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Com mais quatro anos ainda os confundem com os gregos

por Sérgio de Almeida Correia, em 23.02.15

"Apesar da descida entre os dois trimestres, a dívida no conjunto do ano subiu 0,7 pontos percentuais face ao valor global de 2013 (128%) e ficou também acima da meta inscrita pelo Governo no Orçamento do Estado para 2015 (OE2015), que era de 127,2% do PIB.

A dívida pública alcançou os 224.477 milhões de euros em dezembro de 2014, uma descida face aos 225.904 milhões de euros verificados em novembro, mas um aumento face ao final de 2013, quando atingiu os 219.225 milhões de euros."


4 comentários

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De Maçada a 23.02.2015 às 16:14

A divida caía era no tempo do 44. Para metade.
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 23.02.2015 às 17:27

Não há nada como dar más notícias, e normalmente só se dá metade da noticia, porque dos 224 477 milhões tem de lhe tirar 14 ou 15 mil milhões da célebre almofada, e aí ficamos com 120% do PIB. É muito? é muitìssimo, mas isso é o resultado de o estado português ter andado anos e anos a gastar à tripa forra.
Outra má notícia é o excedente comercial ser 30% inferior a 2013.Eu prefiro saber que existe excedente comercial, que foiinferior a 2013 porque as importações aumentaram, porque afinal, homessa!, os portugueses consomem mais porque tẽm mais dinheiro disponivel. Que chatice, estava a esquecer-me que isso só foi possivel por causa das negas dos zelotas do Ratton. Galamba dixit, e pelos vistos ainda há quem acredite.
Precisamos de uma dupla tipo Tsipras/Varoufakis para nos conduzir à riqueza, ao progresso, em suma, à felicidade.
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De Vento a 24.02.2015 às 11:26

Não, meu caro Alexandre. A dívida aumentou mesmo, em mais de 5 mil milhões, e as exportações caíram efectivamente. A almofada, que não o é, de que nos dá conta não entra na contabilização da dívida contraída. Mas se entrasse a única diferença que se contabilizaria seriam pouco menos de 8 mil milhões.
Já agora: http://economico.sapo.pt/noticias/defice-comercial-portugues-aumenta-quase-mil-milhoes-de-euros_211661.html

Os défices, se não tivessem sido alterados os ditos objectivos pelos doutos ilustres trabalhadores de uma qualquer folha de excel, também não seriam atingidos. Mas a propósito do défice recordo-lhe que na governação de Cavaco situou-se nos 9,9%. Ouvi dizer que este tinha sido "o pai do monstro".

Mas os portugueses consumiram mais porque o Tribunal Constitucional teve de dizer a estes doutos que lei é lei. Foi graças a esta decisão que o consumo interno aumentou e salvou assim a má performance nas exportações.

Mas este governo já vai afiando o dente com a queda do preço do petróleo para tentar revelar que a poupança que se originará durante este ano foi obra das doutas ideias saídas de suas cabecitas.

Nem este governo tem técnica nem ideologia. A salvação seria a ética, mas esta também não existe.
Quanto à dupla que refere, concordo consigo. Mas não há ninguém neste governo de Portugal com as capacidades e os atributos destes que refere para paulatinamente gerar tal riqueza. Como tal, até o pontapé de saída para que isto ocorra nesta Europa veio dessa dupla.


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De Anónimo a 23.02.2015 às 19:36

O grave é que Passos e Maria Luís falam e agem, como se fôssemos diferentes dos gregos. Somos uns pobres, governados por pobres de espírito, à procura de poiso no FMI, BCE, UE

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