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Assassinados

por Pedro Correia, em 07.01.15

.CCF16072012_00001_m[1].jpg

 Wolinski

(28.6.1934/7.1.2015)

 

imagesIZ23RHV4.jpg

 Cabu

(13.1.1938/7.1.2015)

 

Charb-vaccins_0[1].jpg

Charb

(21.8.1967/7.1.2015)

 

images0ORQVBPG.jpg

Tignous

(1957-7.1.2015)


8 comentários

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De lucklucky a 07.01.2015 às 18:45

Não foram assassinados por isto. Ou seja temos a auto censura já em funcionamento.
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De Pedro Correia a 07.01.2015 às 20:46

Você dispara mais rápido do que a própria sombra, Lucklucky: felizmente não tem nenhuma A-47 entre as mãos. Agradeço a prédica sobre autocensura, mas devolvo-a ao remetente por vir de alguém incapaz de assinar comentários com o próprio nome.
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De lucklucky a 08.01.2015 às 10:16

Fosse o cartoon contra a extrema direita ou um Breivik e teríamos as imagens que fizeram o acto.


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De Pedro Correia a 08.01.2015 às 12:57

Você consegue politizar e partidarizar até os momentos de maior e mais sentida dor colectiva, como é o caso.
Os seres humanos que ontem tombaram, vítimas de um dos mais chocantes atentados cometidos num espaço de liberdade que é sempre por definição uma redacção de jornal, merecem um tributo digno à memória do seu talento.
Não merecem que se faça demagogia política à custa dos seus cadáveres.
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De Alexandre Carvalho da Silveira a 07.01.2015 às 19:30

Em resposta a esta barbárie perpetrada pelos fascistas islâmicos, os jornais europeus e americanos dignos desse nome deviam encher as 1ªs páginas das próximas edições com as bandas desenhadas do "Charlie Hebdo".
Há muitos anos que sou fã do Wolinsky, cartonista genial.

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De Pedro Correia a 07.01.2015 às 20:52

Também eu, Alexandre. A matança que ocorreu hoje no 'Charlie Hebdo' foi um autêntico acto de guerra. Premeditado, orquestrado, executado com perícia assassina.
Porque é de uma guerra que se trata. A guerra da liberdade contra os novos inquisidores, armados até aos dentes e dispostos a fazer 700 milhões de prisioneiros no continente da liberdade.
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De Maria Dulce Fernandes a 07.01.2015 às 22:50

Quem não entende o humor, não pode sentir amor. Quem não ama e vive fechado em si mesmo e nas suas convicções, não é livre para sentir a liberdade para além do seu conceito abstracto.
É fundamental que os fundamentalistas todos eles, de norte a sul, de este a oeste, entendam que estão a manietar a liberdade que procuram e apregoam.
É imperativo que a imprensa não ceda a pressões, para que o medo não colha louros de entre os despojos ensanguentados.
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De Pedro Correia a 08.01.2015 às 13:02

Receio, Dulce, que se tenha dado um grande passo à retaguarda com estes crimes repugnantes cometidos naquele que é por definição um dos espaços de maior liberdade em qualquer capital do mundo civilizado. Refiro-me à redacção de um jornal. Ainda por cima de um jornal que já tinha sido alvo de um cobarde atentado, há quase três anos, e se encontrava desde então sob vigilância policial.
É inevitável que este atentado em Paris produza efeitos a médio prazo sobre o jornalismo contemporâneo, mal se diluam as mensagens que agora circulam sob o mote "je suis Charlie". Ninguém é herói todos os dias.
O que os assassinos fundamentalistas pretendem é isto mesmo: tornar-nos reféns psicológicos do terror. Vamos cedendo cada vez mais terreno à liberdade em nome de uma segurança sempre impossível de garantir.

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