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Da igualdade e da liberdade

por Pedro Correia, em 10.04.17

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Há quem enalteça a igualdade como o valor mais nobre da democracia. Mas um relance pela história dos últimos decénios demonstra que isso não corresponde à verdade.

Em nome da igualdade foram cometidos alguns dos maiores crimes do século XX. O extermínio de pequenos agricultores russos e ucranianos que não se submeteram à norma "igualitária" da Revolução de Outubro. O internamento em campos de "reeducação", a humilhação pública e as sevícias que desabaram sobre o embrião de classe média nos anos desvairados da pseudo-Revolução Cultural na China maoísta. A igualdade utópica erigida em dogma supremo que justificava os mais cruéis anátemas, como a liquidação de qualquer indivíduo que usasse óculos – esse absurdo símbolo de uma cultura "decadente" – no Camboja sujeito à mão de ferro de Pol Pot.

 

Depois das escabrosas experiências de engenharia social feitas pelos maiores tiranos apostados em garantir a "igualdade", o termo passou a ser um dos mais corrompidas da nossa época.
George Orwell tornou bem evidente esta irremediável corrupção lexical, em que a palavra serve apenas de camuflagem para ocultar o seu significado oposto, na mais corrosiva fábula política de todos os tempos – O Triunfo dos Porcos (Animal Farm, 1945), quando se torna inequívoco, aos olhos de todos os animais que habitam a quinta, que “uns são mais iguais do que os outros”. Precisamente os que integram a camarilha triunfante, formando uma nova classe – igualitária no verbo, despótica no mando.
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Ao contrário do que supõem algumas boas almas, o valor mais nobre da democracia não é a igualdade – é a liberdade. A "igualdade", como já se viu, pode coexistir com a mais aberrante ditadura (reina a "igualdade", por exemplo, entre todos os prisioneiros num campo de concentração).
Mas nunca haverá democracia sem liberdade. Não pode haver.
“A liberdade é preciosa – tão preciosa que deve ser racionada”, assegurou Lenine, numa das maiores proclamações de cinismo político de que há memória. Mas que é também uma notável - embora involuntária - homenagem do fundador do Estado soviético a essa aspiração suprema da condição humana que é a liberdade. Que só mantém o seu valor facial quando é aplicada sem racionamentos.
Até contra a igualdade, se for preciso.

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70 comentários

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De Luís Lavoura a 10.04.2017 às 11:13

o valor mais nobre da democracia não é a igualdade – é a liberdade

Erro.

O valor supremo da democracia é o lema "um homem, um voto", o qual proclama a igualdade de todos os homens - todos eles têm direito a um e um só voto, de forma igual.

A liberdade é o valor supremo do liberalismo.

As nossas democracias modernas dizem-se "democracias liberais" precisamente porque tentam equilibrar os valores supremos da democracia e do liberalismo. Isto é: não são tão democráticas que o voto conjunto de muitos homens possa suprimir a liberdade de um outro qualquer, mas também não são tão liberais que a liberdade de um qualquer homem possa ir contra o voto de todos os outros.
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De Luís Lavoura a 10.04.2017 às 11:42

Talvez com exemplos a coisa se entenda melhor.
Numa democracia o valor supremo é a igualdade. Todos os homens têm igualmente direito a um voto. Portanto, se, numa sociedade de 100 homens, 99 homens votarem a favor de que o 100º seja declarado um "inimigo do povo" e posto na prisão, então é isso mesmo que será feito: o 100º homem será privado da sua liberdade pela vontade dos outros 99.
No liberalismo o valor supremo é a liberdade. Portanto, se, numa sociedade, um homem decidir que quer deixar a sua ampla propriedade em pousio em vez de nela cultivar trigo, enquanto que nessa sociedade todos os outros 99 homens passam fome, então é isso mesmo que será feito - o homem é livre de deixar a sua terra inculta, mesmo que todos os outros passem fome.
Precisamente porque se considera que ambos estes resultados extremos são indesejáveis é que se tenta conjugar (compatibilizar, equilibrar) os dois valores - a liberdade e a igualdade - num regime chamado "democracia liberal" (o qual regime pode assumir diferentes formas constitucionais, claro).
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 15:14

Nunca cessarei de me espantar com certos "liberais", que varrem a liberdade para o fundo da escala de valores.
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De jo a 10.04.2017 às 16:23

Um exercício um pouco fútil.
São necessárias liberdade e igualdade, não percebo qual é o interesse de colocá-las numa escala.

