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Convidado: JOSÉ MILHAZES

por Pedro Correia, em 11.04.18

 

Putin, Trump e a crise no Sporting

 

A situação em torno da Síria agrava-se de hora a hora. Os Estados Unidos parecem mesmo dispostos a bombardear lugares estratégicos, incluindo Damasco. Moscovo ameaça responder, mas, por enquanto, ressalva que só no caso de serem atingidos alvos e militares russos.

A situação poderá atingir o nível de perigo da Crise das Caraíbas, em 1962, mas com uma nova interrogação. Serão os dirigentes dos EUA e da Rússia sensatos ao ponto de travarem a tempo a escalada? Há linhas vermelhas que já foram ultrapassadas, mas falta a fundamental: a continuação da existência do ser humano. Ambos os países têm armas suficientes para rebentar com o globo terrestre.

 

P.S. Ironia à parte, espero que a crise no Sporting termine o mais rápido possível, pois, em termos de tempo de antena, Bruno de Carvalho está claramente a bater Putin e Trump. Talvez, no futuro, os livros de história universal venham a rezar: "A crise na Síria, que ocorreu no tempo em que BC era Presidente do Sporting, em 2018, terminou com uma cimeira russo-americana."

 

 

José Milhazes

(blogue DA RÚSSIA)


8 comentários

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De Sarin a 11.04.2018 às 14:09

Texto conciso e pertinente.
Não sei se Trump será, por si, capaz de travar; mas haverá quem o trave, se não no seu círculo então noutros meridianos. Putin tem um plano, e ou muito me engano ou este não passa por rebentar com ele mesmo.

Seria mais fácil falar da Síria se Putin e Trump colocassem no FB tudo o que pensam. É que o twitter não permite aprofundar as ideias e, aparentemente, os teclados em cirílico são menos apelativos.
E a comunicação social gosta é de citar - personalidades e outros órgãos de comunicação social.
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De V. a 11.04.2018 às 15:16

Uma vez que Bruno de Carvalho fechou a conta no face, tenho a certeza de que Donald Trump vai fazer o mesmo. Qual é a piada daquilo agora?
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De Sarin a 11.04.2018 às 19:02

Pergunta interessante que eu já me colocava há anos, quando fechei a conta (com e-mail e tudo)...
Há uns dias descobri que a piada reside, para os que lá estão, em encontrar amigos cujas contas encerradas ressuscitaram - por obra e gracinha de actualizações ou malas artes cambridgianas o Demo saberá, já que Zuckerberg não.
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De V. a 11.04.2018 às 15:13

Eu teria escrito:

Talvez, no futuro, os livros de história universal venham a rezar: "A crise na Síria, que ocorreu no tempo em que João Galamba, do PS, cuspia ódio em directo na única estação de televisão que aceitava tê-lo como comentador (tirando o fictício canal Q que pertencia aos afilhados do regime e se fingia muito marginal). Pouco depois foi internado com esquerdofrenia no hospital Miguel Bombarda. Putin continuou a governar a Rússia durante muito anos, mas de Galamba nunca mais ninguém ouviu falar. Ao menos isso."

Um ab.
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De Vlad a 11.04.2018 às 17:51

Anda magro, não lhe parece, caríssimo V. ? Que digo, perdão, não o caro, mas o outro...
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De V. a 11.04.2018 às 22:16

Por acaso já não o vejo há algum tempo — tenho tido pouca pachorra para debates na tv.
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De Luís Lavoura a 11.04.2018 às 16:12

O "Ocidente" está a brincar com o fogo, e por uma razão de treta (*). Espero que recue.

(*) É uma razão de treta porque não há qualquer prova de que o regime sírio tenha utilizado armas químicas. Fotografias não são provas. Especialmente quando quem apresenta essas fotografias é uma das partes envolvidas no conflito, como é o caso dos "capacetes brancos" sírios, que não passam de uma organização de auxílio civil nas áreas rebeldes.
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De Vlad a 11.04.2018 às 17:04

A Grande Questão:

Existiram, ou não, ataques químicos, na Síria?

Depois do Iraque é legitima a pergunta.

E quanto à presença e influência russa, na Síria, ela é muito semelhante, em natureza e propósito, à ajuda norte-americana a Israel.

É complicado quando duvidamos da nossa própria moralidade para justificar guerras "justas" - nas democracias as guerras precisam do apoio popular/nacional, ao contrário das ditaduras. E sob este prisma a Rússia está, sempre esteve, estará em vantagem.

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