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Citação clássica (2).

por Luís Menezes Leitão, em 07.05.18

Sobre isto, resta-me mais uma vez recordar a sabedoria dos antigos: "Donec eris felix, multos numerabis amicos; tempora si fuerint nubila, solus eris" (Ovidius, Tristia, I, 9, 5,).


34 comentários

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De Herr Von Kälhau a 07.05.2018 às 08:08

"Todas as coisas podem corromper um espírito naturalmente vicioso."
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De Rita Santos Gomes a 08.05.2018 às 21:21

Felizmente, a superioridade moral da Imelda Pinto de Sousa não lhe permite errar. É filosoficamente impossível
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De Anónimo a 07.05.2018 às 09:51

Costa já deu a volta ao Sócrates, custou...foi mais difícil do que dar a volta ao SEGURO, ao BE e ao PCP:

Como não foi difícil dar a volta ao Passos, e a nós todos, e ao próprio Marcelo.


Jogatana
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De V. a 07.05.2018 às 09:52

aqua fofam in petris durus furibunti buraquam!
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De Herr Von Kälhau a 07.05.2018 às 11:19

Fofam homo in petris paulum durus buraquam amor vincit
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De V. a 07.05.2018 às 12:33

Isso é o mote do bloco, ou coisa que o valha
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De V. a 07.05.2018 às 09:55

E também lembra a história de Ícaro: voatis pertum astrum amarelum a bravum derrititis.
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De Herr Von Kälhau a 07.05.2018 às 11:21

https://dbellagt.com/protector-solar-factor-60

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De Sarin a 07.05.2018 às 10:49

Tenho por norma ler primeiro e ver autoria depois, sempre que possível e tratando-se de artigos de opinião.

E o artigo está bem escrito, faz uma abordagem equilibrada e razoável.


Mas quando cheguei à autoria...
Ena cum caneco!!!!!
Aquilo não era artigo bem escrito e abordagem equilibrada, é mas é um "coitadinha de mim que fui enganada"!!! PQP *


Mas o texto do Luís Menezes Leitão está ali como alerta, portanto a responsabilidade é minha, não do Luís - a quem peço dsculpa por lhe ter subestimado o aviso.



* Para Quando a Penitência
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De Luís Lavoura a 07.05.2018 às 12:15

a conduta descrita implica questionar por que carga de água um empresário pagaria, durante tanto tempo e sem aparente limite, as despesas de um amigo

O empresário Friedrich Engels pagou durante muitos anos e sem aparente limite as despesas do seu amigo Karl Marx. Ainda hoje não se sabe explicar porque carga de água o fez. Mas não foi certamente por corrupção.
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De Luís Menezes Leitão a 07.05.2018 às 13:07

A culpa de tudo isto é do Engels!
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De Sarin a 07.05.2018 às 13:45

Bem, da maneira como alguns se desculpam, vai na volta é mesmo, dele e doutros que não os próprios.
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De Luís Lavoura a 07.05.2018 às 15:17

Longe de mim querer dizer mal de Engels.
Já de Marx muita gente diz mal mas, curiosamente, ele nunca foi investigado nem acusado de corrupção e lavagem de dinheiro pelo Ministério Público por andar a receber dinheiro do seu amigo.
Ainda bem que o Ministério Público não fez nada disso, porqe provavelmente nada de mal acabaria por conseguir provar.
O meu palpite é que, dado que a Justiça portuguesa é bem mais rigorosa do que a brasileira, com Sócrates passar-se-á o mesmo que se teria passado com Marx.
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De Herr Von Kälhau a 07.05.2018 às 13:29

Friedrich Engels nunca soube o valor real do dinheiro. Herdou-o do pai.
Cambada da parasitas e boémios....os socialistas só sabem gastar o dinheiro dos outros....Ouço aplausos ?
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De Vento a 07.05.2018 às 12:17

Já que estamos em onda de citações, na expectativa que Sócrates possa ler, quero deixar aqui uma que espero lhe dê forças:
"O importante não é aquilo que fazem de nós, mas o que nós mesmos fazemos do que os outros fizeram de nós". (Sartre)