Também é necessária alguma riqueza - para os que estão a morrer à fome na Somália, por exemplo, isto é uma discussão bizantina. Os refugiados que se afogam todos os dias no Mediterrâneo vêm à procura de liberdade e igualdade e os europeus dizem que eles são menos iguais que eles e que têm toda a liberdade de se deitar a afogar.

Estar a discutir se a liberdade vem primeiro que a igualdade é um pouco como perguntar a uma criança se gosta mais do papá ou da mamã, um exercício inútil.
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 16:30

Nunca é de mais, num mundo ameaçado em várias frentes por regimes autoritários, acentuar o primado da liberdade. Precisamente a palavra que os tiranos mais odeiam.
Também nunca será "fútil", ao contrário do que você sustenta, lembrar que algumas das maiores atrocidades políticas do último século foram cometidas em nome da utopia da "igualdade".
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 16:49

Tem ouvido as noticias?!!

"Nunca é de mais, num mundo ameaçado em várias frentes por regimes autoritários"

O único totalitarismo que existe é o do dinheiro. Do negócio. Das multinacionais, e das instituições internacionais que impedem que cada um de nós decida o que quer para o seu país e torna o voto uma inutilidade.
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 16:56

É isso mesmo: só há totalitarismo onde há dinheiro. A Suíça, por exemplo, é bem conhecida pelo seu regime totalitário. E a Coreia do Norte, talvez hoje o país mais totalitário do planeta, é imensamente rica.
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 17:00

Não, a Suíça é conhecida pela opacidade do seu sistema bancário. É o asilo de muito do dinheiro sujo, dessa gente que foi responsável pela crise financeira Quanto à Coreia do Norte , não sei um chavelho...aquilo parece estar fechado a cadeado....mas o Kim parece-me chanfrado
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 17:06

O ditador Kim estudou num colégio suíço. Isto anda tudo ligado.
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De V. a 10.04.2017 às 17:45

O que torna o voto uma inutilidade são geringonças, meu caro. E o dinheiro é muito bom. Sem dinheiro éramos todos um bando de pashtuns cabeludos. Se é para sermos pagãos como antigamente não quero cá lenines nem macacadas de espécie nenhuma e um ganda fuck you e bardamerda para toda a gente que não é do Sporting (ie: um suevo com bom gosto)
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 17:55

O dinheiro, por si, não vale um chavelho. Ouçamos Voltaire:

"O papel moeda eventualmente regressa ao seu valor intrínseco - zero."

"O que torna o voto uma inutilidade são geringonças, meu caro"

Engana-se. Desde que hajam geringonças existe alternativa, poder de escolha. E assim Liberdade. Não há liberdade se não existir a possibilidade de escolher

"Sem dinheiro éramos todos um bando de pashtuns cabeludos"

Com dinheiro, com muito dinheiro, esses, os outros, são uma cambada de nem sei o quê...os vindouros que lhes paguem

Quanto a Godos, prefiro os Vândalos


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De jo a 10.04.2017 às 20:10

"algumas das maiores atrocidades políticas do último século foram cometidas em nome da utopia da "igualdade""
Também houve em nome da religião e do direito a ter um espaço vital.

O que não torna a religião ou a existência de um território próprio, inimigos da democracia.

A não ser que pretenda que uma sociedade onde uns vivem em palácios e outros morrem de fome é uma sociedade democrática.

Que liberdade têm os miseráveis?
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 22:19

As dezenas de milhões de vítimas da utopia comunista no século XX perderam por completo a liberdade antes de perderem a vida. E morreram na miséria.
Assim se fechou o ciclo da utopia igualitária: nada irmana tanto os homens como a morte. Lenine, Estaline, Mao, Pol Pot - inimigos da liberdade, amantes da igualdade mais visceral.
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De jo a 10.04.2017 às 22:32

Não compreendo onde quer chegar. Existiram outras ditaduras que não foram feitas em nome da igualdade. Até houve quem dissesse que o caminho para a liberdade era negar a igualdade e exterminar os outros.

O facto de Estaline usar o pretexto da igualdade para estabelecer uma ditadura não quer dizer que todos o que pretendem mais igualdade procuram ditaduras.

Uma sociedade de castas ou a sociedade do Antigo Regime não podem ser democráticas nem ter liberdade.

