Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]




Chatices

por Sérgio de Almeida Correia, em 27.02.15

Há muito que digo que na política não se pode ter um discurso para dentro e outro para fora. Por isso, a questão de fundo não é o incómodo que provoca. Ou a saída de Alfredo Barroso. Isso é o que menos importa, como o próprio Barroso certamente concordará.

A questão que releva é curta, não precisa de alarido, e resume-se a isto: com que legitimidade, com que autoridade, se criticarão amanhã os deslizes dos outros? É só isto.

Autoria e outros dados (tags, etc)

Tags:


8 comentários

Sem imagem de perfil

De Três no Papo a 27.02.2015 às 09:58

Três discursos, três versões: O que Costa anda a dizer para ser ouvido lá fora
==================================================================

Quando fala para investidores ou cidadãos estrangeiros, o secretário-geral do PS, António Costa adapta as palavras à assistência. Ou a culpa é da Europa, ou o país está melhor ou, afinal, a culpa é de todos: da Europa ao Governo. Foi o que fez nos últimos dias perante chineses, espanhóis ou empresários de topo.

(...)


(Observador)
Sem imagem de perfil

De Marquês Barão a 27.02.2015 às 10:56

Até isto serve. Excerto de Santana Castilho no Aventar:
"Bater o pé ou abanar a cauda? Foi de subserviência que se tratou quando a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, foi a Berlim a um beija-mão despropositado e se prestou a ser exibida como troféu de colonização moderna pelo sinistro mandarim Wolfgang Schäuble ".
Sem imagem de perfil

De jj.amarante a 27.02.2015 às 11:47

Custa-me perceber porque Costa não disse uma frase do género: estamos contentes com a contribuição dos chineses para a economia portuguesa, estaríamos pior (ou muito pior) sem o investimento chinês em Portugal.
Sem imagem de perfil

De Alexandre Carvalho da Silveira a 27.02.2015 às 14:17

António Costa, como Alexis Tsypras, convenceu-se que seria possivel fazer uma espécie de revolução na Europa que acabasse "com as politicas de austeridade". Veja-se o modo como ele saudou a vitória do Syrisa, tão ou mais entusiasmado que a Marisa Matias, o Rui Tavares ou o Daniel Oliveira.
Mas cedo percebeu como é que aquilo vai acabar: mal para os gregos, que estão agora piores, se isso é possivel, do que estavam quando caíu o governo da direita.
Agora virou o discurso, como fez na conferência da Economist (não me comprometo com nada, porque tenho de negociar com os outros), e como já tinha feito no jantar com os chineses na Póvoa, declarações que as tvs indigenas, iguais a si próprias, resolveram esconder dos portugueses durante uma semana.
António Costa está por isso metido numa camisa de onze varas; como socialista que é não está disposto a governar pedindo mais sacrifícios aos portugueses, como já percebeu que terá de fazer. Por isso, mesmo correndo o risco de pôr o PS contra ele, Costa adoptou este discurso que evidentemente o descredibiliza ainda mais, que provávelmente o fará perder as eleições, e, não vá mesmo o Diabo tecê-las, já mandou o Medina dizer que só sai da camâra de Lisboa se for para São Bento.
Pobre António; porque é que ele acreditou nos que diziam, e eram muitos, que ele é especial, e patáti-patátá...
Sem imagem de perfil

De lucklucky a 27.02.2015 às 16:11

"Por isso, a questão de fundo não é o incómodo que provoca."

Precisamente.

A questão de fundo é : "comprava a este homem um carro em 2ªmão?"
Sem imagem de perfil

De Marquês Barão a 27.02.2015 às 21:15

Contratava-o o para me vender o Ferro velho.
Sem imagem de perfil

De lucklucky a 28.02.2015 às 13:26

Porque raio quer o Ferro?
Sem imagem de perfil

De Marquês Barão a 28.02.2015 às 15:02

Quem me acaba o resto que nem com robalos me safo.

Comentar post



O nosso livro






Links

Blogue da Semana

  •  
  • Afinidades

  •  
  • Lá fora cá dentro

  •  
  • Mais ligações

  •  
  • Informações úteis


    Arquivo

    1. 2019
    2. J
    3. F
    4. M
    5. A
    6. M
    7. J
    8. J
    9. A
    10. S
    11. O
    12. N
    13. D
    14. 2018
    15. J
    16. F
    17. M
    18. A
    19. M
    20. J
    21. J
    22. A
    23. S
    24. O
    25. N
    26. D
    27. 2017
    28. J
    29. F
    30. M
    31. A
    32. M
    33. J
    34. J
    35. A
    36. S
    37. O
    38. N
    39. D
    40. 2016
    41. J
    42. F
    43. M
    44. A
    45. M
    46. J
    47. J
    48. A
    49. S
    50. O
    51. N
    52. D
    53. 2015
    54. J
    55. F
    56. M
    57. A
    58. M
    59. J
    60. J
    61. A
    62. S
    63. O
    64. N
    65. D
    66. 2014
    67. J
    68. F
    69. M
    70. A
    71. M
    72. J
    73. J
    74. A
    75. S
    76. O
    77. N
    78. D
    79. 2013
    80. J
    81. F
    82. M
    83. A
    84. M
    85. J
    86. J
    87. A
    88. S
    89. O
    90. N
    91. D
    92. 2012
    93. J
    94. F
    95. M
    96. A
    97. M
    98. J
    99. J
    100. A
    101. S
    102. O
    103. N
    104. D
    105. 2011
    106. J
    107. F
    108. M
    109. A
    110. M
    111. J
    112. J
    113. A
    114. S
    115. O
    116. N
    117. D
    118. 2010
    119. J
    120. F
    121. M
    122. A
    123. M
    124. J
    125. J
    126. A
    127. S
    128. O
    129. N
    130. D
    131. 2009
    132. J
    133. F
    134. M
    135. A
    136. M
    137. J
    138. J
    139. A
    140. S
    141. O
    142. N
    143. D