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De blogue em blogue

por Pedro Correia, em 03.04.14

Onze anos de Bomba Inteligente. Parabéns à Carla, um caso raro de persistência.

 

"É admirável que haja um blogue onde convivem opiniões opostas." Sim, Luís: fazemos questão disso.

 

... E o meu Óscar, embora atrasado, vai para o Pipoco Mais Salgado. Pelo sentido de humor.

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4 comentários

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De Pipoco Mais Salgado a 03.04.2014 às 22:47

Meu caro Pedro Correia, muito obrigado pela referência.

O "Delito" é uma referência de sempre.

(e não é só pelas canções do século...)
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De rmg a 04.04.2014 às 00:32


No caso do "Pipoco Mais Salgado" eu lembraria - pois há muita gente por aí que se limita a ler o texto do autor - que tem um conjunto de comentadores habituais também com um grande sentido de humor .
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De Maria Dulce Fernandes a 04.04.2014 às 11:22

Humor retorcido como as torcidas de jornal com que a minha avó ateava a lareira, mais subentendido do que os discursos do primeiro ministro, mas que o Blog quando o Pipoco quer vale quanto pesa, ah isso vale !... ou mais até.
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De Vento a 04.04.2014 às 22:04

Pedro, concordo com Luís Naves sobre o facto deste DO ser único. A primeira vez que aqui cheguei, por um acaso como já mencionei, senti que algo de estranhamente diferente, no bom sentido, se estava a passar neste país. E o estranhamente é a possibilidade de se conviver com diferenças e de revelar que o consenso não faz parte da adesão a um pensamento único, mas sim à adesão da razão e da evidência quando ela existe. E isto que tenho visto aqui no DO.

Li também com bastante interesse o artigo de Luís Naves, e ele, a meu ver, labora em vários erros, e passo a demonstrar a minha reflexão:

A UE, tendo em conta as movimentações de negócios em torno do gás e de empresas alemãs (como já referi aqui http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/ucrania-a-irresponsabilidade-europeia-6174670#comentarios) , não é nem polícia bom nem polícia mau, é somente uma parte interessada no negócio sem compreender que as relações internacionais baseiam-se segundo o Princípio da Confiança.

Como a Confiança ainda não existe, e tendo em conta as pressões que a Rússia sente na contracção de suas fronteiras, ditaria o bom senso que numa rebelião legitimamente levada a efeito por um grupo de cidadãos ucranianos se tivesse em conta as sensibilidades reinantes quer no território ucraniano quer no território da Rússia e quer mesmo os interesses Russos no que respeita aos seus investimentos para o fornecimento do Gás Natural a boa parte da Europa.

Significa isto que a invasão da Crimeia é atitude aconselhável? Não, não é. Mas é a única possível, neste quadro, face à desregulação de mercados a Ocidente e também da ausência de coesão na UE com uma Alemanha a querer impôr-se (até agora, pois já não será possível continuar com estas políticas). E não será possível na medida em que a recente indicação do BCE (hoje), imitando os seus congéneres da Reserva Federal Americana, na aplicação do QE (Quantitative Easing) dá também um sinal a Inglaterra para que permaneça nesta esfera que é a União Europeia (aliás, tive oportunidade de revelar-lhe, por antecipação, a queda contínua nas taxas de juro, cujo percurso só será alterado se existir um acordo sólido entre Rússia/EUA/UE).

Não obstante, permita-me consigo partilhar nesta minha reflexão sobre a possibiliade de uma invasão russa desta feita na Ucrânia. E o porquê desta afirmação? Pelo simples facto da Rússia poder controlar in loco a torneira de fornecimento de gás à Europa - até que cimente um acordo de cooperação no fornecimento de Gás à China, como há muito está pensado, faltando somente definir preços abaixo dos praticados para a Europa - o que, apesar de protestos hipócritas de ocasião, seria recebido com algum regozijo pela UE, pois do gás depende efectivamente a Alemanha e muitos outros países a leste da Alemanha.
Permita agora anexar dois links:
http://sol.sapo.pt/inicio/Internacional/Interior.aspx?content_id=102729

http://sol.sapo.pt/inicio/Internacional/Interior.aspx?content_id=102877

Como pode verificar, eu não usei aqui romances sobre a democracia, a intervenção no Iraque (que foi falaciosa) etc... Mostrei a linha pura e dura que tem regido a acção das grandes potências.

Para o cruzamento de informação sobre a matéria, deixo aqui também a entrevista ao embaixador russo para a UE:

http://expresso.sapo.pt/a-crimeia-sempre-foi-e-sera-parte-intrinseca-da-russia=f862998


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