Não é possível ter democracia com liberdade mas sem igualdade. Se tem de haver igualdade e liberdade ao mesmo tempo não faz sentido faz atribuir-lhes valores relativos.
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De Nebauten a 10.04.2017 às 23:40

Pedro, deixe lá os mortos em paz. Fale antes nas agências de rating, mercados, BM, FMI, G7, CFR, Fed, BCE , etc. Ha formas mais limpas de dar cabo de um gajo, ou de um país. Pol Pot, Mao e Estaline eram tipos que não primavam pela higiene. Faltava - lhes tacto
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De rty a 11.04.2017 às 02:22

Vai-me desculpar mas Lenine, Estaline ou Mao não queriam igualdade: queriam, muito abertamente, a ditadura do proletariado, em que esta classe esmagaria as outras.
A "igualdade" era um objectivo muito mediato.
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De Anónimo a 10.04.2017 às 15:51

Como a Venezuela !
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 16:31

A Venezuela nunca foi tão "igualitária" como hoje. Sem alimentos básicos, sem medicamentos, com um homicídio a cada 18 minutos.
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 16:52

Olhe, não existe um embargo económico à Venezuela liderado pelos EUA? O único pais que lhe compra petróleo é a Russia. Sempre a mesma m..... Se um país decide seguir um outro caminho que não o consentido...bumba..embargo...
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 17:04

O único "embargo à Venezuela" é feito pelo próprio Governo de Caracas.
O ruinoso "socialismo bolivariano" da dupla Chávez-Maduro" levou à falência a economia do país - tornado até obsoleta, por absoluta falta de manutenção dos equipamentos existentes, a indústria estatal do petróleo. Isto apesar de possuir uma das maiores reservas petrolíferas do mundo.
No ano passado, pela primeira vez na sua história, a Venezuela viu-se na necessidade de importar petróleo. Precisamente dos Estados Unidos.
http://elpais.com/elpais/2016/02/04/inenglish/1454587067_693915.html
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 17:18

Pois, sim!! É a Venezuela e a Arábia Saudita, esse bastião da liberdade e da arte de bem governar. Porque será?

And Venezuela is one of those countries. Saudi efforts to drive down oil prices have drastically reduced Venezuela’s state budget and led to enormous consequences for the Venezuelan economy

http://www.mintpressnews.com/us-led-economic-war-not-socialism-tearing-venezuela-apart/218335/
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 17:27

A "monocultura" do petróleo, que serviu para toda a espécie de demagogia política do regime chavista, mergulhou a Venezuela na ruína económica. Enquanto os preço estiveram em alta nos mercados internacionais, a incompetente dupla Chávez-Maduro foi incapaz de reinvestir o excedente de receitas na diversificação do tecido produtivo, na modernização da indústria petrolífera e na abertura da economia a novos sectores (o turismo, por exemplo). Pelo contrário, o país tornou-se ainda mais dependente da venda do petróleo (que totaliza 96% do total das exportações), pondo assim os venezuelanos à mercê de qualquer tempestade provocada pela queda dos preços.
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 17:59

Diga-me quantos países produtores de petróleo, "árabes," têm diversificado a sua economia?

O petróleo, é uma maldição, tal como o foi ,para Portugal, o Ouro do Brasil - a nossa maior obra de então foi o maldito Convento.

Rendas e monopólios/protecionismos, eis o beneficio dos recursos naturais. Razão tinha o Velho do Restelo.
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 18:02

No moribundo regime "bolivariano", sim, o petróleo tem sido uma maldição.
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De drt a 10.04.2017 às 17:22

"Portanto, se, numa sociedade de 100 homens, 99 homens votarem a favor de que o 100º seja declarado um "inimigo do povo" e posto na prisão, então é isso mesmo que será feito: o 100º homem será privado da sua liberdade pela vontade dos outros 99."
Parece que não percebeu que apenas faz sentido falar em democracia se falarmos em "estado de direito". E que o direito não depende de uma maioria ocasional, nem de valores sujeitos a votação. É impossível e ilegítima, mesmo que votada por 99,9% de uma população a aprovação de uma constituição racista.

Por isso liberdade e igualdade é a possibilidade de 1 homem se poder opôr e fazer valer o seu direito contra 99.
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 18:01

A liberdade é um valor substantivo enquanto a igualdade é um valor adjectivo, que depende de outros factores para ser enaltecido. A Coreia do Norte, por exemplo, é uma das sociedades mais igualitárias e menos livres do mundo.
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 18:06

"é uma das sociedades mais igualitárias"

Diria o contrário. Compare o aparatik com o resto.
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 18:10

É uma sociedade que aboliu os "ricos". O próprio conceito de rico foi abolido. Todas as diferenças sociais foram aplainadas. Será talvez o país do mundo onde a pirâmide social mais se equipara a um ângulo raso. E é quase nula a diferença entre os rendimentos da base e da cúpula dessa pirâmide.
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 18:24

hmmmm... quanto terá o Kim na Suíça, e os seus generais?
Pode dizer que é uma pirâmide de vértice muito afiado...de ângulo agudíssimo...um pouco como irá acontecer com a Europa e a com quem trabalha. Dos que não vivem das rendas de capital
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De Luís Lavoura a 10.04.2017 às 18:01

É impossível e ilegítima, mesmo que votada por 99,9% de uma população a aprovação de uma constituição racista.

