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Assim, simples

por Rui Rocha, em 26.11.16

Poder sem eleições, ditador. Ditador, cabrão. Apoiantes, tolerantes e elogiadores de cabrão, filhos da puta. Para a esquerda, para a direita. Para cima e para baixo.


18 comentários

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De jo a 26.11.2016 às 17:14

Para o poder sem eleições refere-se à Comissão Europeia?
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De am a 26.11.2016 às 20:53

Não será antes o democrata da Republica JuliodeMatos: - Kin Jong-un?

Kin há só um o Jo e mais nenhum!
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De Nuno a 27.11.2016 às 01:21

Aquela que tem que ser aprovada por um parlamento eleito para o efeito, e por 28 chefes de estado e de governo soberanos?
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De Rui Rocha a 27.11.2016 às 15:57

Refiro-me ao Pinochet.
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De Piorquemao a 26.11.2016 às 17:55

Mais adjectivos haveria, mas sim, simplificando,... concordo.
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De Rui Rocha a 27.11.2016 às 15:58

Pois, nestas coisas ganha-se com a concisão.
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De Tiro ao Alvo a 26.11.2016 às 20:11

Nem mesmo sendo insultado o JO desiste. Se ele pudesse também seria um ditador. Com dê pequeno, claro.
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De jo a 27.11.2016 às 09:46

Não está à espera que a elegância e a inteligência dos seus comentários façam alguém desistir. Ainda bem que assume que a sua forma de comunicação preferida é o insulto.

Também poderíamos pôr Mario Draghi, os camaradas da Goldman Sach e outros grandes companheiros.

Brincadeiras à parte: Quem lê o Delito, fica com a sensação que existem 2 ditaduras no mundo: a cubana e a venezuelana e uma anedota a ditadura coreana.

Às vezes é preciso picar as pessoas para ver se ganham mundo.
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De rmg a 27.11.2016 às 12:30


"Às vezes é preciso picar as pessoas para ver se ganham mundo"

É o que se tenta aqui consigo mas parece que já não vai lá.

Ainda há uns anos se conseguia algum diálogo consigo, as suas ideias eram estruturadas mesmo que não se concordasse nada consigo.

Estive para lhe lembrar o que o comentador "Nuno" faz acima sobre o modo de eleição da dita comissão ou então que utilizasse uma "coisinha" que a Internet tem e que é conhecida pela pesquisa do Google.
Mas achei que se não gosta de eleições também encontra defeitos nesta.

De facto ao citar a dita comissão em comparação com o assunto em debate, não fez mais que "entornar" aqui as suas ideias sem qualquer sentido crítico.

Já reparou que nem os partidos de esquerda dizem isso?

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De jo a 27.11.2016 às 19:52

Um modo de eleição sem eleições é uma originalidade.
Mas se calhar pedir eleições é pedir democracia demais.

De qualquer modo para o que têm estado a fazer as eleições são desnecessárias. Basta um exame para ver se os candidatos sabem reconhecer quem são os países "intocáveis". A "França é a França" como dizia o inefável de serviço ainda à pouco tempo.

Mas estou a desviar-me do que realmente nos importa: as ditaduras cubanas e o governo venezuelano (este é eleito mas como não gostamos dele é ditadura à mesma). Com exclusão de qualquer outras.
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De rmg a 27.11.2016 às 22:27


Não tenho paciência para desconversar, com essa técnica escusa de vir para cima de mim.

Não percebe nem quer perceber, fique-se assim.

O que lhe disse é que a sua comparação não faz sentido de espécie alguma.
Se insistir em dizer essas coisas constituí para si uma espécie de onanismo intelectual fico muito feliz por si, cada um safa-se como pode.

Há ditaduras em que há eleições, cá em Portugal tivemos uma e eu até votei na CEUD em 1969 (o que me trouxe incómodos, era universitário) e teria votado CDE em 1973 se não tivessem desistido (o que me traria incómodos, era oficial miliciano).

Provávelmente estas situações de eleições no tempo da ditadura cá no burgo passaram-lhe ao lado, por uma razão ou por outra.

De qualquer maneira cá ganharia sempre a ANP, como na Venezuela "ganha" sempre o PSUV, mesmo não tendo ganho como aconteceu em 2015 e com o próprio Maduro a admiti-lo.

Segue filminho para sua improvável aprendizagem:

http://www.euronews.com/2015/12/07/maduro-accepts-defeat-after-historic-venezuela-election-result


PS 1- Mas a que propósito me vem com essa situação da França?
Se calhar até estou mais lixado que V. com isso, cada um sabe da sua vida.

PS 2- "o inefável de serviço ainda HÁ pouco tempo", se não se importa.
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De jo a 28.11.2016 às 01:38

Para quem não quer conversar farta-se de escrever.

Que há ditaduras com eleições já sabíamos.

Agora democracias sem elas é mais difícil.

Não votei nas eleições da ditadura, nem nas da 1ª república nem nas da monarquia constitucional, vá-se lá saber porquê (falta de consciência cívica talvez).

Parece que Maduro aceitou uma derrota, coisa que os seus opositores tiveram muita dificuldade em aceitar. Entre Maduro e a sua oposição, dita democrática venha o diabo e escolha.
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De rmg a 28.11.2016 às 12:24


O que eu não quero é desconversar, foi isso que escrevi mas V. não resiste.

Estávamos a falar da Comissão Europeia, que não é um Governo "federal" e V. é que começou essa desconversa.

Obrigado por admitir, com humor infeliz à mistura, que o antes do 25 de Abril lhe passou ao lado.

A mim não: um avô meu morreu na miséria pois por causa das suas ideias políticas foi "corrido" de toda a parte, morreu prematuramente.

Não o incomodo mais.


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De Tiro ao Alvo a 28.11.2016 às 17:57

"à pouco tempo"? Tu nem escrever sabes. Cala-te, que fazes melhor.
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De lucklucky a 29.11.2016 às 02:28

Jo quando construires a tua Comuna e deixares de impor aos outros a tua vontade, o mundo respirará melhor. Quando te juntares àqueles que concordam contigo e não obrigues aqueles que não concordam.
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De Conde de Tomar a 30.11.2016 às 11:30

Luck ando para aqui a magicar. Que tal tirarmos o vermelho das cores primárias?
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De Tiro ao Alvo a 28.11.2016 às 14:05

Mandem o JO aquela banda. Ele não merece um mínimo de atenção. Não passa de um mero provocador, um alienado.
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De Paulo Sousa a 27.11.2016 às 01:48

Tudo dito.
Bridemos à morte de um ditador.

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