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Brasil (e não só)

por jpt, em 20.10.18

Eric-Cantona-883618.jpg

Um maravilhoso texto autobiográfico de Eric Cantona, no qual escreve sobre a essência do futebol, o estado do futebol actual, e desvenda o segredo dos triunfos do Manchester United. Mas acima de tudo sobre o mundo actual. Sinto-o imperdível: What is the meaning of life?

Sobre o mundo actual um belo texto de António Guerreiro, Sob o signo do politicamente correcto, no Público de ontem.

 

A propósito do Brasil, mas também incidindo sobre o mundo actual, dois textos relevantes: O futuro político do Brasil, de Fernando Henrique Cardoso, no El País de hoje; O arauto da revolta popular, de Jaime Nogueira Pinto, no Diário de Notícias de ontem.

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12 comentários

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De Pedro a 20.10.2018 às 11:55

Obrigado pelos links
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De Pedro a 20.10.2018 às 13:02

Jpt, lendo o artigo de Nogueira Pinto sublinho:

"mas pelo povo brasileiro, que vota agora contra a esquerda dita idealista - e notoriamente irrealista quanto à natureza humana (sobretudo à própria) - que montou um "mecanismo" de enriquecimento ilícito"

Só os mais distraídos poderão acreditar que as práticas corruptas derivam da Esquerda brasileira e não do próprio sistema político e partidário brasileiro. Aliás basta ver que o actual presidente brasileiro, Temer,foi indiciado por corrupção, o tal que destituiu a anterior Dilma Roussef e que até à data não foi indiciada por nenhum ilícito criminal.

Uma análise que pretende fazer da história parcial uma acção política. Não é sério.

Quanto ao Cantona vá -le a pena ler-lhe o texto. Um homem esculpido a granito.
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De jpt a 20.10.2018 às 19:46

Pedro, Temer (que é o que é) foi eleito nas listas da candidatura PT, para vice-presidente, e por isso está onde está. Mas enfim, não é essa majordência que V; quer discutir. Os últimos 3 ou 4 mandatos presidenciais foram PT. A situação ficou como ficou. O regime era muito corrupto, veja-se Collor e tudo o que antecedia, mas a "esquerda" conduziu como conduziu. Não vale vir com rodeios - que me cheiram sempre a socratismo

Mais vale irmos ler o Cantona
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De Pedro a 20.10.2018 às 20:53

Jpt só votei no Sócrates para o 1'governo (eu, que já votei Manuel Monteiro e Bloco....idiossincrasias do camandro. E agora, talvez vote Rio). Da segunda vez já me não enganou. Mas também não me enganam com essa história dos corruptos estarem apenas de um lado. Afinal todos ainda nascemos de igual forma. O Temer não é do partido do José Sarney?

Abraço....

Sim, o Cantona dá-nos um banho de realidade.
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De Anónimo a 20.10.2018 às 22:18

Há alguma nota de rodapé, pequenininha, muito pequenininha, concedo, para a crise mundial, repito, de repercussões mundiais, desencadeada pelo subprime e pela falência do Lehman Brothers.
Já sabemos que em Portugal, se não tivéssemos tido o Sócrates não só teríamos passado impunes à crise como estaríamos a crescer, pelo menos, a 20%.
E, no Brasil, se não tivesse governado o PT, já nem haveria favelas.
Enfim, é o que há no nosso comentarismo político.

P.S. Já sei que vou ser acusado de órfão do Sócrates, talvez sócio do Lula na corrupção da Petrobrás. Mas garanto-vos que, nem um nem o outro me deram um cêntimo sequer, e eu tão necessitado. Ingratos, com tanto que eu os ajudei.
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De jpt a 21.10.2018 às 07:56

A única coisa de que eu o acuso, e em registo de ríspido insulto, é o de comentar anonimamente. O resto é indiferente, é apenas mais um ... a gente já conhece a ladainha. Vá lá ler o Cantona e deixe-se de galambices, que para galambas já basta o clube jugular
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De Anónimo a 21.10.2018 às 08:27

Eu não comento como anónimo em lado nenhum.
Até costumo criticar quem o faz.
Nos tempos em que era frequentador assíduo do DO, não era necessário escrever o nome em lado nenhum, pois era assumido automaticamente o que constava na minha conta do Google/e-mail aberta.
Agora isso desapareceu, como não sou perito em informática, não sei porquê e até talvez o erro seja meu.
Mas se não for, assumo-o quanto a não pôr o nome no final do comentário, o que por vezes, na voragem da escrita, me escapa.
Quanto ao seu lamentável comentário à substância do meu, prefiro ficar-me por aqui a responder-lhe ofensivamente como me fez a mim.
Epítetos descabelados como o seu não me faltam no léxico.
Confirmo que, para si, não houve crise internacional a partir de 2008 (muita gente a comparou à de 1929, erradamente, está visto), e a história do subprime e da falência do Lehman Brothers foi uma invenção galabista.
Só por ter lido esta sua confirmação valeu a pena ter aqui vindo ontem, afinal, tem andado tanta gente enganada e o senhor com a resposta na ponta da língua, e grátis.
O meu nome, na blogosfera e na vida social, é Manuel Silva, trata-se de 2 dos meus 4 nomes do CC, que poderei comprovar com o dito em qualquer lado.
.(Identifico-me: Manuel Silva)

não
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De jpt a 21.10.2018 às 18:05