Esse é, precisamente, um exemplo da distinção entre democracia e liberalismo. Uma lei racista, se fôr votada por 99% da população, é completamente democrática; porém, essa lei é ilegítima perante o liberalismo, porque ofende a liberdade dos cidadãos da raça discriminada.
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De drt a 11.04.2017 às 02:28

Não, não é! Isso seria admitir que democracia é auto-referente e legitimar qualquer crime, por exemplo de 50,1% sobre os restantes.
A democracia é um sistema de governo político e as decisões tomadas devem obedecer à moral - e a moral e a ética têm outras fontes para além do esfera do político.
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 18:04

O Estado de Direito é apenas uma legitimação para o monopólio, da violência, pelo Estado. E para que uns tenham as sua propriedades protegidas, da vingança das massas.

Antes da Propriedade deve vir o Direito à Existência

O meu Direito á a Vingança. O uso da violência em nome do Bem
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De drt a 10.04.2017 às 17:24

A igualdade é a igualdade perante a lei - no sentido de que não há leis nem foros especiais. Não é igualdade económica, social, etc.
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 17:30

Pois. Pode portanto existir em qualquer ditadura. "Todos os cidadãos são igualmente privados de liberdade, etc."
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 18:07

Essa é boa!! Cada um tem a justiça que consegue comprar!
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De xico a 10.04.2017 às 18:01

Resta acrescentar que a propriedade plena da terra, mesmo na liberal américa, é do Estado, ou da comunidade, que é "concessionada" aos particulares. É por isso que pagam impostos. Se não lhe dão o uso para que foi destinada a concessão, é natural que o Estado/comunidade se reaproprie do que é seu. Caso contrário teremos de ir aos arquivos verificar o testamento do Pai Adão. Já com a escova de dentes a coisa é diferente.
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De isa a 10.04.2017 às 22:15

O valor supremo da democracia é o lema "um homem, um voto"

Sabe fazer contas de somar e subtrair?
Então em vez de pensar que vive num Sistema em que cada um tem um voto, antes ou agora que até juntaram mais Partidos políticos, some os votos que elegeram a "geringonça" e vai descobrir que sempre viveu num sistema manipulado, onde não é governado por maioria nenhuma e, como uma minoria consegue controlar a maioria, mesmo descontando do Total da população portuguesa, os cidadãos com menos de 18 anos que ainda não podem votar.
Pode dizer que votos brancos ou abstenção não contam mas, que podem estes escolher quando vêem que só são "livres" para escolher entre o mau e o pior?
Mas essas contas eu já as tinha feito aqui:
http://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/pensamento-da-semana-9129517

Já fiz muitos comentários sobre este assunto e, não me vou repetir mas, muitos falam de igualdade quando o correcto seria, Igualdade de Oportunidades porque, por exemplo, assim, até conseguem igualar trabalhadores a preguiçosos e, legalmente, para "igualar", podem "roubar" a uns para dar aos outros, para não falar dos "amigos, conhecidos, filhos, enteados, padrinhos..." dos grupinhos que vão rodando no Poder.
Neste sistema castigam quem se esforça e que interesse há em produzir mais, se, por meio de impostos, acaba por receber o mesmo que aqueles que não se esforçam nada?
Isto é bem visível no funcionalismo público, mau ou bom, recebe exactamente o mesmo e depois, querem milagres económicos quando tudo está feito para premiar incompetentes, calões, chico-espertos...
Não é por acaso que em vez de termos sociedades equilibradas, há mais desigualdade e menos "bolo" para redistribuir (porque voluntariamente, também se poderia redistribuir mas, sem ser na base da força e, como se tem visto, quem tem esse Poder, de tirar a uns para dar a outros, são cada vez "melhores", cheios de "qualidades", uns verdadeiros "exemplos" para a sociedade).

Temos um problema a nível global e não é por acaso, não controlamos guerras, nem sequer as nossas próprias vidas e é, precisamente, este sistema que provoca essa impotência da real maioria que só queria viver em paz, poder viver condignamente, ver premiado o seu próprio esforço, seus valores éticos, ser donos da sua própria vida e destino.

