Convém lembrar

Há dez anos, ainda mal haviam arrefecido os cadáveres dos assassinados no massacre do Charlie Hebdo, a então eurodeputada Ana Gomes apressou-se a justificar a chacina, ligando-a não ao fascismo islâmico com origem na Península Arábica mas às condições socio-económicas na Europa, nomeadamente em Paris, onde ocorreu a matança - quando o Chefe do Estado francês era o seu camarada socialista François Hollande.
Assim rabiscou Gomes.
Dez anos depois, retenho a primeira palavra. Horror. O resto, hoje tal como em 7 de Janeiro de 2015, é simplesmente desprezível.