Uma vez que os coitadinhos esquerdistas, pseudo-humanistas e modernistas, em particular o PS e o BE e alguns outros de grupúsculos que se constituem em lóbis, se preparam para debater mais uma lei da matança, dita eutanásia, a última frase que aqui deixo vai como reflexão sobre a vida e a morte:

"O que não é terrível não é sofrer e morrer, mas morrer em vão". (Sartre)

Espero que os grupúsculos esquerdistas coitadinhos modernistas fiquem conscientes que o Reino da Verdade também se defende pela espada. E estou em crer que, por seu próprio desafio, se está a aproximar o momento de a desembainhar. Os grupúsculos políticos e os coitadinhos esquerdistas modernistas querem moldar a sociedade. Eles não entendem que a fórmula do Amor é: 1+1=1. Como a via dos ditos é a subtracção, eu não tenho dúvidas que algo, por todo o mundo, vai ser feito para os impedir.

O assassinato do pequeno Alfie não foi em vão:
https://www.diariodominho.pt/2018/05/04/alfie-bebe-assassinado-legalmente/
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De Herr Von Kälhau a 07.05.2018 às 14:40

Que raio, Vento! Nem parece seu. Então vai pegar nas citações de um discípulo de Nietzsche?

Essa malta do Existencialismo, partiu do:

Gott-ist-tot
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De Vento a 07.05.2018 às 21:32

Que raio, Emborcador. Não sabe que o existencialismo tem profundas diferenças entre si? O seu oposto é o materialismo.

O problema que se patenteia em Nietzsche não é a sua afirmação sobre "a morte de Deus", que já se encontrava em George Hegel, um idealista. Essa afirmação colhe o que colhe perante a falta de evidências. Todavia acredito que Deus tenha falecido em seu autor e, com todos os esforços que fez para o demonstrar, ressuscitou Deus. No fundo Nietzsche, por ignorância, associou o cristianismo à moral da sua época. E partindo dessa ignorância avançou rumo ao desconhecido.
Porém ele aborda em sua concepção filosófica a subalternidade e o preconceito de classe, que não serve de argumento sólido e credível para o fim que ele pretendeu atingir. Em conclusão a sua filosofia, neste particular, não demonstrou nada mais do que a evidência pode alcançar. Relativizou conceitos através da subjectividade.
Ora, todos sabemos que a objectividade e/ou subjectividade de um pensamento depende da forma como cada um o direcciona. Em "Assim falava Zaratrusta" ele não deixou de expressar a mística que habita o Homem. Concretamente Nietzsche pretende derrubar os ídolos e revolta-se contra Deus, quando o que está em causa é o Homem. Como abrir caminho para o super-Homem?

Portanto, o cristianismo não é moral. A moral é o que os fracos concebem, tal como hoje os coitadinhos esquerdistas e modernistas fazem em nome de um pseudo-humanismo, para suscitar a adesão à sua ignorância. Aliás, foi em nome da ignorância e dos ignorantes que na expiação da Cruz o Cristo solicita o perdão do Pai.
Por outro lado, a "individualidade irredutível" em Nietzsche nada mais é que a acusação de hipócritas que Jesus faz aos fariseus. Hipócritas eram actores que usavam máscaras para desempenhar o seu papel. O que está em causa na "individualidade irredutível" são as máscaras.
O "imperativo categórico" em Nietzsche é não perceber que a liberdade do ser estende-se na liberdade de outro ser. O que denota que ele, através de seu pensamento, pretendia alcançar o que criticava. Comprova isto o seu pensamento sobre a "moral superior". Mais ainda, Nietzsche sem se dar conta estava a recriar Deus.
Concluindo, como em Nietzsche o mundo não tem ordem, não tem forma, estrutura e inteligência a finalidade de seu pensamento é uma angústia existencial.
Mas ele, Nietzsche, teve sorte em ter vivido naquela época, porque, com o colapso mental que sofreu, talvez estivesse na fila para o fim de todos os que não dão garantias de viver com "dignidade". É esta a forma com que alguns pretendem que se viva a existência.

