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Delito de Opinião

Cá se fazem, cá se pagam,

jpt, 19.01.22

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será o mandamento do partido LIVRE. Há coisa de um ano ficou célebre um despique acontecido num dos inúmeros painéis de comentário político radiotelevisivo. Nele o socialista Sérgio Sousa Pinto (que quando jovem foi o dr. Frankenstein desta voga das "causas fracturantes") deu uma gigantesca arrochada em Rui Tavares, lembrando-lhe de como este se associara politicamente, em posição subordinada, a um anterior membro da STASI, a nada simpática polícia política da RDA. Tudo teve então mais eco não só pela veemência de Sousa Pinto como, e acima de tudo, pela ar encabulado e até apardalado com que Tavares ficou - o delicioso filme do momento entretanto deixou de estar acessível, privando o povo de repetir as inúmeras gargalhadas então dadas.
 
Hoje Tavares foi entrevistado no programa de Araújo Pereira. À pergunta de "para quê votar no LIVRE?" respondeu que os eleitores lisboetas assim poderão deixar de votar na lista do PS "onde está Sérgio Sousa Pinto" e votar nele próprio.
 
É difícil encontrar por cá maior exemplo de nanismo político...
 
Adenda: um leitor teve a amabilidade de me informar, em comentário, onde ainda se pode encontrar o filme desse debate.

 

(Intervenção de Sérgio Sousa Pinto no "Grande Debate", 17.11.2020, RTP)

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