Boa tarde Manuel Silva, eu sou José Teixeira, assim está melhor ... Quanto ao resto é nitidamente um problema de você ter a sensibilidade descalibrada. Entra nos comentários, bota um comentário (anónimo, dada a "voragem da escrita", como refere) a despropósito e em termos de sarcasmo (aquilo que se separa da ironia como o suspiro para o arroto). Chega aqui e "manda uma boca" sem ligação nem aos textos - o que é que o Cantona diz sobre a Lehman Brothers ou deveria ter dito? Acha que o António Guerreiro deveria ter metido essa crise no seu texto - como?, em que moldes? Você acha que o Fernando Henrique Cardoso é um triste exemplo do nosso comentarismo político? Que o Nogueira Pinto diz que há favelas por causa do PT? Você nem fala do conteúdo dos textos apenas vem dar uma boca a despropósito, na "voragem da escrita". Para quê, algum dos textos se centra ou mesmo alude a Sócrates, que você acha necessário referir? É isso, o que lhe provoca o afã da voragem? Deixe-se disso até o Galamba (mais a Câncio e o Carlos César) já disseram mal do homem e não referiram a Lehman Brothers. É que de facto ele é o que durante tantos anos se disse que ele era e os companheiros próximos eram cúmplices (alguns) ou coniventes (os outros todos) Deixe-os sacudir a água do capote (e são bons nisso, como se vê https://sol.sapo.pt/artigo/630980) E, já agora, para aqui vir mandar bocas, e ainda que já não seja visita habitual do blog, como anunciou, poderia procurar os textos sobre o Brasil actual em que se dizem alarvidades como as que indiciou, que justifica tamanhos dislates que entendeu botar aqui.
Em suma, você sem sequer se identificar, pois apressado, vem à minha mesa e arrota alto. Eu riposto ao seu despropósito e ainda tem a lata de se considerar ofendido. Tem que ir à revisão, homem.
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De João Campos a 20.10.2018 às 18:32

Que texto magnífico, o do Cantona. Obrigado pela recomendação!
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De jpt a 20.10.2018 às 19:43

é mesmo uma maravilha, "grande jogada", "grande golo"
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De Vento a 21.10.2018 às 12:44

Li a reflexão do FHC no El Pais. Muito se assemelha a minhas reflexões, aqui expostas de forma telegráfica ou twiteira.

O Brasil já não necessita de reflexão, mas de acção. Todas as palavras já foram ditas, agora é necessário fazer.
Oponho-me à escravidão ideológica, pois esta retira a possibilidade da evolução para desígnios mais elevados: o da Sabedoria. O Homem ao constituir-se em grupos, clãs ou gangues centra sua acção em dois pontos fundamentais que deve combater: mantém a viciação revolucionária, mas não evolucionista; torna-se egocêntrico e egoísta, perdendo o significado do encontro consigo mesmo, local onde habitam os adamastores, os medos e a ignorância que o transforma em consequência e resultado do "pecado original".

A denominada lei da selva não é cruel, porque o único conhecedor da crueldade é o homem e não o animal.
Dias virão em que compreenderemos que é possível beber do mesmo vinho mas não necessariamente pelo mesmo cálice.

Portugal, ao pretender fazer beber do mesmo cálice, verificará que suas estruturas dominantes serão vomitadas, tal como o profeta Jonas o foi da barriga da baleia que o engoliu.
Se morre o missionário, a missão continua; se o missionário não morre, vomitado será para a missão. Também Nínive teve salvação, mesmo quando tudo e todos se encontravam perdidos.

Um avô perdeu seu neto menino; e não sabia o que fazer. Um dom foi dado ao Homem: o dom de lágrimas. O avô chorou e pegou ao colo seu menino, depois cantou. O vô compreendeu que os anjos voltam para casa cantando.
Se não choramos é porque estamos mortos ontologicamente.

Haverá justiça na terra quando todos os não injustiçados chorarem pelos que sofrem injustiças.
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De jpt a 21.10.2018 às 18:06

O FHC vem com um texto muito interessante. E, para quem não acompanha o Brasil, até surpreendente.

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