O mais ridículo é falarem de igualdade ou Liberdade quando, à partida, com mais "pinturas ou laçarotes", tudo o que é imposto, nunca terá nada a ver com Liberdade nem Igualdade, quando uma minoria consegue mandar na maioria e, por isso, estamos agora subjugados, nas mãos de Bancos Privados BCE ou FED, os mesmos que controlam FMI, ONU, World Bank porque isto de eles poderem controlar "grupos" foi muito mais fácil, do que controlar indivíduos realmente Livres.
Hoje estamos subjugados por dívidas, com orçamentos que têm de ser aprovados por Bruxelas e ainda há quem vá votar tipo "carneirinho" para euro-deputados que não podem propor ou vetar Leis, portanto onde "alguém, algures" já anda a decidir tudo por nós.
Temos uma elite mundial, o tal 1% que, finalmente, tirou partido da ignorância e da manipulação das políticas mas, mais perigosos, são aqueles que, sem pensar pela sua própria cabeça, deixam que outros pensem por eles e, se submetem como se tudo isto fosse Normal.

Deixo-lhe um vídeo e, por si próprio, tente perceber onde está a raiz de todos os nossos males, isto, se ainda não lhe conseguiram fazer a lavagem cerebral completa e, já não souber questionar tudo o que o rodeia, honestamente porque será um vídeo completamente inútil, se pertencer ao grupo que se aproveita deste Sistema.

A maior hipocrisia são aqueles que dizem que nunca entrariam na casa do vizinho para roubar nada mas, desde que seja o Estado a fazer isso por eles, para lhes dar... fica tudo certo, moralmente, eticamente... tudo perfeitinho
Monarquias, Ditaduras de esquerda ou direita, pseudo-democracias e agora um futuro Governo Global Totalitário e, tal como ratinhos, rodamos, rodamos mas, ficamos sempre "esborrachados" na base da pirâmide... só que desta vez, não há outro país para onde fugir, será tudo controlado por uma minoria, algures, não eleita que nunca mais poderá ser deposta ou exonerada.

https://www.youtube.com/watch?v=_5mZ5FBHg0A
The Complete and Undeniable Truth - Larken Rose
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 15:14

"A liberdade é como o sol. É o bem maior do mundo."
Jorge Amado, 'Capitães da Areia'
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 17:01

Mas sempre que está calor demais, procura-se a sombra
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 17:07

Lá diz o sultão Erdogan, que já pôs mais de 60 mil opositores à sombra.
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De dtr a 10.04.2017 às 17:47

As mulheres francesas só puderam votar em 1944. Até aí a França não era uma democracia?
E houve democracia censitária em praticamente todos os países, que exigiam condições para poder votar: de rendimentos, de conhecimentos (os republicanos portugueses proíbiram o voto de quem não sabia ler, bem como o das mulheres - que apenas foi reconhecido pelo Estado Novo.
A 1ª república não foi uma democracia?
A Inglaterra não era uma democracia?

Seria interessante ler os seus ensiamentos sobre a matéria.
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 17:55

Até 1944, a França era tudo menos uma democracia. Vivia sob a pata nazi e a tirania do marechal Pétain, fantoche de Hitler.
A I República portuguesa, com os direitos políticos severamente reprimidos, as liberdades públicas quase sempre restringidas, e leis de excepção aprovadas com regularidade pendular, estava muito longe de ser uma democracia.
Não há democracia sem liberdade.
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De Luís Lavoura a 10.04.2017 às 18:08

Havia um cantão suíço (Appenzell salvo erro) no qual, até bem recentemente, as mulheres não votavam. Os homens votavam que as mulheres eram proibidas de votar.
Essa proibição era democrática. Quem votava dizia que os outros não tinham o direito de votar. Era tudo democrático.
Porém, era uma proibição antiliberal, porque ofendia a liberdade das mulheres.
Temos aqui mais um exemplo da contradição entre democracia e liberalismo. Uma lei que proíbe as mulheres de votar é democrática (se tiver sido votada favoravelmente por uma maioria de homens), mas é iliberal.
Uma base essencial do liberalismo é, precisamente, a defesa dos direitos humanos - neste caso, dos direitos das mulheres. O liberalismo diz que os direitos humanos não podem ser violados, mesmo que essa seja a vontade da maioria (do resto) da população.
Por exemplo, se você fizer uma lei que proíbe a construção de sinagogas e se o parlamento aprovar essa lei por 99% dos votos, então essa lei é democrática. Porém, é uma lei iliberal, porque ofende a liberdade (religiosa) de alguns seres humanos (os judeus).
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De A.Vieira a 10.04.2017 às 15:49

O Sr, Luis Lavoura deve entender-se bem com as manas mortágua (filhas de um liberal dos quatro kostados...o comentário seria para rir se senão fosse imbecil....
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 16:46

Lavoura é especialidade do pai Mortágua, ex-activista da reforma agrária.
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 16:55

Ó meu caro, ao menos o Mortágua teve tomates para lutar contra o Estado Novo. Enquanto outros....os de fato e gravatinha têm a chamada coragem intelectual, não é? Que ousados!!!