Sartre, tal como outros, não deixa de beber no cristianismo as máximas que faz como suas. Mas recebe a influência de Camus, com quem corta mais tarde, que, em "o Homem revoltado", não poupa duras criticas ao comunismo e stalinismo. Aliás, logo após o Maio de 1968, já Camus estava morto, e por base no Maio de 68, o grande pensador cristão e comunista, Roger Garaudy, também assim procede em relação ao PCF, e em particular a Marchais, mas também contra Stalin e a traição movida a Dubcek.

Por último, e continuando a responder a seu comentário: faz parte do cristianismo aproveitar o que for melhor.
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De Herr Von Kälhau a 08.05.2018 às 08:35

"Deus não existe e é necessário levar esse facto às últimas conseqüências"

Sartre, O Existencialismo é um Humanismo.

Estou em desacordo total quanto à sua análise de Nietzsche.

A filosofia de Nietzsche é um proto-darwinismo social. Darwin e a Teoria da Evolução têm um fundamental papel na filosofia de Nietzsche . Daí ele afirmar que toda a Moralidade do cristianismo é anti-natural - o aristocrata distingue -se do servo por substituir o "tu Deves" pelo "Eu Quero".

(À semelhança de Freud, que afirmava que o mal estar civilizacional provinha de um super ego - do "tu deves cristão " - desumano - anti-natural ).

A mística de Nietzsche provém mais do filósofo ser um dos maiores Poetas de língua alemã. O aforismo presta-se a isso. Ao paradoxo e à sentença breve.

O cerne da filosofia de Nietzsche, radicalmente materialista, como Hegel, é querer libertar o Homem da Obrigação de Deus. Tornar o Homem comandante da sua Vontade. Dono do seu Destino. "Eu quero" seria o seu mantra .

O que diz a tua Consciência? – “Torna-te aquilo que és” – Nietzsche, Gaia Ciência

Nietzsche despreza os "porquês"da Vida. Para ele o que conta é o que há. O Super-Homem aquele que prossegue a sua vontade independentemente da crítica da moral e costume social. Ele é um Criador, um Artista, de Valores.

"É chamado de espírito livre aquele que pensa de modo diverso do que se esperaria com base em sua procedência, seu meio, a sua posição, ou nas opiniões que predominam no seu tempo. Ele é a excepção. Os espíritos cativos, a regra; [...] De resto, não é próprio da essência do espírito livre ter as opiniões mais correctas, mas sim ter- se libertado da tradição, com felicidade ou com um fracasso. Normalmente, porém, ele terá ao seu lado a Verdade, ou pelo menos o espírito da busca da verdade: ele exige razões; os outros, fé.

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De Vento a 08.05.2018 às 13:01

Eu segui o raciocínio de Nietsche relativamente a parte de seus pensamentos, aqueles que citei.
O que é a moralidade do cristianismo? O que ele fez foi reproduzir um pensamento com base nas evidências de sua época. E ao procurar recriar o Homem ele aproxima-se do cristianismo, que é a sua área de combate, através do "eterno devir". Mais ainda, este devir, que é de carácter ontológico, aproxima-se ao cristianismo em duas substantivas afirmações de Jesus: "Eu vim lançar fogo à terra" e "necessário vos é nascer de novo".
A afirmação que melhor me ocorre para definir este "fogo" encontra-se em Heráclito na observação que faz deste elemento: "Transformando-se, repousa".

Mais ainda, Nietzsche, ao dissertar sobre a "vontade de Poder", dá a impressão de desconhecer o cristianismo. Eu dir-lhe-ia que lesse e interpretasse o Sermão da montanha. A filosofia de Nietzsche é produto da moral em que se integra e não do cristianismo.

Em "Assim falava Zaratrusta" . note-se que o orientalismo influenciava o pensamento da época - Nietzsche vai buscar também a ideia angular do cristianismo, que é influenciar a vida ao invés de se deixar influenciar por esta. Ele busca uma vida eterna diferente desta vida, vivendo-a nesta vida. A poética em Nietzsche é fruto da sua contemplação do zoroastrismo.
.
Aliás, já tive oportunidade de lhe referir que transcender, no cristianismo, significa elevar-se acima do meio, da cultura e da educação que é proposta. O Homem é produto disto. Por isto mesmo: "Quem não odiar seu pai, sua mãe, seus irmãos e até mesmo sua própria vida não é digno do Reino".. O odiar aqui entra como rejeição do que se toma como bom e certo.
Em Gasset surge a afirmação: "eu sou eu mais a minha circunstância. Se não a salvo a ela, não me salvo eu".

