen. Se for Hamon a passar à segunda volta, será trucidado na eleição.

Fillon ou Macron podem ter hipóteses de vitória na segunda volta. Hamon não tem hipótese nenhuma.
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De Vento a 24.02.2017 às 16:37

Com o acordo de esquerda, e com a possibilidade de um candidato de esquerda disputar as eleições com Marine, verificaremos o êxodo de muito do eleitorado de Macron e Fillon para esse candidato.
Encerro este tema sobre a derrota de Le Pen, que está garantida. Mas não encerrarei sobre as surpresas que surgirão ainda.

Luís, o mundo em que vivemos já não é o mesmo que surgiu da primeira metade do século XX. Os bipolarismos terminaram.
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De Einstürzende Neubauten a 24.02.2017 às 18:52

Terminaram, para mais tarde recomeçarem - veja o que se passou entre as Grandes Guerras e após a IIGG ....é um ciclo, Vento.

Estou de acordo, Trump é a vacina contra a Lepenite
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De Vento a 24.02.2017 às 21:31

Os ciclos estiveram aí enquanto as sociedades estavam a eles moldadas, Neubauten. O "organograma" presente supera em tudo esse fatalismo que se viveu mais intensamente a partir da 2ª. metade do século XX até à crise de 2008/9. Contando certamente com o interregno entre a queda do muro de Berlim e Yeltsin, que foi quem lançou Putin.
Isto para não falar na interdependência capital do mundo actual, com várias potências económicas, tecnológicas e militares emergentes.

O mundo externo é o reflexo do mundo interno que vivemos em cada nação.

Repare que Putin acaba de dar mais uma machadada com o acordo que estabeleceu com a Líbia.
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De sampy a 24.02.2017 às 13:22

É preciso saber pesar as coisas.
O suecos beneficiam dos nossos serviços públicos, certo; mas trazem com eles dinheiro fresco, que gastam e investem, fazendo respirar a economia.
A questão é de encontrar o ponto de equilíbrio ente o que se lhes pode (e deve) exigir sem que Portugal deixe de ser atractivo para eles.
Antepôr as necessidades de receita fiscal do Estado às necessidades de capital por parte da economia é a habitual estupidez socialista.
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De Einstürzende Neubauten a 24.02.2017 às 17:19

"Antepôr as necessidades de receita fiscal do Estado às necessidades de capital por parte da economia é a habitual estupidez socialista."

Wrong!! É a habitual estupidez "austeritária" da toika
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De Anónimo a 24.02.2017 às 17:20

É verdade que trazem dinheiro.
Só que esse dinheiro não vai para os homólogos portugueses.
Mais tarde ou mais cedo, de uma maneira ou de outra, vai parar a um qualquer paraíso fiscal.
Esse é que é o drama!
João de Brito
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De Einstürzende Neubauten a 24.02.2017 às 18:53

Mercado Livre, João
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De sampy a 24.02.2017 às 19:27

Claro que sim. Os reformados suecos, se vêm para cá, é para viverem num T0 na Damaia e fazerem uma refeição por dia com meia lata de atum e meterem o dinheirinho todo em paraísos fiscais para deixar para os queridos netinhos.
Dramático mesmo!
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De Tiro ao Alvo a 24.02.2017 às 13:32

Com que então, Portugal, para os suecos reformados, não passa de um paraíso fiscal?
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De Luís Menezes Leitão a 24.02.2017 às 15:37

Em compensação para os portugueses, reformados ou não, é tudo menos isso.
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De jo a 24.02.2017 às 13:38

Não é bem a mesma coisa, grande parte do que os reformados recebem do Estado é a reforma, e não descontaram para ela cá. Gastando-a cá há transferência de dinheiro lá para cá. Se o problema fossem os serviços públicos portugueses a ministra sueca não se importava.

Claro que parar isso implicava harmonização fiscal e o fim da atual concorrência.

Se o Luxemburgo, a Holanda e a Irlanda por ex. não funcionassem na prática como paraísos fiscais talvez a indignação fizesse sentido.

Não se pode é dizer que é legítimo atrair as empresas com descontos e não é legítimo atrair os reformados.
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De sampy a 24.02.2017 às 14:03

Coisa curiosa dos nossos amigos suecos: andam actualmente a pagar os seus impostos em excesso de forma propositada. Ao que parece, o fisco sueco faz as devoluções pagando uma pequena taxa de juro que é bem mais atractiva que as oferecidas pelos bancos (actualmente negativas). Que país tão giro...
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De Einstürzende Neubauten a 24.02.2017 às 17:20

Se em vez de sampy, fosse sami, até o julgava escandinavo
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De JSC a 24.02.2017 às 15:25

Não concordo com a ministra, acho mal é não serem cobrados impostos na Suécia que é quem lhes paga. Além de que não pagarem impostos de rendimentos, pagam todos os outros, o que em Portugal representa aproximadamente metade dos impostos colectados.

Os serviços que fala são pagos, diga-me um serviço do estado que hoje em dia não é cobrado? Desconheço.
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De Luís Lavoura a 24.02.2017 às 16:17

Não concordo com a ministra, acho mal é não serem cobrados impostos na Suécia que é quem lhes paga.

Exatamente.
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De Einstürzende Neubauten a 24.02.2017 às 17:21

Bófia?? E outros são cobrados de forma relativa (SNS), por exemplo
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De JSC a 24.02.2017 às 20:46

Estão isentos de multas também? Isso sim já é grave...
SNS? Os meus vizinhos "franceses" também usam muito, quando estão doentes voltam para a "sua" França.

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