Camilo Mortágua
A vida do destacado militante antifascista e revolucionário, envolvido no assalto ao paquete Santa Maria, no desvio de um avião da TAP e no assalto ao Banco de Portugal na Figueira da Foz
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 17:05

Tem tomado os ansiolíticos?
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 17:20

Quem? O Camilo?
Tem tomado o Sildenafil ?

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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 17:29

Só nas noites de Luar.
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De V. a 10.04.2017 às 17:49

O Neubauten é mais iguarias do Rudolph.
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 22:21

Há quem prefira fuá grá.
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 16:47

Ao contrário do que supõem algumas boas almas, o valor mais nobre da democracia não é a igualdade – é a liberdade!


Essa é boa!
A Liberdade não conta para nada. O que conta é o que podemos fazer com ela. E nos dias de hoje, é muito pouco.

Temos 2 hipóteses:

Sermos escravos de um estado totalitário (ditaduras, onde não existe liberdade) , ou escravos de corporações (multinacionais; "neo"liberalismo moderno, que legitimam a exploração em nome da liberdade).



O Pedro escolhe , no que queira acreditar.Eu também. Tudo uma questão de credo.


O Espírito da Igualdade
Por que razão sociedades mais igualitárias funcionam quase sempre melhor
de Kate Pickett e Richard Wilkinson

Richard Wilkinson e Kate Pickett, dois académicos britânicos, defendem neste livro polémico que são as desigualdades sociais, e não a pobreza em si, que mais contribuem para alguns dos problemas com que o mundo dito desenvolvido se debate actualmente. Através da análise dos indicadores presentes em relatórios publicados por diversas instituições, revelam como a violência, a toxicodependência, a obesidade, as doenças mentais ou a gravidez na adolescência são menos frequentes em comunidades onde a disparidade de rendimentos é menor, independentemente de estas serem consideradas ricas, e sugerem medidas para alcançar o equilíbrio e conceber uma sociedade mais justa. Um livro fundamental que nos obrigará a repensar a forma como nos organizamos e aquilo que valorizamos no nosso quotidiano.


«Uma obra com um impacto poderoso.»
The Times
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 16:54

Hoje, como nos anos 30 do século passado, há sempre alguém pronto a bradar que "a Liberdade não conta para nada".
Nada de novo debaixo do sol.
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 16:57

Não, meu caro. O que conta é a Moral e a Virtude que deve acompanhar o exercício da liberdade. A liberdade por si só não conta um chavelho. Como a Vida. O que é sagrado é o modo de viver-se
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 17:17

Mussolini não diria melhor: "Il concetto assoluto di libertà é arbitrario. Nella realtà no esiste."
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 17:23

Não tenho equipa. Um bocadinho daqui, um bocadito dali...Robespierre também deve ter dito o mesmo. - Não há Virtude sem Terror (sem castigo, vamos lá).
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 17:34

Robespierre foi um dos campeões da igualdade. A igualdade sob o terror, cimentada pela guilhotina. O regime que fundou era de tal forma igualitário que nem o pescoço dele sobreviveu à lâmina.
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De tyu a 10.04.2017 às 17:37

"Everything is what it is: liberty is liberty, not equality or fairness or justice or culture, or human happiness or a quiet conscience."

Sir Isaiah Berlin
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De Pedro Correia a 10.04.2017 às 17:55

Ora aí está um pensador que justifica a minha vénia.
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De WW a 10.04.2017 às 19:55

"As liberdades ilimitadas destroem-se a si próprias"

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De isa a 10.04.2017 às 23:39

Mas quais Liberdades Ilimitadas?