Portanto, a fé é um domínio da razão, não lhe é subalterna; ilumina-a. Deus não é uma obrigação no cristianismo, é um caminho que o Homem encontra em si mesmo: "Deus mais intimo no meu intimo". Ainda mais, numa outra variante: "O que te fez sem ti não te salvará sem ti".

A vida eterna não é um lugar, é uma condição. Esta Eternidade contém o espaço e o tempo em si mesma; é um eterno presente. "Vencer o mundo" é vencer os condicionalismos que impedem de aqui se chegar. A outra dimensão é aquela que cada um quiser imaginar ou a que a Graça lhe proporcionar.
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De Herr Von Kälhau a 08.05.2018 às 16:22

É uma opinião, Vento. Contudo julgo que o homem, que escreveu o Anticristo, se revoltaria se o lesse, a si.

“O cristianismo é uma metafísica do carrasco.”

“Quanto mais próximo se está da ciência, maior o crime de ser cristão.”

Contudo psicanaliticamente o ódio de Nietzsche ao cristianismo poderá relacionar-se com duas experiências infantis:

1 - O pai de Nietzsche ter sido Pastor.
2 - O pai ter morrido cedo, quando Nietzsche era criança.

E:

3 - A solidão, e as más experiencias amorosas, com Lou Salomé (interpretação freudiana); Ter sido criado sem figura paterna

Se tiver pachorra, por ele e por mim, leia a Genealogia da Moral.

Em Nietzsche a compaixão e a misericórdia são as absolutas heresias....embora no credo Nietzschiano, como no do Nazareno, tudo se possa encontrar.

" A compaixão opõe-se, de modo geral, à lei da evolução, que é a lei da selecção. Ela conserva o que está maduro para o soçobro, ela luta em favor dos deserdados e dos condenados pela vida. Ela dá à própria vida um aspecto sombrio e questionável através da abundância dos fracos e deserdados de todo o tipo, conservando-os ainda vivos."

Os nazis tiveram aqui a sua justificação "moral"

PS: Nietzsche, no final da vida, na febre da loucura, assinava as suas epistolas como o "Crucificado". Talvez dele nunca se tenha libertado...humano, demasiado humano

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De Vento a 08.05.2018 às 19:31

Meu caro, como refere, seria a opinião de Nietzsche em relação a mim. Sobre parte do seu pensamento, e baseado nas citações, e no contexto em que ele as inseriu, está é a minha opinião até que me demonstrem inequivocamente o contrário.

Sim, a abordagem que faz, a da psicanálise, é uma outra variante. Mas eu não quero ir por aí. Sartre também tem uma origem parecida. Talvez os modelos familiares tenham impulsionado algumas, ou parte, ou a totalidade de suas teorias.
Nietzsche, na sua "individualidade irredutível", infere essas prerrogativas como heréticas, a da compaixão e misericórdia.
Por isto eu lhe referi que a liberdade de cada um estende-se à liberdade do outro. Consequentemente, é este ser gregário do Homem que determina a compaixão; com-paixão pelo próximo e pelos que nos estão próximos. É esta capacidade de sofrer com que nos torna diferentes do animal. O animal também sabe, mas não sabe que sabe. Por isto é diferente de nós. A lei da selecção aplica-se aqui. A da evolução ao Homem, pelo Conhecimento e Saber.

A misericórdia é o abismo que qualquer médico em sua profissão entende para poder mergulhar na miséria, com coração (misericórdia), e aí levar alívio e até mesmo libertação. A misericórdia começa pelo acolhimento. Por isto mesmo Jesus afirma: "Eu vim para os que estão doentes".

A sua última afirmação confirma a minha perspectiva sobre Nietzsche.

