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Delito de Opinião

Confreiras e confrades

Sérgio de Almeida Correia, 29.01.21

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Cumprindo uma tradição que já leva décadas, a Confraria dos Enófilos de Macau realizou o seu jantar anual nas vetustas e sempre acolhedoras instalações da Residência Consular, que foram as do Hotel Bela Vista, ali paredes-meias com a Fortaleza do Bom Parto, outrora debruçada sobre a que foi a belíssima Baía da Praia Grande.

Este ano, devido à pandemia, sem a participação da Hong Kong Wine Society, foi num acolhedor fim de tarde que o Grão-Mestre dirigiu a cerimónia de entronização dos novos confrades que juraram “divulgar os valores da cultura da vinha e do vinho, em Macau e no resto do mundo”, consumindo-o “com constância e moderação” para alcançarem sucesso “em tão nobre tarefa”.

Como habitualmente, a refeição foi acompanhada por vinhos portugueses – Espumante Soalheiro Alvarinho, Minho, 2018, Vinha do Monte Branco, Alentejo, 2017 e Quinta de S. José Tinto, Douro, 2017, para a recepção; Casal de Santa Maria, Mar de Rosas,  Colares, 2019, Pera Manca Branco, Alentejo, 2017, e Papa Figos Tinto, Douro, 2017, para o jantar; e Sandeman Port Old Tawny 10 anos, Graham’s Port Old Tawny 20 anos, Warre’s Vintage Port 2016, Pintas Vintage Port 2011, Warre’s Vintage Port 2000 e Moscatel de Setúbal 1996, para o final – sendo precedida por uma prova cega, na qual participaram cerca de quatro dezenas de enófilos.

A prova foi dedicada em exclusivo a tintos produzidos no Douro, tendo sido seleccionado um lote de oito preciosidades.

Para quem se interessa por estas mundanidades deixo aqui o resultado a que se chegou:

  1. Xisto, 2015;
  2. Quinta da Romaneira, Touriga Franca, Vinhas Velhas, 2017;
  3. Quinta das Murças, Reserva, 2015;
  4. Quinta da Gaivosa, 2015;
  5. CARM CM, 2013;
  6. Chryseia, 2015;
  7. Quinta do Monte Xisto, 2016;
  8. 100 Hectares, Vinha Velha Gold Edition, 2015.

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