Só há ou não há Liberdade porque só pensar que pode ser limitada ou ilimitada, está a pensar de acordo com o download do "programa" do status quo.
Porque pensa que querem proibir os americanos de terem armas quando este Direito está estabelecido na Constituição, especificamente, para no caso de terem de se defender do próprio Estado?

https://www.youtube.com/watch?v=xMoPBDz5ycA
What Anarchy Isn't
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De WW a 11.04.2017 às 20:04

ISA limitei-me a transcrever uma citação com a qual concordo a 100%.
No caso americano de porte de armas, eu até certa altura na minha vida também não entendia o porquê da proliferação de armas ( não sabia sequer que estava na Constituição Americana), hoje entendo e aceito (no caso americano)...
Tal como o exemplo acima também de outros casos tenho mudado a minha opinião (nos últimos anos) e posso dizer-lhe que leio sempre com atenção / interesse os seus comentários e vejo alguns dos vídeos de que deixa "links".
Decerto já se apercebeu que o fomento das guerras no IRAQUE, LÍBIA e SÍRIA aumentou o fluxo de "refugiados" (que insistem em vir sem papeis) para a Europa com as consequências que se conhecem, não só o terrorismo mas também a perda de Liberdades a que pensávamos ter direito.

A quem souber deixo a seguinte interrogação :

Como é possível dezenas de milhares de pessoas de países extremamente pobres ou em guerra juntarem em "pouco" tempo centenas ou milhares de euros para pagarem a "passadores" para os "trazerem" para a Europa ?
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De isa a 14.04.2017 às 21:53

Não sei se vai voltar aqui porque, só hoje, vi o seu comentário mas, essa pergunta que está a pôr, mostra que começou a questionar mas, é bom que esteja preparado porque, quando descobrir que Nada é o que parece ser e que a manipulação das nossas percepções já vem de longe e até a vinda de migrantes foi programada, continue a questionar porque, a seguir a cada pergunta virão muitas outras e, uma coisa é certa, nada acontece por acaso, especialmente, nas decisões políticas internacionais.

Se, no entretanto, nada acontecer (até Trump já diz e faz o contrário, de tudo o que disse na campanha eleitoral), vamos mesmo a caminho de um Governo Global Totalitário Policial, a tal New World Order que há anos repetem querer fazer, palavras em vários discursos de políticos incluindo Bush pai (Nicolas Sarkozy em 2007 na ONU chamou-lhe Novo Tratado para o Mundo, Gordon Brown em 2009 no G20, disse que se necessitava de um Novo Tratado à Escala Mundial. Sarkozy como Brown são protegidos dos Rotschild.) Até sabemos qual o discurso que matou JFK, ainda há pouco tempo confirmado por um senador americano referindo-se ao Shadow Government, contra o qual Trump não teria qualquer hipótese ou acabaria como JFK.
https://www.youtube.com/watch?v=y8HTr-F-FVM
JFK - The Speech That Killed Him

Com tanta informação disponível, sobre tantas mentiras, incluindo o aquecimento global (para mais uma taxa de carbono e terem controlo sobre como mover populações para onde eles quiserem) quando vamos a caminho de uma nova era glacial, da qual os humanos não têm culpa nenhuma (tem a ver, como sempre foi, com o Sol), até à intrusão na política dos países, espanta ver que ainda haja pessoas convencidas que é tudo feito para bem delas, como perder o rasto de centenas de migrantes que podem estar em qualquer parte da Europa e, pelo que vi na semana passada: "Immigrants Within Europe Burn Their Own Migrant Camps"... tudo "para nosso bem"?
Ninguém parece notar como a simples polícia, está a ser militarizada. Eu olho para o que se passa na Europa porque, por aqui, o pior chegará no fim, primeiro vêm só umas "coisitas", como a mesquita ;)

Podemos ir deixando um rasto de "migalhas" mas, cada um tem de ir investigar por conta própria e digerindo "sapo a sapo" porque o mais difícil de aceitar é ter sido metodicamente enganado e manipulado e, isto, é o mais difícil, muitos até preferirão viver sem querer saber a Verdade e continuar tipo zombies até não terem liberdade para nada, nem para falar daquilo que não for "conveniente".

Ainda há gente boa e, são tantos que já nem há dúvidas, o problema é, entre milhares, eu nem saber quais escolher porque há mais de cinco anos que até leio documentos (alguns até vão desaparecendo), horas e horas porque não é fácil ter de aceitar que Eu fui "enrolada" que a minha percepção foi manipulada mas, já estou naquela fase, mesmo que eu quisesse, já não há volta a dar, depois de "acordar" não se consegue voltar a "adormecer" e, já nem consigo ouvir notícias "tradicionais", passamos a detectar manipulação e mentiras, não há estômago que aguente.