Obrigado pela sugestão.
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De Herr Von Kälhau a 08.05.2018 às 21:34

"O animal também sabe, mas não sabe que sabe"

A Consciência da consciência.

Quanto aos médicos e a misericórdia muito cuidado tem de ter para não enlouquecerem com o sofrimento dos outros. Daí a "capa", estereotipada, da indiferença. Contudo é um mecanismo de sobrevivência, saber-se até onde se pode ir na empatia para com o doente. Sobretudo crianças! Demasiada empatia, pode conduzir ao abismo!
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De Vento a 08.05.2018 às 22:31

Onde se lê, Nietzsche, na sua "individualidade irredutível", por favor, leia-se no seu "Imperativo Categórico"...
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De Luís Lavoura a 08.05.2018 às 10:50

O caro Vento vai passar à clandestinidade, assumir a guerrilha, assim a modos de um moderno Remexido, para combater os infiéis que permitem a eutanásia? Estimo, Vento! Isso é que é coragem! Mate-os a todos!
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De Herr Von Kälhau a 08.05.2018 às 16:50

Não brinque! Até há pouco tempo existiam Movimentos Cristãos Pró-Vida que colocavam bombas nas Clinicas onde se praticavam abortos. Ainda morreram uns quantos médicos...

USA - Bomb blast outside abortion clinic

https://www.youtube.com/watch?v=La5qhdIU1-E

Contem comigo para fazer explodir. Os motivos serão para mim sempre fúteis
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De Vento a 08.05.2018 às 19:50

Não ando clandestino. Impedir que matem não é propriamente matar. Quanto ao "Moderno Remexido", verifico que lhe faltam argumentos e usa os meus. Mas que vai ser feita alguma coisa, não tenha dúvidas.
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De Vento a 08.05.2018 às 19:54

Só para acrescentar: os infiéis, não. Eu tenho vindo a falar de matanças, não de infiéis. Não queira ser generoso em matéria de matança.
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De Anónimo a 07.05.2018 às 14:43

Ah ah ah

https://www.youtube.com/watch?v=NYXEZURpW5w
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De António a 07.05.2018 às 15:07

Pelo menos a mulher do Tony Soprano sabia onde estava metida. E a do Walter White também. Nem na ficção há ingénuas deste calibre - e é “jornalista”!
Ao ler o artigo a expressão “ranger os dentes” ocorreu-me de novo. Não é o ranger de dentes de raiva, inveja, é mais aproximado ao ranger de dentes de embaraço, como quando assistia aos festivais da Eurovisão.
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De Herr Von Kälhau a 07.05.2018 às 16:21

António, elas perante as roupas, as joias, as férias e a pulhice, de quem as paga, obrigam-se às cores e ao riso fútil da ingenuidade.
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De António a 07.05.2018 às 22:17

Mesmo assim, é um virar de casaca tão abrupto que faria Judas corar de inveja. É claro que tem que se distanciar, arrisca-se a ser considerada cúmplice, só pode livrar-se disso alegando - como fez nas declarações ao MP - que não viu nada, não ouviu nada, não sabia e nem lhe ocorreu pensar - até acredito que não esteja habituada a pensar.
Da reportagem da SIC fica claro que as mulheres que gravitavam em volta de Sócrates eram chulas de alto calibre. Nisso, chego a ter pena do homem, mais valia ter feito como o Berlusconi e ir logo às putas, saía-lhe mais barato.
Os outros também estão a dar um triste espectáculo. Cá para mim sempre souberam de tudo, mas algo mudou nestes últimos dias. Possívelmente houve alguma fuga de informação e agora têm certeza de que o homem vai mesmo dentro.
Eu só espero que se isso suceder, e a Salgado também, arrastem tudo com eles.
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De Charles Aznavour a 07.05.2018 às 21:36

Ai la Câncio, la Câncio, essa mulher mágica. Mítica e mística. Apaixonada e apaixonante. Mas que tem aquela estranha mania de semear ventos para depois vir chorar, quando chega a hora de recolher as respetivas tempestades...
La Câncio sera toujours la Câncio!

https://www.youtube.com/watch?v=z5Z8ScwgenI

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