Em 2009 alguém falava disso e ninguém ligava, hoje é mais fácil de confirmar:
"Os acontecimentos sucedem-se na mesma sequência da Grande Depressão de 1929-1933: uma crise financeira, uma recessão económica, conflitos sociais e a instituição de ditaduras totalitárias, o incitamento a uma guerra para concentrar o poder e o capital, nas mãos de um círculo limitado. Agora, no entanto, há este exemplo claro da etapa final na estratégia do «controlo global» em que se verificaria um golpe decisivo na soberania nacional dos Estados, seguido por uma transição para o Poder Privado das Elites Transnacionais.
No final dos anos noventa, David Rockefeller, autor da ideia que o poder privado deve substituir os governos, já disse que nós (o mundo) estávamos no limiar de mudanças globais. Tudo o que necessitamos, continuou, é uma crise em larga escala que leve as pessoas a aceitarem a Nova Ordem Mundial."

Quanto a vídeos deixo dois:
De 2016:
https://www.youtube.com/watch?v=NiPGeb_wDLU
MUST SEE: FORMER CIA AGENT BLOWS WHISTLE ON SECRET SHADOW GOVERNMENT

De 2013:
https://www.youtube.com/watch?v=BplUD6kQYuU&t=26s
Retired HEAD OF FBI Tells ALL "Illuminati, Satanism, Pedophile Rings"
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De Maria Dulce Fernandes a 10.04.2017 às 21:22

"Sei que só há uma liberdade: a do pensamento."
Antoine de Saint-Exupéry

É quanto basta.
É o pensamento que comanda a vida e designa as escolhas que pintarão as cores do nosso futuro. É a tenacidade do pensamento que nos ergue de rastejar e nos impele a voar. É o pensamento livre e solto que corta todas as amarras, que é independente, autónomo, sobrano, autodeterminado e poderoso.
O Pensamento será sempre livre enquanto em nós existir uma centelha de liberdade.
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De Einstürzende Neubauten a 10.04.2017 às 22:04

Antoine de Saint-Exupéry, é aquele que se suicidou no Mediterrâneo?

"Sei que só há uma liberdade: a do pensamento."...pois... é isso o que as elites, os oligarcas e os políticos, querem que o poveco pense. Nisso e no paraíso. Nessa esperança que o sacrifício, a escravidão, de hoje seja compensada por um futuro redentor.

Não existe liberdade de pensamento, ou qualquer outra, sem independência económica. Daí as democracias defenderem com unhas e dentes o Direito à Propriedade - Propriedade =Subsistência.

Quanto a essa de verdadeira liberdade e o pensamento..isso é conversa de alpendre enquanto se emborcam dois cálices de vinho da Madeira esse fuma um charuto Habanero...

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De Maria Dulce Fernandes a 10.04.2017 às 22:32

Proponho Kaputte Schallplatte, ficava-lhe a matar.
Se o homem se suicidou naquela altura, agora seguramente que o voltaria a fazer; o tédio da monócordia traz associada uma taxa de mortalidade espantosa.
Boa Páscoa, ou aproveite as festividades burguesas do dia 16 de Abril.
Tudo de bom para si .

E está redondamente enganado, são Choiba Lanceros, mesmo.
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De Costa a 11.04.2017 às 00:20

"Antoine de Saint-Exupéry, é aquele que se suicidou no Mediterrâneo?"

E que decisivos factos descobriu você que lhe permitam tomar como suicídio o desaparecimento de Antoine de Saint-Exupéry?

Costa
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De Anónimo a 10.04.2017 às 23:08


A liberdade, sem meios para a exercer, é uma miragem.
Numa sociedade desigual, uns serão necessariamente mais livres que outros, o que implica, necessariamente também, a impossibilidade de a liberdade ser o valor supremo dessa mesma sociedade.
Concluindo, igualdade e liberdade terão de ser faces de uma mesma moeda, cunhada numa espécie de menor denominador comum social.
Tudo o resto são cantigas.
João de Brito
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De V. a 11.04.2017 às 09:59

Igualdade como prática interessa pouco e é irrealizável, porque as pessoas são diferentes. O que interessa é justiça fiscal (meritocracia — IVA imposto único: quem compra mais paga mais) e liberdade de iniciativa e liberdade de desobediência civil (para fugirmos aos comunismos). Igualdade é um postulado de direitos idênticos para todos e condições favoráveis ao desenvolvimento e progresso humano mas não deve tornar-se o fim único (nem converter-se em políticas extorcionárias como querem os Blocos e os dos "direitos" para tudo), é o princípio para o crescimento individual. Com um modelo social liberal e organizado pelo mérito, a organização social tende a estratificar-se naturalmente; só não acontece mais por excesso de legislação e proteccionismo.

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